Marcos André Cavalcante Almeida, artista plástico, poeta e designer gráfico nascido em 10 de novembro de 1966 em Brasília-DF. A sua descendência italiana traz na veia o sangue, que é o amor pelas artes, que herdou de seus geniais antepassados renacentistas.
faz-se o tempo, ganha-se tempo, empurra-se o tempo, “dá um tempo” dê um tempo... “Não tenho tempo” Louva-se para o tempo, invoca-se o tempo, roga-se para o tempo, compra-se o tempo, sem prever o tempo e sem tempo, constrói-se um enorme templo revestido de uma mentira envolto de tempo mutável onde tudo é instável, para ser amável: faça de acordo com o curso do rio. Essa é o “fio da meada” que nada... Que nada... Que nada... em correnteza sem a certeza de chegar a beleza de que um dia: quem diria? A hipocrisia, que me valia de alguma coisa: de nada... De nada... De nada... A temer “pode crer” que a Verdade um dia chegaria desmascarando a falsa beleza. Que tristeza! Que tristeza... Que tristeza... ...Ver a inócua máscara caindo do alto, sem respaldo, sem piedade, assombrando a sua impetuosidade diante dos teus pés, como um jarro de porcelana que se dilacera... Já era... Já era... ...Já era o fim, Da fera ali! Quem manda? Quem manda? Quem manda, para o tempo, Você mentir?
Biografia artística
Marcos André Cavalcante Almeida, artista plástico, poeta e designer gráfico nascido em 10 de novembro de 1966 em Brasília-DF. Sua progenitora: Dilza de Holanda Cavalcante nasceu em Florença na Italia. Cadastrado na Secretaria de Cultura de Brasília-DF sob Nº 245/11 e Ente e Agente Cultural. Entre 2014 a 2015 participou dos eventos da Associação Brasileira de Desenho e Artes Visuais ABD, Rio de Janeiro, no qual se tornou reconhecido como artista comendador, foi premiado em concursos de salões de arte e literatura com três medalhas de ouro, duas medalhas especial, uma medalha de destaque, um troféu em literatura. Contemplado com um troféu (Prêmio Excelência Cultural ABD 2013) e um (troféu Elizabeth Kinga Melhores do Ano de 2015), uma medalha de mérito cultural JCarlos e uma de comendador. Foi premiado com certificado de Menção Honrosa no concurso de literatura da ADABL Associação do Diplomados da Academia Brasileira de Letras Rio de Janeiro. Fez quatro exposições no SESC de Brasília-DF e uma na Biblioteca Demonstrativa. Tem poemas publicados em antologia e coletânea da Editora Celeiro de Escritores – São Paulo. Publicações nas revistas de antologia: EISFLUÊNCIAS e FÊNIX de Portugal. Certificado do concurso Artmajeur Award 2018 com 215 votos. Categoria Platinum.
Marcos André Cavalcante Almeida, a sua descendência italiana traz na veia o sangue, que é o amor pelas artes, que herdou de seus geniais antepassados renacentistas.
faz-se o tempo, ganha-se tempo, empurra-se o tempo, “dá um tempo” dê um tempo... “Não tenho tempo” Louva-se para o tempo, invoca-se o tempo, roga-se para o tempo, compra-se o tempo, sem prever o tempo e sem tempo, constrói-se um enorme templo revestido de uma mentira envolto de tempo mutável onde tudo é instável, para ser amável: faça de acordo com o curso do rio. Essa é o “fio da meada” que nada... Que nada... Que nada... em correnteza sem a certeza de chegar a beleza de que um dia: quem diria? A hipocrisia, que me valia de alguma coisa: de nada... De nada... De nada... A temer “pode crer” que a Verdade um dia chegaria desmascarando a falsa beleza. Que tristeza! Que tristeza... Que tristeza... ...Ver a inócua máscara caindo do alto, sem respaldo, sem piedade, assombrando a sua impetuosidade diante dos teus pés, como um jarro de porcelana que se dilacera... Já era... Já era... ...Já era o fim, Da fera ali! Quem manda? Quem manda? Quem manda, para o tempo, Você mentir?
718
Dialética
Dialética sem ética, sem métrica, sem estética; Não sabe, com decência, da procedência de onde vêm Tamanha incoerência Que presenciamos com tanta frequência...
...Essa dialética, que não enxerga seus atos de boatos, Que cria circunstancias, de lambanças, acaba se destruindo: por causa de bonança.
658
Eterna Menina...
Ah! Não adianta correr... ...Menina que pula; Menina que dança...
...Olha! Quanta lambança, na pança! Ainda bota banca? Não adianta!... Não adianta!... Não adianta!...
...Menina que dança; Menina que pula... ...Esta lambança é da figura que pinta o sete na pança. Não se mete!... Não se mete!... Não se mete!... ...Menina que pula;
Menina que dança... ...Levanta! já é hora de escrever e ler pra saber o que fazer e um dia merecer! Você vai ver!... Você vai ver!... Você vai ver!...
...Menina que pula; Menina que dança... ...Só por que dorme no céu, ao léo, e desliza nas cores do arco-íris, quer pegar a lua mas não alcança; a lua é de cristal. Que tal? Não faz mal!... Não faz mal!... Não faz mal!...
...Menina que dança; Menina que pula... ...Amarelinha, fora da linha? Não foge da minha, idoneidade com sua espontaneidade parece loucura, tanto a beleza, quanto a ternura, nem o beija-flor a segura! Que loucura!... Que loucura!... Que loucura!...
...Menina que pula; Menina que dança... ...Na natureza? Quanta pureza! Mais que beleza! Que encanta... encanta... encanta... ...menina que dança; menina que pula... ...O seu sorriso de ternura me faz lembrar de sua brandura ao encontro da figura; Luxúria!?... Luxúria!?... Luxúria!?...
...Menina que pula; Menina que dança... ...A sua boneca não é de pelúcia pois chegou a hora da puberdade a sua volta quanta amizade não sabe ainda da lealdade; Que maldade!... Que maldade!... Que maldade!... ...Ver a metamorfose de uma criança se transformando numa Deusa tentadora que dança deixando de fazer lambança; Que lembrança!... Que lembrança!... Que lembrança!... Hoje, sua banca, é a rebeldia; Que me judia... Que me judia... Que me judia... ...Ver a esbelta escultura móvel do seu corpo dentro de um véu; Não é mel!... Não é mel!... Não é mel!... Mas ao léu? Só é céu!... Só é céu!... Só é céu!... ...A vagar que, ao adentrar, para o mar, esconde na noturna neblina eterna que desvanece, desaparece... ...Quem merece?... Quem merece?... Quem merece?... ...Compadece... Compadece... Compadece...
708
Vida Ideal
A vida é uma eterna lavança que cansa... Que cansa... Que cansa... Mas... que não deixa lembrança; mas que cultiva a esperança. Quem dança com essa cobrança? Enquanto muitos ficam nesta bonança desde criança passando pela infância entrando na vida que dança começando nova cobrança que cansa...
O que fazer para não cansar?
É amar de frente para o mar olhando a brisa que desliza num nevoeiro sem fim que para mi’alma é o que acalma de janela a fora no romper da aurora em outrora... Olha esta vida que vai embora... Que não demora... Que lembrança... De infância... Que não cansa.
692
Imortal
Camões! Camões! Camões! Luís Vaz, que não vás embora em outrora e não demora sua obra imortal.
Que não sabe se é paranormal, mas que vive em nossos pensamentos criando sentimentos.
Que não sabe se é dor, mas que nos causa amor, provocando emoções sem comparações em minh’alma que me acalma quando sabe que vive nesta existência sua sobrevivência falo com antecedência já de transcendência pois é Imortal.
Camões! Camões! Camões! O seu eco se dilacera, já naquela era, era Imortal.
678
Eternamente, Drummond
Não! Era um poeta. Um gênio? Na certa! Nas mina's nascia letras, emoções, poesias... que se transformavam em fantasias, pois, na vida pública, Surgia... Rebeldia, Ousadias que repetia: E agora, José, tinha uma pedra no meio do caminho? Sim! No meio do caminho tinha uma pedra. em súplica: Isso dizia, Que, um dia, nas lidarias, romperias, geniais poesias... E o agora, José? Agora, José. A luz apagou, A obra ficou. No tempo, se eternizou.
718
Lista de desejos
Na jornada desta listas de conquistas, não tem pistas de quantos vivem na cobiça; É de perder de vista. Quem atiça... A cobiça? Não tem pistas, nem tem lista, se tem; Não estar há vista mas paga-se com ônus trabalhistas tudo aquilo que mirou a vista. Quem comprou Esta lista... De conquistas? Não sei. Nem tem pistas? Tal vez... Apenas Quem conquista Esta lista... De cobiças: Há de perder a vista...