Leonardo Luiz Ludovico Póvoa

Leonardo Luiz Ludovico Póvoa

n. 1974 BR BR

n. 1974-07-01, Palmas

Perfil
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MEU AMOR

(Dedico a um anjo que passou em minha vida)


Nos ventos,
o perfume das rosas.
Essência magistral,
regendo a beleza das formas.

Cor.

Sensibilidade.

Doçura...

Ao menos para mim.

Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
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Poemas

38

SANTO RANCHO

Meus sonhos foram se transbordando em lágrimas
Os olhos em um imenso mar...
Presença de grandes ilhas, terras
Fui-me afogando
Minhas lágrimas insistentes a encher...

Ausência que me leva a embriagar
Sua presença ensinando-me a sonhar

Belo e gracioso momento teve na Semana Santa, santa a semana
Seus afagos
seu cheiro
seu gosto
seu corpo
Flutuo meu pequeno barco à deriva
estava no mar de minhas lágrimas
que insistiam em criar
Tristeza e Melancolia

Resolvi partir
criar novos sonhos e abastecer em sorriso, felicidade e amor.

Novos mares
Azul a alma
Branco nosso sentimento.
Minha mente alerta o coração
Esqueça as dores
Viva o presente amor...


Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
727

MEU JARDIM

O QUE SERÁ?
A natureza tem cenários que não sabemos explicar,
Onde hoje, pela manhã, um pássaro que sempre houve de cantar,
Resolveu querer em minha casa adentrar.
Insistiu várias vezes a minha janela bicar, Relutando com seu bico para que eu pudesse escutar. Portanto, de tanto insistir, alçou seu vôo sem nem mesmo eu te observar.
Onde nunca, em 6 anos desta casa, um pássaro tentou algo me avisar.
O que será que a natureza tem a falar?
894

A FESTA

Hoje
uma ilimitada vida
Felicidade e alegria
em nossa existência.

A pequena Via-Láctea desvendando
os mistérios deste amor
dentro do meu corpo
animal
humano
terreno e de cor cinza.

Encontro de seu formoso sorriso
Alegria em contemplá-lo
Imensa a satisfação dos meus, que aqui, distraídos
a expressar o buraco negro da clareza desses seus.
Assombra-me e satisfaz.

Nos olhos tua claridade de verdadeira fé e desdém.
Insisto em te querer e odiar.
Eis apenas, um presente.


Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
860

VERDES MATAS

O azul do céu ilumina
O amarelo sol de sua alma
Ainda cândida e singela.

Em teus lábios
Doce
A brancura do primeiro beijo
Que me fizeste ter com a lua.

Lembro-me
Teus afagos de criança menina.
Mel,
Que meus olhos se lambuzaram.

Hoje, Mulher...
794

LEGIS

Vida,
obra divina.

Poema,
magia.

Trabalho,
terapia.

O amor,
filosofia.


Leonardo Luiz Ludovico Póvoa



924

GAUCHOS

Branco.

As luzes
escuras.

Mecânicos ao portão.

Na voz, uma estrela.
Na tela, uma lua.
Na vida momentânea,
um violão.

Agora, aqui
não homem
somente pássaro...

Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
864

CANTIGA A BRASÍLIA

Deixo minha terra natal
em busca junta fraternal
Eis-me aqui, Brasília
ordem, progresso e moral

Encontro à verdadeira natureza
entrelaçada às pedras verticais construídas
e maltratadas pelos homens.

Belos sons de cantigas eletrônicas
Rezas em ondas sonoras
Os pássaros gritam seu perdão
O sol em procissão ao seu finito infinito

Agora, sinto, aqui, presente
Embriagado pela graça,
Rebuscando cores e fantasias no papel.

No corpo o desejo ardente
de um sexo empolgante e fascinante
que foi traído pelas paredes verticais
do universo brasiliense, frio e calculista.

Juntei a mente ao corpo
Beleza singular e prima do sossego
Confortando meu desejo carnal.
Oh, Mulher, tu ainda, não conheceste
a vivacidade eterna de um carinho amigo.
As rosas, como dizem, são tuas irmãs
e sempre serão
Coloridas, fogosas, cheirosas
Espinhentas e venenosas ao toque do olhar.

Reencontro dos amigos
estes deram a mente à certeza de registrar nossos fatos
Goles frenéticos de um jovem eloqüente
pela graça que a vida nos apresenta
Histórias, foi buscar.

Divertimos como crianças no parque
a deslizar nossas memórias em escorregadores e balanços
onde ainda brincam todos.
O tempo levou-os, como leva o doce de nossa boca
enquanto degustamos seu gosto

Amei aquela que feriu meu corpo
Toquei- a como o vento
que nos alimenta e parte em busca de novas vidas...
Encontro com minha alma
esta as asas do anjo para o tempo

Meu corpo, mente e alma
Trindade benevolente
Alma que levanta meu corpo
rega minhas emoções e paixões
a limites que a terra me propiciou.

Sinto um bicho,

um bicho.
O entardecer vem chegando em minha trindade
Seu silêncio é inimaginável
Bem como suas cores que a cada segundo recria e cria
outras novas cores, singulares e impróprias.

Peço em sagrado coração
que leve, leve-me contigo
para poder entender porque somente sabem amar
os que não tem razão para fala.

Leonardo Luiz Ludovico Póvoa
881

CHOOP 10

Um lugar à lua.
Mesas vermelhas,
copos amarelados
tecidos brancos.

Jabuticaba verde.
Som colorido...
Ao meu lado,
o segredo de minha música.

Leonardo Luiz Ludovico Póvoa

Multicores,
ou única cor:
Transparente.
Assim eu via...
875

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