Naiany

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n.  , Brasil

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Desfaz-me!

Ó Amado, enquanto digo contentar-me com Vossa vontade, o caos se instala em meu ser! Quão miserável sou, Senhor! Faço-me apenas de palavras e nada verdadeiramente conformada com vossos desígnios... Tamanha misericórdia tens comigo, pois conheces quem sou e ainda me amas infinitamente. 

    Sabeis que sou fraca! Tão hipócrita e falsa sou. Vivo na luta constante entre a verdade que desejo e a mentira que me habita. 

    Desfaz-me, Senhor! Vós imploro por um coração puro, para assim, ser como criança em Ti. 

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Biografia
Uma alma consagrada que gosta de expressar através de seus pequenos poemas e textos o grande afeto que se sente pelo seu Amado: Jesus Cristo. Católica apostólica romana.

Poemas

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Desfaz-me!

Ó Amado, enquanto digo contentar-me com Vossa vontade, o caos se instala em meu ser! Quão miserável sou, Senhor! Faço-me apenas de palavras e nada verdadeiramente conformada com vossos desígnios... Tamanha misericórdia tens comigo, pois conheces quem sou e ainda me amas infinitamente. 

    Sabeis que sou fraca! Tão hipócrita e falsa sou. Vivo na luta constante entre a verdade que desejo e a mentira que me habita. 

    Desfaz-me, Senhor! Vós imploro por um coração puro, para assim, ser como criança em Ti. 

3

Amor sacrificial

Tens carregado tua cruz como um fardo, pois não sabes sofrer bem! Isso porque ainda não amas verdadeiramente com o Amor sacrificial, aquele que é Ágape. Busca, então, viver no cotidiano, nas ofertas diárias, este Amor.

2

Imensidão que há

Se pudesse eu, descrever a imensidão que há em que penso e sinto, ousaria assemelhar a como estar em uma pequeníssima ilha longínqua, cercada então de mares violentos e longas ondas que ao colidirem entre si, geram grande estrondo; também se fazem presente os sussurros velozes dos ventos que trazem segredos... No vasto horizonte a cercar, jamais se sabe para onde olhar, ou a que ouvir, da aurora ao anoitecer.

 

2

Doce loucura

Louca, louca estou! Já não cessam as lágrimas, essas que me tomam para si sem avisar. Basta apenas pensar naquele doce olhar.

O que me acomete? Será então loucura? Se paro e por instantes livre fico, logo me vens Tu à cabeça e, então, roubas para Ti a minha atenção.

Recordando os Teus olhos, já sem vez, caí em lágrimas infinitas.
Não, não! Loucura não! Eras tu, Senhor, que falavas em meu coração. Chegaste e tomaste o que já era Teu: meu coração.

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