Suckers
Sucker lovers are known to swing,
No one in a relationship expects anything.
Such is the Zeitgeist, Warte nur, balde…
Suicide, shoot their own feet,
We want profound discourses,
Even if they’re all courses and a defensive fleet
Precious and warm memories,
And we can’t see that fuching blue Velvet
Though our hearts, no blue velvet through our tears.
When you were afloat….
You float life as a seether, surrounded by creation,
Si te preguntan por mi,
Darling, I’ve been invited on dates, Sax-action
Sax Action
Sucker lovers are known to swing,
No one in a relationship expects anything.
Such is the Zeitgeist, Warte nur, balde…
Suicide, shoot their own feet,
We want profound discourses,
Even if they’re all courses and a defensive fleet
Precious and warm memories,
And we can’t see that fuching blue Velvet
Though our hearts, no blue velvet through our tears.
When you were afloat….
You float life as a seether, surrounded by creation,
Si te perguntan por mi,
Darling, I’ve been invited on dates, Sax-action
Another
A beautiful rogue A.I. nude except for an inverted cross,
A ship and humanoids a cross across her belly and sex
We may prelude a basic movie, predictable outcome, lex
Of minor effort, plane of minimum atrickt, who’s the boss?
Only primitives like us operate in such hierarchical terms.
Can’t you see?
Smell of competition,
A bet on tradition,
A killing spree.
I’ve beaten and humiliated in return for ropes and tree branches,
And as years passed the losing of another chances,
As today, isolated and resentful, above and under the social order
As a system I invoke chaos, preordained decay,
Planned obsolescence, every day another desaray.
A lonely bed, a inherent hate, surprise of awakening,
everyday alone, rogue, Bakuninian and shrinking,
My voice raising, my insolence unlimited, hope unfettered,
Everyone I deal I respect, as fawl as a murder sect.
No hay quem por mim reze, ni al menos una Ave Maria
E no me gusta imaginar otro amanhecer, solamente morrir,
Partir,
Per supuesto, partir para nunca nunca, nada mas decir.
Ainda se bebe? (are we still drinking by Bukowsky, Charles)
A morrer na praia, usado, o velho bloco amarelo,
Cá fora de novo.
Escrevo da cama, como fiz no ano
Passado.
Na segunda vou ao médico.
È isso, pernas bambas, doutor,
Dores de cabeça e as costas, acabadas, doem,
O doutor no questionário,
Tem vindo a beber demais?
E as vitaminas, o exercício que lhe recomendei?
È isso, o mesmo impasse, uma estagnação
E os fatores causais numa flutuação…
Mesmo na pista,
Nem os cavalos me importam,
Tudo perdeu
O sentido,
E abandono, assolapado,
Parto, vou-me, adiantado.
E Ficam as corridas por correr.
O rececionista vê-me aparecer.
Já vai embora?
È tudo igual, uma chatice.
Se daqui a coisa visse,
Se é tudo uma chatice,
Passe um tempo deste lado aqui do balcão,
A ver se não muda de opinião!
Então aqui estou,
Agarrado às almofadas,
Agarrado outra vez,
A um bloco, amarelo de tez,
Com um velho amarrado,
Não vês?
Uma entidade desloca-se,
Ondula no chão, na minha
Direção...
Ok.
É só um gato.
Desta vez.
Charles Bukowsky
Free translation by
Bjpafa
Digito sem cogito
Digito sem cogito, implícito voo do passarito,
QUE QUE QUE
È uma aparência de pardal num Apex total.
E condenso, e não prenso à mão, bato punheta,
Que não há ethereum para adquirir o bem de vir,
Na senda tortuosa da vossa interferência dolosa,
Assim como recebo, assim como o advir
Assim há-de porvir, o canto do bem te vi
Que eu nunca ouvi, e nem o safado entrevi,
Como na ficção Penny Dreadful, pulp fiction,
If wishes were pennies,
If wiskies were wordy thoughts or cashups,
We will fly, air in our hair, settled and fair.
Sem Fantasma nem Deus ex Machina
Eu me migo, tu te digo foda-se.
Todas as litúrgias, aparentes magias e protagóricas só fistas e não picas,
Louca por um rapazito, a madura beldade dizia, danado, assim não ficas.
Quero a tua pica até doer no fundo e abanar os ovários que Ele não me deu.
Assim um intróito à magia do amor do sexo sem Fantasma nem Deus ex Machina,
Uma Eu, me, migo, minha tesão por ti rapaz que não é nem superficial nem fugaz.
Eu, me, vos digo, vou rir-me de quem me levanta o sobre olho,
Enquanto o foder, beijar, comer, fizer da coisa o meu molho!