Biografia
Em Maio de 2019, publiquei meu primeiro livro: "Caos Estrelado" (Viseu). Na edição 85, Outubro 2019, da revista literária eletrônica "InComunidade" de Portugal, foram publicados seis poemas do livro. Participei das antologias poéticas: "Palavra é arte -poesias, 49ª edição" (Palavra é arte), "40 graus de versos" , "Fruto do teu ventre" e "Irmãos das letras" (EHS) , "Tempo para o amor" , "O Mundo parou - Relatos do período da pandemia" e "Amor em poesia" (Perse -Projeto Apparere), "Poesias para a nova década" (Casa Literária) e "Soturnos - Volume 5 - A Beleza das Trevas" (Círculo Soturnos). Em Setembro publiquei meu livro: "Gaivotas na Selva de Neon" (Viseu).
Poemas
2ESTRADA
A estrada
É só um ponto
De encontro
No horizonte.
Onde ela conduz,
Diz meu coração.
No entanto,
A estrada chama
E acende chama
De pura ilusão.
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SEJAM FELIZES (SE PUDEREM)
Feliz Natal para vocês
Que ficam
E um próspero Ano Novo.
Que se reúnam
Com suas famílias
No dia de Natal
E no Réveillon
E sejam tão felizes
Quanto mereçam.
Não se importem comigo.
Sou um pobre cão vira lata,
Que nunca fez mal a ninguém,
Mas por estar perambulando
À cata de restos de comida
Num supermercado,
Onde vocês compram todas estas comidas
Que consomem nestes dias festivos
E nos não festivos também,
Fui atraído e traído por um naco de mortadela envenenada.
Em seguida, fui brutalmente agredido
E embora tenha sido socorrido
Não resisti aos ferimentos e morri.
Feliz Natal e próspero Ano Novo
Para quem fica
Pois eu vou para um lugar melhor
Onde não tenha que catar restos de comida
Para sobreviver.
Vou para as estrelas.
Fica minha alegria de viver,
Mesmo miseravelmente
E que alguém onipotente,
De repente,
Tenha pena de vocês.
Que ficam
E um próspero Ano Novo.
Que se reúnam
Com suas famílias
No dia de Natal
E no Réveillon
E sejam tão felizes
Quanto mereçam.
Não se importem comigo.
Sou um pobre cão vira lata,
Que nunca fez mal a ninguém,
Mas por estar perambulando
À cata de restos de comida
Num supermercado,
Onde vocês compram todas estas comidas
Que consomem nestes dias festivos
E nos não festivos também,
Fui atraído e traído por um naco de mortadela envenenada.
Em seguida, fui brutalmente agredido
E embora tenha sido socorrido
Não resisti aos ferimentos e morri.
Feliz Natal e próspero Ano Novo
Para quem fica
Pois eu vou para um lugar melhor
Onde não tenha que catar restos de comida
Para sobreviver.
Vou para as estrelas.
Fica minha alegria de viver,
Mesmo miseravelmente
E que alguém onipotente,
De repente,
Tenha pena de vocês.
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Comentários (1)
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Muito grato. Não escolhemos o que somos, mas ser poeta me deixa feliz.