Luciana

Luciana

n. 1992 BR BR

Luciana A.Schlei ganhou primeiro lugar no saral de poesias Carla mosele em 2009,sempre foi tocada pela melancolia peculiar das noites sem fim. Desde jovem, descobriu sua vocação para a poesia, transformando suas angústias vampíricas em versos encantadores que ecoavam além dos muros sombrios de seu coração noturno.

n. 1992-06-01, Irati /Paraná

Perfil
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Amor eterno ,Diamante



Eu sorrio,meus labios largos que mal cabem no rosto
as maçãs rosadas em plena primavera
onde as flores brotam no peito como um buquê de amor.
onde eu estava este tempo todo?
meu magnifico sorriso se escondia,
ja posso te amar denovo,
em toda a melodia.

como te amo a todo ano
entre toda essa ventania,
meu anjo de cabelos longos,
eu jamais irei te deixar,
meu coração se inebria ao te olhar,
suas costas fortes ,sua pele 
meu coração dispara sem exitar.

como estou feliz nesta era,
essa jornada que se iniciou
esse amor tão louco
que jamais esfriou.



Luciana Aparecida Schlei-Praia grande SP
28-07-2020
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Biografia

Poetisa em constante eevolução 

Poemas

3

Alasteir Missioux -diário de um homem atormentado;



 1981 ,uma noite clara de outono,eu sorria enquanto ,lia gênesis,uma obra perfeita que mal posso decifrar.
em meia luz as velas ,que mechiam em sua sombra ,formas estranhas que deixariam qualquer um atormentado.
eu sorria sozinho,eu não tinha ninguem alem de um gato acinzentado,minha unica compania.
eu pensava na morte de minha querida ,que se fora em 2 anos ,mas ainda me atormentava ,deixava-me eu fórico.
Diante das velas refletia ,o quão minha querida me fizera feliz,seus cabelos castanhos esvoaçantes e a pele de seda ,
quando lembro-me choro de felicidade ,e o quanto a queria novamente comigo.
 Por um instante eu bebera um drink,um cigarro e entre genesis lembrava-se de uma maldita cobra que matou minha eva com seu veneno.eis que agora vivo uma prisão em minha mente ,uma prisão que nem se que sei se me libertarei.
se um sorriso ja basta para derreter minha mente quem dira ,quando lembro-me daquele outono em paris ,
em um barco e uma boa musica ,realizando sonhos de infancia,pareciamos duas crianças perdidos nas estrelas parisienses.
 O vento entre as cortidas soprava e eu fui ate a janela ,a lua brilhava ,era enorme ,seus olhos eram como ela,
via seu rosto brilhar,via seu belo corpo nas nuvens ,como esquecer ? quando cantava para mim,com sua doce voz ,
suas mãos delicadas sob o piano? os cachos de uva em minha boca ,quando dizia:"meu deus grego,como te amo" ,eu ria pois nada disso era verdade ,eram apenas suas doces palavras para dar-me animo.
 Um barulho,o gato derrubara minha taça ,que molhava a mesa e revelava uma mancha escura ,uma silhuieta de uma mulher ,sua dança entrépida ,que rodava sem parar. os doces bailes que iriamos ,o primeiro encontro. uma lágrima cai,e mistura-se com a bebida.
 A cobra aquela maldita cobra não deveria nunca ter aparecido em nossa vida ,em poucos minutos um punhal a atravessava e tirava a vida de minha amada.essas sombras na parede revelam meu ódio,e o desejo de vingar-me .
essas sombras ,esses monstros como podem estar aqui? fico desesperado,temo fugir,olho no espelho e vejo o monstro,vejo a cobra,a maldita cobra ,não resisto ,devo-me vingar-me . em um baú o punhal,um punhal dourado,com pedras vermelhas ,porem afiado,chego de mansinho,e por fim atravesso seu peito dentro do maldito espelho,em seu precioso fim.



conto por: Luciana aparecida Schlei
sob sussuros .

13/10/2020
536

vento

o vento,a lua na praia 
escondia-se em silencioso pudor
nas areias o pensamento perturbador,
a rosa jogada ao mar
e sua alma a desabar
não a nada a declarar
seu falso sorriso ,ignora
toda a dor que me preenche
em temos em uma valanche
que seu maldito sorriso
meu coração roubou.


O vento toca sua pele
como veludo vermelho,
o mais belo de todos 
eu vos apresento,
nesse tormento
minha espada sem ousadia
que em um dia
você se fora maldita,
em entrepida euforia
no meu tormento eu vos esquecerei.



by* Luciana A.Schlei
e seu anjo do tormento
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Anjos no deserto

Quem dira minha alma ,oh anjo
perdida na imensidão do deserto
sem temores do abismo eterno,
onde encontra a besta de minha alma,
que sangra e chora por perdão
e escorre em lagriimas aquilo que deveria ser esquecido
e em seu abismo na profunda imensidão
cavou um buraco de ódio e intensa ingratidão
que perdeu-se com clareza,entrou em desespero
e não notou o quanto tinha o sorriso mais perfeito
na alma que habitava.
quem era ela ,oh minha alma?
quem era aquele anjo perdido no deserto 
que nem ao menos falava?
eu não compreenderei o seu fervor em compaixão celeste.
eu me perco no sonho,das areias que me jogaras.
eu tenho um sonho,oh anjo 
e este perturbador sonho ,jamais se recogitara 
na imensidão dos olhos que se perdeu 
no vidro dourado da alma.


poema por : Luciana A.Schlei  e seu anjo perdido da alma.
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Comentários (3)

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Joana Dark
Joana Dark

Ameiiii

Bba
Bba

Pessimo como tudo que você escreveu

NAO SEI
NAO SEI

ÉS LILA