Luiz Henrique F. Maciel

Luiz Henrique F. Maciel

n. 1998 BR BR

n. 1998-06-02, Macapá

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Devíamos saber que

O silêncio é profundo

Mas acolhedor

A escuridão intensa

Porém covarde

O ódio é grande

Mas fraco

O orgulho ignorante

Também é breve

O amor é simples

Porém, eterno.
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Poemas

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Devíamos saber que

O silêncio é profundo

Mas acolhedor

A escuridão intensa

Porém covarde

O ódio é grande

Mas fraco

O orgulho ignorante

Também é breve

O amor é simples

Porém, eterno.
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Por acaso

O dia nasce, sem pressa, sem demora, no seu tempo.

E é com muito carinho que o sol abraça cada canto do mundo, um ato tão simples, mas tão necessário.

A noite cai e é com muita grosseria que a escuridão beija a vossa face, um ato tão triste, mas tão necessário.

As estrelas desenham no céu o seu sorriso e que belo sorriso, da mesma forma a lua se da ao trabalho de nós ilumina como forma de consolo, admirável consolo.

Observe quando chove e as gotas de água desabam no chão, banhando por acaso aquela semente paciente, que depois de mais algumas voltas no relógio explode em vida, destorcidos os galhos dançam em direção à luz, observe então caro leitor.

Ate as flores tem medo do escuro.
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Para Giulia: Manhã de quarta feira

Então você chegou
Chegou como o inverno depois do verão
Como o abraço depois da solidão
Você veio como o sol substitui a lua
Caiu bem como um café em dia de chuva
Então eu te amei
Te amei como a semente amou a água
Para ter flores enfeitando a morada
As flores se vão com o passar do tempo
Mas você me ensinou a amar cada momento

Então eu me alegrei
Me alegrei como o reencontro depois da partida
Como quem recebe um beijo ao invés da despedida
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