Francismara Aparecida Faria é natural de Jandaia do Sul – PR. Nasceu no dia 25 de fevereiro de 1971, numa terça-feira de Carnaval. É professora de Língua Portuguesa da Rede Estadual de Ensino do Paraná há 25 anos. Escreve poemas, contos e crônicas desde sempre. Seus poemas são de cunho mais intimista, sendo alguns românticos e com toques de sensualidade. Livros publicados: Toques de Emoção (2008), Poemas da Alma, Sobre Abismos, À Flor da Pele, O Que Sei de Mim, Poemas que Empoderam e Eu, Múltipla (todos de 2018). Participou de diversas antologias de poemas, contos e crônicas, em todo o país. Gosta de escrever sobre suas dores, seus sonhos e seus amores.
Lista de Poemas
SILÊNCIOS
derramo meus silêncios
sobre os acontecimentos
sigo preceitos, destilo sonhos
enquanto a poesia me espia
pela janela, atônita
ser silente é encontrar
a fala interior
aquela que, emudecida,
diz mais de mim
e preserva a voz e os sentidos
nos labirintos da lembrança.
sobre os acontecimentos
sigo preceitos, destilo sonhos
enquanto a poesia me espia
pela janela, atônita
ser silente é encontrar
a fala interior
aquela que, emudecida,
diz mais de mim
e preserva a voz e os sentidos
nos labirintos da lembrança.
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É PRECISO
é preciso eternizar as palavras
da liberdade
da alegria
dos sonhos a se anunciar
viver em função de si mesma
fazer acontecer e se libertar
é preciso dar asas
a novos projetos
a versos concretos
para que possam voar
nos céus da esperança
trazendo doçura
e tons de mudança
é preciso ser mais leve
e viajar no navio da esperança
ter um encanto em cada cais
gritar aos quatro cantos
que não quero mais
que não faço o que não quero
que vivo por mim e pra mim
é preciso acreditar
ter em quem confiar
e se jogar no abismo
sabendo que naquele momento
serei capaz de voar.
da liberdade
da alegria
dos sonhos a se anunciar
viver em função de si mesma
fazer acontecer e se libertar
é preciso dar asas
a novos projetos
a versos concretos
para que possam voar
nos céus da esperança
trazendo doçura
e tons de mudança
é preciso ser mais leve
e viajar no navio da esperança
ter um encanto em cada cais
gritar aos quatro cantos
que não quero mais
que não faço o que não quero
que vivo por mim e pra mim
é preciso acreditar
ter em quem confiar
e se jogar no abismo
sabendo que naquele momento
serei capaz de voar.
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