Luciana

Luciana

n. 1992 BR BR

Luciana A.Schlei ganhou primeiro lugar no saral de poesias Carla mosele em 2009,sempre foi tocada pela melancolia peculiar das noites sem fim. Desde jovem, descobriu sua vocação para a poesia, transformando suas angústias vampíricas em versos encantadores que ecoavam além dos muros sombrios de seu coração noturno.

n. 1992-06-01, Irati /Paraná

Perfil
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Amor eterno ,Diamante



Eu sorrio,meus labios largos que mal cabem no rosto
as maçãs rosadas em plena primavera
onde as flores brotam no peito como um buquê de amor.
onde eu estava este tempo todo?
meu magnifico sorriso se escondia,
ja posso te amar denovo,
em toda a melodia.

como te amo a todo ano
entre toda essa ventania,
meu anjo de cabelos longos,
eu jamais irei te deixar,
meu coração se inebria ao te olhar,
suas costas fortes ,sua pele 
meu coração dispara sem exitar.

como estou feliz nesta era,
essa jornada que se iniciou
esse amor tão louco
que jamais esfriou.



Luciana Aparecida Schlei-Praia grande SP
28-07-2020
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Biografia

Poetisa em constante eevolução 

Poemas

3

ludíbrio

O sono destemente,

um profundo sonhar

auxilia por um profundo hibernar.,

nas nuvens da alma lúdica

a libertação da agonia

o despertar do elixir transalpino de um allure.

que deixa calma a bela dama

que morre ao encontrar,

o desprezo da negra sombra

daquele que a fez chorar.

em seu corpo o véu que se rasga,

em pedaços suas pétalas a desgrenhar.

a lágrima acarina a deslizar,

a sua boca enveludada ao silêncio ,

almejando cantar ,

a voz das sereias a somatizar.

As velas apagam-se com o sopro do cavalheiro,

aproxima -se sem exitar ,

com a alma embriagada tocando o rosto,

impedindo o sono ,e a paz

um delirio sem luz

uma prata sem brilho

o descanso de uma flaminia

a sua luz a apagar.






265

Cavalheira Estoica







Suave mancha oscura,

drenada em uma alma

intrépido em seu esqueleto

um poço profundo.




esquenta os lábios,

a alma frisada

num descontente andamento

na suave morada...




quente como o inferno,

gelava a chama

que se enganava e clama

por um lamento.




Ao trem que passa

na ampulheta alada

num pedaço de papel

nada esperava.




Chorava em silêncio

por dentro agonizava

A alma estremecia,

e a carne queimava.




Corria em labirintos,

porém sempre esperava

encontrar o destino,

na sombra amarga.




em seu caminho rindo estremecia,

pois em meio a seu destino,

havia um sol no fim do dia.

que sempre a aguardava.










Luciana A.Schlei




13/12/16




22:56












232

pescador da desesperança

Sorriso encantador afaga o dia do sonhador
tremenda aurora inata
se isala na brisa de uma catarata.
sempre deixa a desejar,o iniquo lamento ao mar
sonha constantemente a beira mar o seu tremulo silencio a encantar.
sorria a calma desesperada,oh sonhador
queão brilhante a aurora que o inspirou
guarda no repouco a cantar,
o lamento que boceja ao despertar,
a estremidade,o grito e a dor
desesperado o homem ,aquele sonhador
que em cantico profundo adormece,
no silencio do peito entristece.
aquilo que o desmoronou.


06.05.17 -baixada santista
304

Comentários (3)

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Joana Dark
Joana Dark

Ameiiii

Bba
Bba

Pessimo como tudo que você escreveu

NAO SEI
NAO SEI

ÉS LILA