Lista de Poemas
Beijo de Anjo
Beijo de Anjo
Por mais cansativo
Que tenha sido meu dia
É no seu abraço que
Minha vida se alivia.
Criança, meiga menina,
Traz a mim os motivos
De ser um novo homem
Ao nascer de cada dia.
Nas maças rosadas
Do seu belo rosto
Aprendo o gosto
Do que é viver.
Entendo sem muitas
Palavras que é muito
mais que amor
o que sinto por você
A fonte de toda
Minha mais profunda
e doce alegria
É a felicidade sua.
Une-me a alma ao espírito
Beijo de um anjo
Beijo Divino
Suave beijo de Julia
Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior
Por mais cansativo
Que tenha sido meu dia
É no seu abraço que
Minha vida se alivia.
Criança, meiga menina,
Traz a mim os motivos
De ser um novo homem
Ao nascer de cada dia.
Nas maças rosadas
Do seu belo rosto
Aprendo o gosto
Do que é viver.
Entendo sem muitas
Palavras que é muito
mais que amor
o que sinto por você
A fonte de toda
Minha mais profunda
e doce alegria
É a felicidade sua.
Une-me a alma ao espírito
Beijo de um anjo
Beijo Divino
Suave beijo de Julia
Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior
66
Frase: A Mente cansada...
“A mente cansada,
fica por falsas verdades,
envenenada”.
Jorge Jacinto da Silva Junior
fica por falsas verdades,
envenenada”.
Jorge Jacinto da Silva Junior
57
Frase: A Alegria...
“A alegria espontânea,
consola o coração
Que por amor clama”.
Jorge Jacinto da Silva Junior
consola o coração
Que por amor clama”.
Jorge Jacinto da Silva Junior
9
Poesia: 25 Horas
Vinte e Cinco Horas
Penso como sobreviver aqui
No vazio dentre quatro paredes,
Sem saber ao certo se sentes
O mesmo que eu sinto por ti.
Nesta reflexão da vida decidi,
Que desisto de desistir de você.
Motivos os quais nem eu mesmo
Consigo explicar os porquês.
E no dia de agora, quando te peço
Para de minha vida ir embora,
Ainda te odeio por cinco segundos
Mas te amo por vinte e cinco horas!
Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior
Penso como sobreviver aqui
No vazio dentre quatro paredes,
Sem saber ao certo se sentes
O mesmo que eu sinto por ti.
Nesta reflexão da vida decidi,
Que desisto de desistir de você.
Motivos os quais nem eu mesmo
Consigo explicar os porquês.
E no dia de agora, quando te peço
Para de minha vida ir embora,
Ainda te odeio por cinco segundos
Mas te amo por vinte e cinco horas!
Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior
52
Princípio de Eros
Princípio de Eros
Noite meio clara... como se insinuasse
As idéias mais intimamente secretas,
As quais um dia, não obstante nos prometemos
Em confidentes e calorosas declarações.
O começo habitou o tempo necessário,
Para sobrevir sem atropelos da ansiedade.
Singelo como composto em suave poesia,
História a qual estava apenas por despertar.
Contudo, o princípio não era para ser nada!
Mas nem sempre escrevemos nossos tramas,
Com a particularidade de nossas próprias palavras,
E não dominamos o que o destino nos reserva.
Mas não foi porventura de algo incerto,
Que você surgiu em minha vida sem pretensões.
Quente como o sol que pela janela aquece
As cortinas brancas entre abertas de meu quarto.
Disposta carinhosa à mesa a garrafa de vinho suave.
É a prova circunstancial que os ânimos excitados
Estão irredutíveis à espera oportunamente calada,
De seus enigmas que se revelam sorrateiramente
Pasmo... admirando cada qual os seus detalhes.
Aquieto... sonhando acordado em seu colo.
Sinto seu prazer perfumando meu corpo
Convidando-me para silenciosamente te amar.
Entrego-me a tentação clamando quase mudo seu nome,
Deixando minha vingança vir a sua face cheia de vergonha,
Aprisionando o tempo que neste momento é dispensável.
Não cultivando mais pequenos gestos de inútil medo.
O televisor fora do ar, deixado ao abandono...
Acusa o tardar das horas as quais passaram despercebidas.
Transparentes e incontáveis ao relógio sem pilhas,
Que repousa prático e inerte ao fútil criado mudo.
Na hesitação da cama, comportamos nossos sorrisos,
Acalmando delicadamente àquela primeira ansiedade,
A qual incontrolável atingia dominante o íntimo da alma.
O desejo de te possuir completa e aflora agora o coração.
Murmuro ao seu ouvido, segredos que te causam arrepios.
Uma explosão de vontades, e um gozo antes contido,
Desprendem-se em uma luta de pés descalços e quentes,
Perdendo-se na fragilidade da relva de suas escassas vestes.
Cavalga! Entregue-se descontrolada em corpo pouco suado.
Despindo-me em leves toques de seus lábios macios,
Entorpecendo minhas veias com a poção do amor
De quem sabe seus segredos generosamente revelar.
Cubra-me com os apelos de seu corpo cálido!
Vista-me com apenas o toque de seus pudores!
Provoca-me o retorcer de músculos não conhecidos,
Sensível a sua pele com perfume todo particular.
É passional este vigor entusiasmado que nos vence o juízo!
Beirando a correnteza do rio da loucura, e mais que de repente...
Vem com intensidade um tremor vindo de dentro,
E as pernas sem domínio tremem involuntárias à vontade.
Quero agora mergulhar na maciez de seus seios...
Permanecer na calmaria do êxtase chegado,
E no seu olhar levemente sonolento...
Humildemente confessar todo meu amor.
Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior
Noite meio clara... como se insinuasse
As idéias mais intimamente secretas,
As quais um dia, não obstante nos prometemos
Em confidentes e calorosas declarações.
O começo habitou o tempo necessário,
Para sobrevir sem atropelos da ansiedade.
Singelo como composto em suave poesia,
História a qual estava apenas por despertar.
Contudo, o princípio não era para ser nada!
Mas nem sempre escrevemos nossos tramas,
Com a particularidade de nossas próprias palavras,
E não dominamos o que o destino nos reserva.
Mas não foi porventura de algo incerto,
Que você surgiu em minha vida sem pretensões.
Quente como o sol que pela janela aquece
As cortinas brancas entre abertas de meu quarto.
Disposta carinhosa à mesa a garrafa de vinho suave.
É a prova circunstancial que os ânimos excitados
Estão irredutíveis à espera oportunamente calada,
De seus enigmas que se revelam sorrateiramente
Pasmo... admirando cada qual os seus detalhes.
Aquieto... sonhando acordado em seu colo.
Sinto seu prazer perfumando meu corpo
Convidando-me para silenciosamente te amar.
Entrego-me a tentação clamando quase mudo seu nome,
Deixando minha vingança vir a sua face cheia de vergonha,
Aprisionando o tempo que neste momento é dispensável.
Não cultivando mais pequenos gestos de inútil medo.
O televisor fora do ar, deixado ao abandono...
Acusa o tardar das horas as quais passaram despercebidas.
Transparentes e incontáveis ao relógio sem pilhas,
Que repousa prático e inerte ao fútil criado mudo.
Na hesitação da cama, comportamos nossos sorrisos,
Acalmando delicadamente àquela primeira ansiedade,
A qual incontrolável atingia dominante o íntimo da alma.
O desejo de te possuir completa e aflora agora o coração.
Murmuro ao seu ouvido, segredos que te causam arrepios.
Uma explosão de vontades, e um gozo antes contido,
Desprendem-se em uma luta de pés descalços e quentes,
Perdendo-se na fragilidade da relva de suas escassas vestes.
Cavalga! Entregue-se descontrolada em corpo pouco suado.
Despindo-me em leves toques de seus lábios macios,
Entorpecendo minhas veias com a poção do amor
De quem sabe seus segredos generosamente revelar.
Cubra-me com os apelos de seu corpo cálido!
Vista-me com apenas o toque de seus pudores!
Provoca-me o retorcer de músculos não conhecidos,
Sensível a sua pele com perfume todo particular.
É passional este vigor entusiasmado que nos vence o juízo!
Beirando a correnteza do rio da loucura, e mais que de repente...
Vem com intensidade um tremor vindo de dentro,
E as pernas sem domínio tremem involuntárias à vontade.
Quero agora mergulhar na maciez de seus seios...
Permanecer na calmaria do êxtase chegado,
E no seu olhar levemente sonolento...
Humildemente confessar todo meu amor.
Autor: Jorge Jacinto da Silva Junior
64
Poesia: Da Janela
Da Janela
Debruçada feito namoradeira.
Esperando acalmar os absurdos,
De uma pandemia que se rasteja,
À Terra interna sem pena.
A janela não é mais sua janela
Sim porta para outros mundos.
Jorge Jacinto da Silva Junior
Debruçada feito namoradeira.
Esperando acalmar os absurdos,
De uma pandemia que se rasteja,
À Terra interna sem pena.
A janela não é mais sua janela
Sim porta para outros mundos.
Jorge Jacinto da Silva Junior
8
Poesia: 15 Primaveras
15 Primaveras
Dos pequenos passos desequilibrados...
Ao singelo sorriso meigo de criança,
O tempo passou como brisa suave de primavera.
Perfumando o ar com sua doce fragrância.
Agora, a semente delicada transformou-se,
Aos olhos de quem a contempla, em linda flor.
Com uma beleza singular rejuvenesce a vida.
Irradia felicidade no reflexo do amor.
Jorge Jacinto da Silva Junior.
Dos pequenos passos desequilibrados...
Ao singelo sorriso meigo de criança,
O tempo passou como brisa suave de primavera.
Perfumando o ar com sua doce fragrância.
Agora, a semente delicada transformou-se,
Aos olhos de quem a contempla, em linda flor.
Com uma beleza singular rejuvenesce a vida.
Irradia felicidade no reflexo do amor.
Jorge Jacinto da Silva Junior.
63
LIBERTE-SE
Liberte-se
Não se pode guardar no presente certas marcas
Mesmo que a dor seja mais profunda que os sorrisos
Não se devem manter cravadas na pele essas farpas
Viver do passado de longe nunca foi o melhor caminho
Assassinamos nosso tempo
Perdemos nossa tranqüilidade
Crucificamos nossos sonhos
Não vivemos mais o momento que nos prepara o futuro
Limitamos todo nosso amanhã a irreais incertezas
Matamos com isso a esperança num psicótico surto
Que mina as bases de nossa vida com desapercebida sutileza
Amputamos nossa felicidade
Destruímos nosso respeito
Traímos nossas perspectivas
Ninguém pode ser feliz sem acreditar em seu potencial
Uma vez que na vida se evolui praticando o otimismo
É necessário crer que tudo em você se faz muito especial
Quando se planta o amor cultivando no rosto um lindo sorriso
Jorge Jacinto da Silva Junior
Não se pode guardar no presente certas marcas
Mesmo que a dor seja mais profunda que os sorrisos
Não se devem manter cravadas na pele essas farpas
Viver do passado de longe nunca foi o melhor caminho
Assassinamos nosso tempo
Perdemos nossa tranqüilidade
Crucificamos nossos sonhos
Não vivemos mais o momento que nos prepara o futuro
Limitamos todo nosso amanhã a irreais incertezas
Matamos com isso a esperança num psicótico surto
Que mina as bases de nossa vida com desapercebida sutileza
Amputamos nossa felicidade
Destruímos nosso respeito
Traímos nossas perspectivas
Ninguém pode ser feliz sem acreditar em seu potencial
Uma vez que na vida se evolui praticando o otimismo
É necessário crer que tudo em você se faz muito especial
Quando se planta o amor cultivando no rosto um lindo sorriso
Jorge Jacinto da Silva Junior
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