Josimar Heureca

Josimar Heureca

n. 1966 BR BR

Doutorando no PPGLE da UFCG. Mestre em Linguagem e Ensino (UFCG). Licenciado em Língua Portuguesa (UFCG). Especialista em Literatura e Ensino (IFRN) e em Ciências da Linguagem com ênfase em Língua Portuguesa (UFPB). Profissional de Letras: Língua e Literatura, atuando principalmente nas seguintes áreas: estudos interculturais e ensino; intercompreensão de línguas românicas; dramaturgia. É membro do Grupo de Pesquisa Laboratório de Estudos de Letras e Linguagens na Contemporaneidade (CNPq/UFCG).

n. 1966-11-25, http://josimaralves.blog.uol.com.br/

Perfil
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Biografia
Doutorando no Programa de Pós-Graduação em Linguagem e Ensino pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Mestre em Linguagem e Ensino pelo PPGLE da UFCG. Licenciado em Língua Portuguesa pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG). Especialista em Língua Espanhola (Unisignorelli); Língua Brasileira de Sinais -LIBRAS (FMU); Literatura e Ensino (IFRN); Ciências da Linguagem com ênfase em Língua Portuguesa (UFPB). Profissional de Letras: Língua e Literatura, atuando principalmente nas seguintes áreas: estudos interculturais e ensino; intercompreensão de línguas românicas; dramaturgia. É membro do Grupo de Pesquisa Laboratório de Estudos de Letras e Linguagens na Contemporaneidade (CNPq/UFCG).

Poemas

9

O mundo

O mundo pode ser melhor
O mundo pode ser
O mundo pode
O mundo
O


Josimar Alves
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Sei lá

Sei lá...
A gente pensa...
Parece que o sentido das coisas ficam com não sei o que...
O gosto, o rosto, desejo se esvai...
A mágoa brota e a decepção marca terreno...
E então sei lá...
Oásis e abismo se coadunam...
O mundo se torna um frenesi...
A luz ainda não se apagou...
Sei lá, não sei, sei lá...
by Josimar Alves, publicado em 06/08/2011 no
blog: http://josimaralves.blog.uol.com.br/


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Indefesos

Até quando crianças, mulheres e idosos serão vilipendiados?
Até quando os algozes ficarão impunes?
Até quando haverá brechas nas leis para deixar livres os assassinos facínoras?
Até quando existirão advogados para defender monstros atrozes?
Até quando pagaremos por prisões abruptas?
Até quando clamaremos por segurança?
Até quando o sangue dos inocentes será derramado?
Até quando ?
by Josimar Alves, publicado em 22/06/2011 no blog: http://josimaralves.blog.uol.com.br/
1 796

Plácido

Plácido é o orvalho da manhã, no vento que sopra em todas as direções.

Plácido é o entardecer, no sol que se despede da jornada.

Plácido é o silêncio, na madrugada que indica o recomeço.
2 816

Mãe

Mãe um nome forte.
Sensível como uma borboleta, e linda como uma flor.
És abençoada por Deus, lutas sempre com amor.
Mãe, para você não há barreiras,
Sempre existe a esperança.
Você ensina a todos com alegria a ser criança.
Quando crescemos você continua lá, dando conselhos,
E quando envelheces nós é que estaremos a te dar
nossos beijos.
Mãe és a bondade de Deus,
A benção de Nosso Senhor,
Tu és à força de um Leão,
E a simplicidade de um beija-flor.
Parabéns por todos os dias,
Porque tu és a campeã da vida e do amor.



3 004

Laços

Laços se formaram contra mim,
Laços foram lançados sobre mim,
Laços tentaram me prender,
Apenas esqueceram que a luz vence as trevas!
Sempre!!!
by Josimar Alves. Publicado em 13/09/2011 no http://josimaralves.blog.uol.com.br/
1 534

Sol

Sol

Solto

Solícito

Solfejava

Soltamente
3 228

Silenciar!!!

Silenciar não é fácil, pois somos bombardeados a todo instante.
Silenciar simplesmente um dom.
Silenciar é a capacidade que cada um tem de refletir sobre si mesmo.
Silenciar consiste numa viagem do macro para o micro e do micro para o macro.
Silenciar revela nossa autonomia e autoridade.
Silenciar aparentemente nos torna frágil.
Silenciar nos leva a um turbilhão de emoções.
Silenciar exige doação.
Silenciar sempre para amar.
Silenciar apresenta exemplo.
Silenciar mostra o herói ou heroína.
Silenciar sobre tudo e sobre o nada.
Silenciar na dor.
Silenciar no amor.
Silenciar no cheiro.
Silenciar no prazer.
Silenciar na humildade.
Silenciar na cumplicidade.
Silenciar para encontrar a Deus.
Silenciar só silenciar.
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Nunca mais

Nunca mais pronuncie nunca;
Nunca mais diga que não terá outra pessoa;
Nunca mais fale que não é interessante;
Nunca mais pense que você não é feliz;
Nunca mais abandone seus desejos;
Nunca mais escreva sua velhice;
Nunca mais converse sobre dificuldades;
Nunca mais dialogue com o nada;
Nunca mais toque na raiva;
Nunca mais prove do medo;
Nunca mais arranje falsos amigos;
Nunca mais improvise no amor.
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Mayra
Mayra

Seus poemas são tocantes e sugerem profundas reflexões n'alma.