gioliveira

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n. 1981 BR BR

Sou uma apaixonada por livros desde criança, incentivada pela minha mãe que era professora. A escrita veio naturalmente como forma de aliviar a ansiedade que sempre me acompanhou. Meu sonho é publicar um livro com meus poemas.

n. 1981-02-01, Franca/SP

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O eterno fingir!

Você finge estar bem
Finge que ama
Finge no trabalho
E finge na cama.

Você finge tão bem
Que chega acreditar
Que tudo está bem
Só que não está.

Mas quem te conhece 
Finge não perceber
Que todo seu fingimento
É só um meio de sobreviver.

E fingindo todos estamos
Uns sem querer, outros querendo
E seguimos a vida assim
Num eterno fingimento.

(Gi Oliveira)
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Poemas

63

Meio sem querer!

Quem sabe assim de repente
Você meio distraido e contente
Encontre um amor de verdade
Que não te faça sofrer 
Nem sentir saudade
Daquilo que teve em outros amores.
Quem sabe assim de repente
Quase como quem não quer nada
Você o encontre na mesma calçada
Que você passava e não notava
Porque quase sempre 
Olhava pro chão.
Quem sabe assim de repente
Quase meio sem querer
Você desista de não ter
Alguem que te traga café na cama
E também diga que te ama
E que te queira merecer.
Quem sabe
assim
de repente...
(Gi Oliveira)
294

Me aceite!

Me puxe
E eu me livrarei
Me acompanhe
E eu te levarei
Me pode
E eu morrerei
Mas se me floresce
Eu te amarei.
Me deixes no vazio
E encontrarei "eco"
Me olhe nos olhos
E te mostrarei minh'alma
Me escondas a verdade
Que criarei meu mundo
Mas se me mostras seu "eu"
Te farei completo.
(Gislaine Oliveira)
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Penso, logo existo!

Alguém que eu conheço
Me diz que a vida é muito fácil
Que a gente é que complica
Que tudo é matemática
E que tudo se explica.
Mas na cabeça de quem pensa,
Pensa, pensa e não conclui
Uma pequena questão vira um problemão
Na cabeça e não evolui.
O pensamento tem vida própria
E a razão sabe o que é certo
Mas quando junta as duas coisas
É o coração que fica incerto.
Nem tudo é simples pra todo mundo
Nem tudo é fato absoluto
Pois um mais um nem sempre será dois
Pra quem se questiona antes e depois.
Concluindo a questão:
A luta é árdua
E exercício constante
Pra tentar se manter 
Coerente o bastante.
Mas não se deve deixar
Que a divergência existente
Consiga desvalorizar
O questionamento da gente.
(Gi Oliveira)
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CORASSIS

Parabéns Gi, acompanho suas poesias escreves com o coração. Parabéns! Abraço.