Em Maio de 2019, publiquei meu primeiro livro: "Caos Estrelado" (Viseu). Na edição 85, Outubro 2019, da revista literária eletrônica "InComunidade" de Portugal, foram publicados seis poemas do livro. Participei das antologias poéticas: "Palavra é arte -poesias, 49ª edição" (Palavra é arte), "40 graus de versos" , "Fruto do teu ventre" e "Irmãos das letras" (EHS) , "Tempo para o amor" , "O Mundo parou - Relatos do período da pandemia" e "Amor em poesia" (Perse -Projeto Apparere), "Poesias para a nova década" (Casa Literária) e "Soturnos - Volume 5 - A Beleza das Trevas" (Círculo Soturnos). Em Setembro publiquei meu livro: "Gaivotas na Selva de Neon" (Viseu).
Entre a cruz e a espada, Neste tempo de gandaias, Fico com a cruz com ponta, Feito espada, para dar conta De toda e qualquer parada.
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GUARDA - CHUVA
Guarda - chuva abandonado Na sarjeta, desengonçado, Preto, desconjuntado e sem função. Descartado na última chuva, Acompanhado de um palavrão.
Guarda - chuva tolerado, Enquanto objeto de ocasião. Passada a chuva, mero estorvo, Até esquecido e recuperado.
Guarda - chuva que não guarda da chuva, O vento descobre seu talento: Infla seu corpo de vida; Feito vela de navio sem rumo, Busca caminhos, sem direção.
Guarda - chuva ressignificado, Pelo vento foi aproveitado. Tornou-se ente poético, Pois ficou sem utilização.