Nasci dia 06/01/1980, na cidade de João Monlevade MG, a paixão pela leitura e escrita me abraçou ainda na infância, onde destaquei um amor incondicional pela poesia.
O silêncio me faz falta, nele me perco, me esqueço flutuo nos meus pensamentos, me isolo dos temores, no silêncio me encontro, me distancio. o ruído me incomoda me desorienta, me atormenta, tira meu rumo arranca meus pés do chão, porisso, ainda prefiro o silêncio por ele me oriento me frequento me explico justifico minhas falhas, suas falhas, me julgo, me sentencio, me livro me decifro me encanto desencanto.
As ruas estão desertas de sorrisos, de passos Os braços não se tocam, os olhos se escondem Não a visita nem passeios A boca perdeu a cor atrás da mascara. Um pedaço de pano, que pode salvar. A corrida acabou, o ultimo acorde do meu som O medo toma conta dos corações E quem não tinha fé, Se ajoelha e pede socorro, a um Deus desconhecido E implora, se desespera e chora Se agarra a certeza, de que a cura vem do alto Desenvolve uma fé como nunca fez, se descobre, se encobre e a ganância continua lá a ignorância também a casa se torna um porto seguro a família retoma seu posto não há fuga, nem socorro e o jogador não esta mais no pedestal, deu espaço pra doutores, de jaleco e avental e a rua é insegura o desespero predomina e o coração anda triste, inseguro e os braços estão vazios o corpo está frio, sem o calor do outro os afazeres não importam mais o trabalho ficou pra outro dia se der pra fazer deu, se não tanto faz e o amanhã ficou distante e incerto. O ar se tornou transporte do inimigo e ainda tem gente olhando o próprio umbigo as mão não abençoam, não trazem segurança não há proteção, e a luta é contra um inimigo invisível poderoso, destruidor, está nos vencendo nos destruindo, derrubando crenças devolvendo reflexões, trazendo de volta quem estava distante devolvendo amor aos corações e a fé continua ali gritando, implorando pra sair dando forças, esperanças, mostrando que as vezes, o socorro, vem de onde não se espera vir..