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n. 1998 BR BR

Mero poeta

n. 1998-02-21, Bom Jesus

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O álcool

Não sei mais onde piso, minhas vista turvam demais em minha frente;
O álcool nas minhas veias, passeiam, minha cabeça voa vagamente.

Em direção onde lembro ao menos antes estava, estou caminhando;
Pensamentos a cada segundo em você, a casa sungando suspirando.

Se acaso lhe encontrar não me veja como fraco;
Fracos não bebem por amor, ainda mais com coração em pedaços.

Tentei juntar todos eles, pelo menos relembrar nossa última História;
Mas os outros pedaços não estavam mais em minha memória;

Ou seja maldita seja essa bebida, que por um segundo me traz você
E em um segundo á me tira.

Mentira mesmo do meu coração;
Se soubesse quanto dói não ter você, queria antes morar com a solidão.
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Poemas

1

O álcool

Não sei mais onde piso, minhas vista turvam demais em minha frente;
O álcool nas minhas veias, passeiam, minha cabeça voa vagamente.

Em direção onde lembro ao menos antes estava, estou caminhando;
Pensamentos a cada segundo em você, a casa sungando suspirando.

Se acaso lhe encontrar não me veja como fraco;
Fracos não bebem por amor, ainda mais com coração em pedaços.

Tentei juntar todos eles, pelo menos relembrar nossa última História;
Mas os outros pedaços não estavam mais em minha memória;

Ou seja maldita seja essa bebida, que por um segundo me traz você
E em um segundo á me tira.

Mentira mesmo do meu coração;
Se soubesse quanto dói não ter você, queria antes morar com a solidão.
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