Marcelo Gaifem

Marcelo Gaifem

n. 1974 BR BR

n. 1974-10-11, Rio de Janeiro

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Louca Armadura

Difícil viver com o peso da honra
Ela é sua armadura que te protege e te cuida
As pessoas me olham como monstro
Por que tenho honra

Ninguém entende o meu peso, arrasto essa corrente chamada, conciência
Tento ser melhor do que fui, esse é meu defeito num mundo de zumbis
Sou um louco com a armadura! Que arrasta correntes de amor,respeito e honestidade

O louco que chora, que ri, que vive cada minuto com o peso que lhe foi dado por um Deus hipócrita e tão loco quanto eu, vejo os Zumbis correndo, chorando e rindo, mais lhe falta alma, a alma dos que vivem como loucos, os que são livres em suas armaduras pesadas e suas correntes longas

Não sabe que o peso ele te consome, como os vermes na terra de ilusões
Quer carregar meu peso? Quer ser livre? Você não consegue, ninguém consegue
Apenas os loucos, por que não entendem a lei da realidade, por que tem a força do coração livre
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Poemas

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Meu coração bate há muito tempo, sangra há muito tempo, ama há muito tempo
Sou mais velho que muitos e mais jovem que alguns
Minhas pedras as estão gastas, limos da vida me cobrem, transformando o que eu era
Meus olhos já não têm a mesma cor ou mesmo brilho, mais transmitem verdades
Minha fala já não e mais compreendida, mais todos a ouvem
Eu já não ouço como ouvia, mais entendo o que você não entende
Por que me procuram? Para saber, para esquecer, para sorrir, para chorar
Falo verdades da mentira e mentiras verdadeiras
Ouço sem questionar, questiono o que você ouve
Mais algo nasceu em mim o amar
Algo nunca aprendi a desamar
E isso que aos poucos me mata
E isso que aos poucos me ensina
E isso que aos poucos me torna humano
E isso que me faz querer o fim
Mais ele nunca chega...
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Louca Armadura

Difícil viver com o peso da honra
Ela é sua armadura que te protege e te cuida
As pessoas me olham como monstro
Por que tenho honra

Ninguém entende o meu peso, arrasto essa corrente chamada, conciência
Tento ser melhor do que fui, esse é meu defeito num mundo de zumbis
Sou um louco com a armadura! Que arrasta correntes de amor,respeito e honestidade

O louco que chora, que ri, que vive cada minuto com o peso que lhe foi dado por um Deus hipócrita e tão loco quanto eu, vejo os Zumbis correndo, chorando e rindo, mais lhe falta alma, a alma dos que vivem como loucos, os que são livres em suas armaduras pesadas e suas correntes longas

Não sabe que o peso ele te consome, como os vermes na terra de ilusões
Quer carregar meu peso? Quer ser livre? Você não consegue, ninguém consegue
Apenas os loucos, por que não entendem a lei da realidade, por que tem a força do coração livre
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