Lista de Poemas
O velho e seu banco
Entre todos os bancos aquele era o recinto que o velho procurava.
abandonado pelas licenças do dia a dia, o banco tão concreto que talvez se encontrasse
a paz mais poetica, mais lúcida e, a mais significativa para o velho.
abandonado pelas licenças do dia a dia, o banco tão concreto que talvez se encontrasse
a paz mais poetica, mais lúcida e, a mais significativa para o velho.
180
Entre me e o desejo de ser
Entre o desejo de ser algo digno de existir, estava o desejo de querer ser eu
Não mentiram os poetas que se indiganaram com a mundança do presente,
Não seria melhor viver na escrita? Por que pensar que existe uma mudança é a melhor solução?
Perguntas que o poeta fizera para si.
Não mentiram os poetas que se indiganaram com a mundança do presente,
Não seria melhor viver na escrita? Por que pensar que existe uma mudança é a melhor solução?
Perguntas que o poeta fizera para si.
204
O velho e seu banco
Entre todos os bancos aquele era,
talvez o recinto que o velho procurava
A paz tão poetica, tão lúcida, tão raso de instrumentos frágeis.
talvez o recinto que o velho procurava
A paz tão poetica, tão lúcida, tão raso de instrumentos frágeis.
215
Lagrimas sensíveis
Chorar quando não puder mais
Abraçar quando puder ouvir os sussuros,
A dor se tornou inevitavél, mas as lagrimas fora sensivel...comigo.
A tristeza fora romantizada pelas dores...das lagrimas sensiveis
Quem dera aquela beijo ainda fizesse parte da cura para a dor, lagrima sensivel.
Tudo o que se perdera, foram lagrimas sensiveis, ainda que eu pudesse encontra-la nos cortejos dos bares.
Tudo fora lagrimas sensiveis.
Abraçar quando puder ouvir os sussuros,
A dor se tornou inevitavél, mas as lagrimas fora sensivel...comigo.
A tristeza fora romantizada pelas dores...das lagrimas sensiveis
Quem dera aquela beijo ainda fizesse parte da cura para a dor, lagrima sensivel.
Tudo o que se perdera, foram lagrimas sensiveis, ainda que eu pudesse encontra-la nos cortejos dos bares.
Tudo fora lagrimas sensiveis.
199
Sem memória
Negaram minha ancestralidade,
dividiram minhas histórias
Ocultaram minhas memórias, e porque?
Digo o porquê, porque falharam em redefinir minhas memórias,
Falharam em negar a real história,
Falharam ao apagar os caminhos que me trouxeram aqui,
Todos os caminhos foram e são a minha história, digo sem a memória, mas com a memória de que todo o suor, todo o brilho de minha árdua e ressecada pele, do suor derramado pelo o sol .
Digo que a minha memória é a sem memória de pessoas que perderam suas identidades nesses fins e vastos anos, memórias que foram apagadas, mas revivida na memoria de quem realmente tinha memória.
227
Revoltas das águas
Moro nas revoltas das águas, pois elas descem nas manhas, algazarra nas tardes e adormece nas noites. Nobre são suas intenções.
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