Marnielly

Marnielly

n. 1942 -- --

Fascinada por linguagens,literatura,livros e arte de ler e escrever.

n. 1942-07-18, Amsterdã

Perfil
14 773 Visualizações

Ah aqueles velhos tempos!

Saudades do tempo da inconência,
quando tudo parecia tão bonito
sem tantas tristezas e decepções
onde o tempo era infinito e 
parecia nunca passar.

Naquele tempo tudo tinha um aroma 
maravilhoso de infância,
e um delicioso sabor de torta de chocalate,
parecia que tinhamos em nossas maos
toda a eternidade!

Os problemas não existiam,
e se existiam eram infinitamente menores,
quando crescemos eles se tornam mil vezes 
maiores!

Por mais que a infância de alguém nao 
tenha sido espetacular(assim como a minha não foi),
essa é uma época ímpar,
que não volta jamais
e quando vemos tudo já ficou
pra trás.

Ah velhos tempos 
em que podia sonhar!
Poderia ser tudo que queria sem nunca 
me cansar de imaginar.

Ah velhos tempos que não voltam jamais,
os dias que sucedem a infância
nunca serão iguais.







Ler poema completo
Biografia
Fascinada por linguagens,literatura,livros e arte de ler e escrever. "Escrever é emprestar mãos a alma,para que ela possa falar." Autora dos livros a vida refletida em poesias,A garota triste,Universo pink,Um novo amanhecer,escrevendo nas linhas da vida,só se não chover...disponíveis em : https://www.wattpad.com/myworks

Poemas

2

É preciso catar as pedras

A verdade?A verdade é que ninguém quer sofrer,ninguém que envelhecer,ninguém que morrer...
A verdade é  que o verbo que desejamos também está na segunda conjugação,mas não é nenhum dos anteriores,pois todo mundo deseja ViVer.

Só que não serve qualquer vida,tem que ser uma vida plena                                                                                          que ultrapasse essa existência,limitada,frágil,tão pequena.

Estou impedida até mesmo de compor meus versos,ou melhor, tentam me impedir,mas estou por demasiado cansada da opinião alheia,                                        escreverei a partir de hoje o que der na telha!
Se não sabem entender metáforas,interpretar figuras de linguagens,e ler as entrelinhas                                          além do que está escrito somente nas linhas,que não leiam!
Que desgosto!Para nada e em vão  é o sacrífico,tecer fio a fio,                                                                                          ponto a ponto,as águas se encontrando como num rio com suas ondas de águas cristalinas,mas se sua aparência por ventura se torna turva,já se enfadam.
Isso é simplesmente porque não sabem catar as pedras,nem mesmo pedrinhas minúsculas que possam encontrar pelo meio do caminho,que massada!              Não entendem desse ofício,absolutamente nada               acaso que entre rosas também podem haver espinhos?
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É preciso catar as pedras

A verdade?A verdade é que ninguém quer sofrer,ninguém que envelhecer,ninguém que morrer...
A verdade é  que o verbo que desejamos também está na segunda conjugação,mas não é nenhum dos anteriores,pois todo mundo deseja ViVer.

Só que não serve qualquer vida,tem que ser uma vida plena                                                                                          que ultrapasse essa existência,limitada,frágil,tão pequena.

Estou impedida até mesmo de compor meus versos,ou melhor, tentam me impedir,mas estou por demasiado cansada da opinião alheia,                                        escreverei a partir de hoje o que der na telha!
Se não sabem entender metáforas,interpretar figuras de linguagens,e ler as entrelinhas                                          além do que está escrito somente nas linhas,que não leiam!
Que desgosto!Para nada e em vão  é o sacrífico,tecer fio a fio,                                                                                          ponto a ponto,as águas se encontrando como num rio com suas ondas de águas cristalinas,mas se sua aparência por ventura se torna turva,já se enfadam.
Isso é simplesmente porque não sabem catar as pedras,nem mesmo pedrinhas minúsculas que possam encontrar pelo meio do caminho,que massada!              Não entendem desse ofício,absolutamente nada               acaso que entre rosas também podem haver espinhos?
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Comentários (3)

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eu
eu

Fantástico!?

elly
elly

Eh a frieza e algo assustador

silveira

Belo poema.