O DIA
O dia que laço e faço
O dia que traço e passo
Pro dia que enfoco e anoto
È dia que paro e troco
Meu dia que amargo... eu volto
Em dia com o nosso projeto
Que dia secreto! E reto
Que dia tão lindo, acerto
No pingo do dia concreto
Que virá programa, o dia
Que virá tamanho e veto
Do dia que arranco, manco
Mas saio do dia, franco
Pra vida que irradia e finda
Com o vil dia a dia infindo
Que paz tão honrosa que havia
Receita de prosa e companhia
Que eu não solicito o dia da solidão
Convicto, sou dia do apito de trem
Passeio nas margens que vêm
Do dia e das tardes de alguém
Que muito me quer... e bem
Que dia solícito, vem!
Que o dia te espera também
O dia do encanto Zen
O dia acalanto, amém
O dia do canto
Na face do entanto, que apronto
Pro final, que eu, pronto
Hei de abdicar, no Tao
Do dia raiz
Do mal
O dia que traço e passo
Pro dia que enfoco e anoto
È dia que paro e troco
Meu dia que amargo... eu volto
Em dia com o nosso projeto
Que dia secreto! E reto
Que dia tão lindo, acerto
No pingo do dia concreto
Que virá programa, o dia
Que virá tamanho e veto
Do dia que arranco, manco
Mas saio do dia, franco
Pra vida que irradia e finda
Com o vil dia a dia infindo
Que paz tão honrosa que havia
Receita de prosa e companhia
Que eu não solicito o dia da solidão
Convicto, sou dia do apito de trem
Passeio nas margens que vêm
Do dia e das tardes de alguém
Que muito me quer... e bem
Que dia solícito, vem!
Que o dia te espera também
O dia do encanto Zen
O dia acalanto, amém
O dia do canto
Na face do entanto, que apronto
Pro final, que eu, pronto
Hei de abdicar, no Tao
Do dia raiz
Do mal