eu
vivo na solidão árdua
de uma constante poesia
vivo em amargos gostos
de ácidos venenos que matam
um poema a escrever-se
sou um portador de doces linhas
de maravilhas e talvez
prazerosos momentos
ressurjo e abro-me
por inteiro
torno-me novo
sem ácidos ou doces gostos
mas simplesmente eu
simplesmente quem sou
09/09/2019
de uma constante poesia
vivo em amargos gostos
de ácidos venenos que matam
um poema a escrever-se
sou um portador de doces linhas
de maravilhas e talvez
prazerosos momentos
ressurjo e abro-me
por inteiro
torno-me novo
sem ácidos ou doces gostos
mas simplesmente eu
simplesmente quem sou
09/09/2019