marllon

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n. 1996 BR BR

Sou um estudante de direito apaixonado por poesia, escrevi meu primeiro poema com 8 anos de idade e nunca mais parei . Email: [email protected]

n. 1996-06-04, Rio de janeiro

Perfil
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O Sol e a flor

Meu amor é calor
Ou são flores que secam
O amor ora intenso
Ora flor que perfuma
As vezes queima minha pele
Furo o dedo no espinho
Tento me aquecer sem correr o risco de me queimar
Tento sentir o odor da flor
Sem correr o risco de ver minha mão sangrar
O amor é verão
Outrora primavera
Muitas vezes me queima
Algumas me espeta
Me perfuma algumas outras
Me aquece em todas essas .
Marllon P
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Biografia
Estudante de direito 
Completamente apaixonado por poesia 
Escrevi minha primeira poesia com 8 anos de idade e nunca mais parei 

Poemas

1

Poema Ideal (Tragédia na Luz)

Eu sou o copo que você descartou na lixeira 
Você bebeu a minha água em mim mesmo
Descontente com o sabor 
Jogou fora o líquido 
Metálico gosto que tinha
Cuspido escarro de sangue 
Meu fluido de bílis negra não queria 
Meu corpo de carne e estanque 

Era seu boneco que sorria 
Ventríloquo de madeira e bambu 
Mas quando despertei em sã consciência dessa magia 
Me fiz de carne e erros sendo humano 
Me fiz de pele e ossos sendo errôneo 
Que com vontade escolhe pra onde ir 
E no destino que escolhe te desagrada 
Se descontente momento me queres rir 
Se não me agrado em minuto tu queres graça 
O tempo todo me queres somente a sorrir 

Na estação  da luz transporta o peso 
Meu corpo somente está a levar 
Meus sentimentos a ti estão presos 
Mas te emburras a cara lhe fecha o semblante 
E em momento não gosta do que lhe falo 
Quer o outro dito pelo que disse 
A desculpa do dito de forma errada 
A desculpa do dito somente pelo que lhe fala 

E em momento não estou em agrado 
Não gosta que te geras um fardo 
De momentâneo pesar 
E me quer o tempo inteiro solicito de dentes ora explícito 
De orelha a orelha a gargalhar 
E achar a graça em minha enxaqueca 
Fazer o teu líquido minha dor de cabeça 
Para tu beber o meu corpo que flui 


De sangue metálico tu me bocejas 
De cuspe e escarro diz o que sou 
A sede que tem me culpa o causo 
O meu ideal lhe diz desamor 
Causando contenda para o seu dia 
Gerando bagunça no seu eixo 
Tirando a paz tua e minha 
No fim de todo o dia 
O mesmo que gera agonia 
Vive e ama em pleno ardor
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Comentários (2)

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marllon

Obrigado , vou publicar sim, tenho que fazer um cronograma de publicação, mas pode ter certeza de que terão mais poemas

Thaís Fontenele

Continue publicando seus poemas, amei todos que li, mas esperava encontrar mais poemas, contudo, meus parabéns! imagino que tenha uma obra vasta, já que escreve desde os 9 anos! Abraços!