jorgejacintojr

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"Escrevo por não dominar o sufocar da palavra em meu peito"

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Controle do Tempo

Controle do Tempo

Tudo que é vivo
Tem sua eternidade,
Por isso não devemos
Viver aqui sofrendo.
Mesmo que esta verdade
Acabe com seu fim,
A melhor maneira
De controlar o tempo
é a vida vivendo.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
[email protected]
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Poemas

83

Paciência com o Amor



 

Não importa o que era

Ou quanto tempo se passou,

No final um começo feliz,

Compensa o cansaço

Da espera que acabou.
19

Amor Proibido

Amor Proibido

 

Perturba-me não poder apaixonar-te.

O desejo é sedutor artifício,

Para sempre me contrariar.

 

Jorge Jacinto da Silva Jr.
23

Minha Maior Traição

Minha Maior Traição


De tantos fartos planos

Sem nenhuma simples ação

Para qualquer destes me enganar.

Factuais perceptíveis enganos 

Qual está minha maior traição,

A ilusão de até o fim não tentar.

 

Jorge Jacinto da Silva Jr.
24

Um Olhar

Um Olhar

Janela da alma
Estrelas gêmeas 
Batem palmas
Ao te ver plena
Quase silenciosa
Em instante único se faz
Para mim obra valiosa 
Seu ímpeto íntimo olhar.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
30

Ciúmes

Ciúmes

Ciúmes sou imune
Acho quanto ao Amor
Para este seja um crime
Talvez por isso me ame
Muito mais que imagine.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
21

Dores do Mundo

Dores do Mundo 

Muitas vezes vem a ser inevitável

Aprendermos a nos tornar nulos, 

Visto que, não é nada saudável 

Assumir todas as dores do mundo.

 

Jorge Jacinto da Silva Jr.
22

Dores...

“Dentre todas as dores, as que doem,
são as quais menos me incomodo”.

Jorge Jacinto da Silva Jr.
20

Tropeçadas

Tropeçadas

Na vida de nada me arrependo.
Não vivo em mim este medo.
Quanto mais a vida me bate,
Mais que com ela aprendo.

 
Jorge Jacinto da Silva Jr.
19

Prudências Afetivas

Prudências Afetivas

Amar não é ter pena
Por mais que se entenda
Cuidados dessa maneira
As minhas preocupações
São todas por puro amor
E não coisas pequenas


Jorge Jacinto da Silva Junior
19

O Astronauta

O Astronauta

 

Vejo a Terra nesta vastidão

De muitos brilhos e pouca luz

O silencio deste vácuo se faz ato

Que pouco de qualquer coisa traduz

Repenso em mim longe de casa

O homem que por vezes foi ao espaço

 Nunca de dentro de si desvendou 

Dos seus buracos todos seus espaços 

 

Jorge Jacinto da Silva Junior.
21

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