gui_aquino10

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n. 2001 BR BR

Amador, querendo críticas construtivas para se refinar.

n. 2001-08-22

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Anjo na Sarjeta

Brilho cru na luz do poste
Corpo nu na rua da morte.
Fazendo uma oração, jogado em uma poça
Ao seu lado um cão com um osso na boca.
Escória celeste jogada aos prantos
Descrente, inerte no lugar dos não-santos
Clamando aos céus que lhe dêem mais forças
Ao relento, deixado, no frio e sem roupas.
Pedindo aos céus, estorvo divino
Faminto, largado, sem brio e sozinho.
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Poemas

1

Moribundo

No âmago, o vazio
No estômago, a azia
Na penumbra, o vulto
Na bruma, o breu.
No senho e na tez, por vez
O senhor tens a vetustez
O ouvido escuta zumbidos
A visão os ziguezagues
Que mais tarde… cessarão.
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