Gi

Gi

n. 1978 -- --

n. 1978-10-30, RJ

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Meu Poeta!


Meu poeta!
Só estou esperando que apareças,
Pois a certeza já está firmada,
Sua voz eu já escuto,
Suas palavras por mim tão sonhadas,
O simples toque soa suave,
Seu sonho e o meu entrelaçados,
A vida sem rumos determinados,
O amor pelo puro prazer de amar,
O doce do beijo só por tocar,
A mão que me desce e me desenha,
Meu sorriso sincero sem nada pedir,
O puro prazer que a palavra não diz,
Viver apenas para ser feliz,
Sem hora, sem pressa,
Sem noite nem dia,
Realizando a vida em poesia!


Gizelle Amorim
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Poemas

74

Quero chorar!

Essa vontade de chorar...

Não por dor, nem por amor

É por estar aqui, inteira e verdadeira.

Mostrando as poesias que falam dos meus sentimentos sufocados.

Escondi minhas emoções em rascunhos que hoje declaro.

Palavras de uma vida que ninguém leu.

Um sonho que quase morreu.

Fui poeta muda de uma platéia surda...

Até o dia em que gritei minha alma.

A magia que era secreta, agora é livre, poeta.





Gizelle Amorim















794

Fuga do inferno para os braços do poeta


Essa alma profana é meu refúgio.

Fuga!

Fujo para falar por mim.

Para ser livre.

Quero me expor sem pudor.

Vou além do proibido,

Me encanta o perigo.

Carrego o pecado comigo,

Mereço o castigo...

Se for no fogo eterno,

Festejarei no inferno... Com um plano traçado...

Seduzirei o capeta para vence-lo ,

cafajeste amador...

Com pouco feitiço, Destruído.

Almas livres... Em paz.

Sigo agora sem rumo,

Cega do destino, Sem paradeiro...

Até que senti a sua mão.

O amor que pacientemente esperei!

O poeta...

Meu sonho verdadeiro,

Luz da minha vida,

Anjo guerreiro.






Gizelle Amorim











































































































































































































840

Nós






Fui e voltei, encontrei-te.



Amor talhado,



Meu destino escrito,



Eras tu, amigo!



Meu sossego, minha paz.



Gracejos do destino, sábio e, inexplicável.



Do meu passado, meu fado.



A felicidade ao lado,



Sentimento calado.




és hoje meu grito,



Minha voz,



Eu e você,



Em um só pronome,



Nós.





Gizelle Amorim







713

O Poetinha que me fez chorar

Que falta me fez um choro!
Que alívio, sem nem saber o porquê!
Chorei sem me esconder,
Chorei para você!
Chorei as lágrimas mais alegres!
Desfiz minha fortaleza,
Declarei minha fraqueza.
Só eu pude sentir, emoção só minha!
Sua voz em meus ouvidos,
Como harpas ecoaram,
Sinfonia junto aos anjos...
Amáveis, puros, belos...
Eternizou com seu carinho,
O poetinha mais sincero!




Gizelle Amorim

838

Ciumento


Lá vai ele desconfiado,
Consumido por sua aflição,
Sofrendo por opção.


A realidade é invisível,
e para ele é algo impossível.
Sua loucura é uma verdade,
Por insegurança destorce os fatos.


Procura erros por vaidade,
Buscando encontrar um motivo,
Que destrua sua felicidade.


Gizelle Amorim

762

Eu, sem poesia


Mais que eu, não posso ser,
Só aprendi a ser assim,
Não espere mais de mim.


Se quer por fora,
Até mudo.
Mas não te iludo,
Eu vou embora.


Sem dizer hora,
Sem marcar dia,
Sem contar anos,
Desfaço os planos.


Ame quem você vê,
Desfaça o padrão.
Pois as vestes não serão minhas,
As palavras serão ditadas.
Minha fala decorada...
Minha voz abafada,
O amor sem fantasia,
A alma sem alegria,
A morte da poesia.


Gizelle Amorim

























866

Não me deixe só



Não me deixe aqui tão só,
Me leve junto!
Não carregue minha alegria.


Sozinha...
Não sinto nada,
Alma sem rumo, mente vazia,
Sorriso forçado...
Letargia.


Gizelle Amorim

991

Sem medida


Você com sua presença,
Mesmo distante, sem certezas...
Me faz mais alegre, confiante... Feliz!
Felicidade que não tem medida... Mas vê-se pela paz incoerente.
Sou guiada para negar a tristeza...
Esperar, confirmar e pular.


Gizelle Amorim

785

Esperança

O reflexo dita o meu ser?
Forte, confiante... Crua emocionalmente. E vulnerável se inocente.
Mundo impiedoso.
A pureza conduz à dor.
Poesia é fraqueza, é o mal do amor.
O cinza desafina a canção,
Joga na minha cara essa podridão.
Cirandas, rodas, crianças...
Das rosas mortas, espero sementes.
Esperança,
Sorrisos,
Tudo diferente.

Gi Amor

462

Amor maior...

Espero-te na madrugada,

Em cada amanhecer.

Que sempre sejamos,

Como fomos...

Seremos... Serenamente conscientes,

Da vida da gente.

No nosso tempo,

Pelo nosso templo,

Nossa história. 

Felizes, aos raios os comentários,

aos vampiros ordinários... Descaso.

Aos linguarudos... Surdos.

Bastamo-nos,

Além de todos, maiores que tudo. 

... Como nos livros,

Porém, vivos!



Gi Amor

442

Comentários (1)

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Honório Roque

Adorei suas poesias... Me chamou muita a atenção O Escorpião que não podia matar...