lcarlos coelho

lcarlos coelho

n. 0000-07-18, Goiânia

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Passos perdidos

que busca intermitende
as vezes fugas, noutras doloridas
em momento de paz o sorriso
com alternancia de lagrimas
que louca busca
com caminho espinhoso
para ser e estar e caminhar.
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Poemas

18

Nostalgia



A sensação e de nostalgia
Uma saudade sem razão
Sem ponto ou desencontro
Sem sol ou luar.

O pensamento está num vai e vem
Sem direção, com rumo algum
Buscando no tempo
A perda do sentido.

Uma imagem se perde no labirinto
Do momento d'agora!
Sinto a inquietude da nostalgia
Que teima em ficar.

Licroceh Usalsolo
12 / 2013
331

A manha chora!

A manha chora em mais um dia
O sol se escondeu e nao brilhou
Como nos dias de encontros e abraços
Entre amigos e os enamorados
Nada aconteceu na manha que chora
Nao deixa a saudade partir e teima em ficar
Lembrando o impossivel encontrar!
A manha chora em mais um dia
No tempo nublado nao me deixou ve-la
Como nos dias de brilho do sol
Da alegria e esperança em acariciar
Sua pele e sentir os labios seus!
A manha chora as minhas lagrimas
Eu que tanto espero por voce
Para nao mais deixa-la partir.
A manha chora em mais um dia
As lagrimas que guardei para a saudade
Que teima em nao me abandonar.
As manhas estao chorando, por nos!

licroceh usalsolo - 12/2013

392

Caminhos

Caminhos

Os caminhos são tantos
As paisagens variadas e coloridas
As imagens se perdem e se entrelaçam
Na motivação da saudade.

Penso em você, viajo nos seus passos
Invado seu sonho, sua luz
Que me cega e nada posso ver
Recorro a opacidade dos espelhos
E nada vejo a não ser o vazio d'agora.

Como um viajante sem rumo
Sem meio ou fim
Assim caminho nos rastros
Dos passos deixados no chão.

Sinto saudades do seu abraço, dos gestos
Do carinho que sempre negou.
São tantos os caminhos, são dias e horas
Sem rumo e direção.

Onde encontrar os seus passos
Nos tantos caminhos da vida
Que negas e nem sabes que luto para encontrar,

Licroceh Usalsolo
Novembro 2013 dc
391

Devaneios

Perdido em devaneios,sem peso  
Sem aceno,sem esperança 
Me deparo sempre com você ao meu lado.
 Ao acordar o ar estava impregnado do seu perfume 
Donde veio se aqui nunca esteve 
Como a fragrância me inebriou 
E a saudade retornou ? 
Meus olhos se perdem no infinito 
Na distancia - quase insuportável 
De ver nos céus, nos campos,nas academias 
Uma imagem perseguida e diáfana. 
O aceno d'outrora perdura, machuca, sufoca
Aquele momento sem adeus! 
Segui seus passos, seu corpo,nada ouvi 
E o silencio ficou latente em mim. 
Nestes momentos o desumano humano mundo 
Faz calar um escondido amor.

 Licroceh Usalsolo setembro 2013
655

Adeus

No começo era encanto, estrelas e luar
no inicio eramos encontro sem partida
despedidas momentâneas, sem demora e sem espera
eramos dois serem em único espectro
de imagens, desejos, acenos e olhares
no começo existíamos e tinhamos somente uma estrada.
Hoje tenho estradas e caminho so
você partiu e deixou somente o aceno do adeus
sem motivo, sem lagrimas na partida
as mãos segurando o vazio, fugidia sua imagem
ficou diáfana e o olhar ficou na estrada do sem fim.

licroceh usalsolo
setembro 2013
509

Gelida Paisagem

Na paisagem gélida das montanhas e da vegetação
Sinto o pulsar da ansiedade em buscar a paz
De um coração já cansado de lutar!


A paisagem me mantem sereno e me encontro
Sentado na copa da arvore acreditando no porvir
Da calmaria em recostar o corpo cálido
Na gélida base da arvore companheira.


O azul violeta contrasta a opacidade da busca
Com a beleza do nascer, do qual o homem nada criou
Somente usufrui por deferência do criador
Nada pede - somente que a conservemos.


Na agua clara e límpida da paisagem
Vejo rostos amigos e das amantes partidas
Deixando o rastro da imensa saudade
Do sonho e da real solidão.


Na gélida paisagem me vejo no frio do tempo
Sem o calor dos amores sonhados
Vejo que não importa se sabes, se foges
E se despreza o olhar como aceno de um adeus!




Licroceh Usalsolo
Setembro 2013
399

Crônica de m tema só !

Único sentimento. Único motivo .Unico caminho. Despertei com o sentimento de uma falta que incomoda e nunca adormece. Se um dia você ler e quando deixar de ser uma verdade escondida ira entender e suspirar por participar - mas com culpa única que carrego por nao ter dado a você a chance de participar. Falo por enigmas, labirinto, temendo que estes momentos nos separem e fica o sonho de um dia ser verdadeiro! Tens um caminho que acompanho, uma imagem que guardo, uma foto escondida dos olhos distantes. Único motivo - a busca de caminhos enigmáticos que faça uma sombra para aos poucos perceba o pulsar fremindo no peito amante - aquele que venera e esconde o motivo de continuar esperando por você. Um caminho de desalento pois não olhas nos olhos o brilho guardado para o seu aparecer! O silencio da alento para esperançar o seu olhar brilhando nos brilhos meus. Nada existe, nada desfaz o sentimento, nada além de você. Falo por labirintos, por enigmas pois temo acordar e ter somente a realidade para viver.

Licroceh Usalsolo Setembro 2013
522

Caminhando com a sua busca

Seu nome e sua imagem
 Sua imagem é do seu tempo 
No tempo são percorridos caminhos
 Ora de busca e encontros
 Ganhando espaço na esperança 
De acenos e caricias mil 
Outrora vagueando pelo sonho
 De corpos e mãos unidos na busca
 Que juntos traçamos. 
Na esperança que permeia meu sonhos 
Invado suas noites e adormeço em seus braços!

 Licroceh Usalsolo agosto 2013
572

Violeta Cor

O vento surgiu para dominar 

A natureza - trouxe lembranças e saudades. 

Você se ausentou ligeira e fugaz

 Deixando o rastro dos seus passos 

No retiro encoberta de violeta cor 

Perscruta o passado o presente e se aventura

 A moldar o futuro! 

A luta continua para acertar os atalhos 

Da vida! 

Ao longe acompanho seus passos 

Lembro do amuleto - um leão, um brinquedo 

E me pergunto aonde estou

 Em seus pensamentos. 

A nascente simbiose da sua presença 

E a bailarina ausente.

 Onde encontra-lá? 

O medo emudece meus lábios 

Deixa turvos meus pensamentos 

Só a força vence a batalha 

 Para ver em seus olhos a resposta do amuleto doutrora.

 Licroceh Usalsolo agosto 2013

931

Amuleto

Pensei num amuleto que traria sorte
Faria o tempo mais leve
Lançaria meu corpo no seu espaço
E colidir no seu dia.

Pensei em dizer, esperei o momento
Mas a voz afônica ficou
E você não me ouviu.

Pensei em lembrar de um passado
Que traz doce lembranças
Revi nossos momentos. Nos espaços encontros
E dos muitos desencontros!

Vejo nas águas calmas de um espaço
Conhecido nossos corpos molhados
Entrando no meu doce sonho- perdido como passos
Buscando o descanso de tanto esperar.

Retorno ao amuleto que guardas, escondes
Deixando que as imagens não abandonem
Nas águas calmas os corpos quase que se encontram.

Licroceh Usalsolo
Agosto 2013.
618

Comentários (2)

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lcarlos coelho

Ol

Michel Gailard

Um notável texto de sua autoria Poeta LUIS COELHO, bom dia! Li este seu texto “UM ENCONTRO” e gostei bastante de sua forma de se expressar. Você é uma daquelas pessoas que sabem o que, e do que está falando. Mesmo sendo agente literário, e prestando serviços para várias editoras, recentemente publiquei alguns de meus escritos em uma antologia produzida pela Editora Palavra é Arte. O sistema que eles utilizam para o edição de livros é algo inédito. Nós autores não gastamos nada com produção da obra. Os exemplares nos são disponibilizados no sistema de venda consignada. Isto quer dizer que se alguns exemplares não forem vendidos, podemos devolvê-los, e estes serão doados a bibliotecas públicas e presídios, inclusive das cidades onde moramos. Como gostei muito da forma como você escreve, pedi permissão à editora para convidar você e mais oito outros autores, para participarem de uma das próximas edições. Se um de seus objetivos quanto à Literatura é ter seus textos publicados em forma de livro impresso, acredito que esta seja uma boa oportunidade. Por isto peço permissão para que façam contato com você e lhe enviem o material referente à publicação. Espero que desta forma, eu esteja retribuindo a sua amizade. Se for dar resposta a esta minha mensagem, gostaria de pedir-lhe que, por gentileza, envie sua resposta para o meu e-mail pessoal que é este: [email protected] Um abraço fraterno, Marc Burnier