Rosivaldo do Rozário de Oliveira ( Nilk Oliveira ) nasceu em 07 de abril de 1970 em Macapá-AP, filho de Aprígio Souza de Oliveira ( Funcionário público ) e Vivaldina R Oliveira ( Costureira ). Nilk foi radialista, terceiro sargento do exército, modelo. Possui registro na Biblioteca Nacional/97, enquanto compositor teve mais de 300 músicas gravadas no Norte e Nordeste. Cursou Pedagogia e atualmente é acadêmico de Letras Português/Inglês olá Universidade Cruzeiro do Sul.
Lista de Poemas
Sabotagem
Quem sabota os concorrentes para ser o melhor; torna-se o pior de todos, pois assina sua própria fraqueza e incompetência.
Nilk Oliveira
Nilk Oliveira
544
Mártires ou Heróis
O sistema que elimina sumariamente os revolucionários é o mesmo que os transforma em mártires ou heróis.
Nilk Oliveira
Nilk Oliveira
547
Silêncio
Preciso de silêncio para pensar
Olhar para mim mesmo e entender
Talvez em algum tempo me encontrar
Ouvir um pouco a voz da razão
Que ainda resta
Pois sempre que a festa acabar
Estarei só, eu e o meu eu
Respeita, vai!
é o que penso
Silêncio!
Nilk Oliveira
Olhar para mim mesmo e entender
Talvez em algum tempo me encontrar
Ouvir um pouco a voz da razão
Que ainda resta
Pois sempre que a festa acabar
Estarei só, eu e o meu eu
Respeita, vai!
é o que penso
Silêncio!
Nilk Oliveira
638
Coração sem dono
Coração sem dono
No vil abandono
Na viela da solidão
Solitário, sem arrimo
Sem pais, irmãos, nem primos
Sem par e em desalinho
Nau no mar sem direção
Coração sem dono
Monarca sem trono
Razão sem razão de ser
Arde, bate em descompasso
Carente de colo, de abraço
Cadente riscando o espaço
Cordialmente sofrer
Coração sem dono
Cansaço sem sono
Corpo entregue ao suplício
Às escuras busca afago
Mas é no sabor de um trago
Qu'eu me perco, me embriago
No vil abandono
Na viela da solidão
Solitário, sem arrimo
Sem pais, irmãos, nem primos
Sem par e em desalinho
Nau no mar sem direção
Coração sem dono
Monarca sem trono
Razão sem razão de ser
Arde, bate em descompasso
Carente de colo, de abraço
Cadente riscando o espaço
Cordialmente sofrer
Coração sem dono
Cansaço sem sono
Corpo entregue ao suplício
Às escuras busca afago
Mas é no sabor de um trago
Qu'eu me perco, me embriago
Encontro meu dono, é o vício
Nilk Oliveira
Nilk Oliveira
542
Mais escolas, mais empregos
Mais escolas, mais sossego
Mais empregos, menos esmolas
Mais escolas, menos apego
Mais empregos, menos Marcolas
Mais escolas, menos prisões
Mais empregos, mais espectativas
Mais escolas, menos grilhões
Mais empregos, mais perspectivas
Mais escolas, menos selvageria
Mais empregos, mais dignidade
Mais escolas, mais cidadania
Mais empregos, mais felicidade
Mais escolas, mais empregos
Sem eles, o país pede arrego
O Brasil clama por oportunidades.
Nilk Oliveira
Mais empregos, menos esmolas
Mais escolas, menos apego
Mais empregos, menos Marcolas
Mais escolas, menos prisões
Mais empregos, mais espectativas
Mais escolas, menos grilhões
Mais empregos, mais perspectivas
Mais escolas, menos selvageria
Mais empregos, mais dignidade
Mais escolas, mais cidadania
Mais empregos, mais felicidade
Mais escolas, mais empregos
Sem eles, o país pede arrego
O Brasil clama por oportunidades.
Nilk Oliveira
534
Olhar Rasante
Olhar rasante sobrevoa a calçada
E vê um corpo sobre o papelão
Garrafa pet com água
Olhos com água na escuridão
Faz frio demais de madrugada
Chega gente e briga por espaço
Querendo um canto, pão, abraço
Zumbis, mendigos, gatos e ratos
Desesperados revirando o lixo
Para matar ou amenizar a fome
Olhar rasante vê o triste fato
E já não sabe quem é o bicho
E vê um corpo sobre o papelão
Garrafa pet com água
Olhos com água na escuridão
Faz frio demais de madrugada
Chega gente e briga por espaço
Querendo um canto, pão, abraço
Zumbis, mendigos, gatos e ratos
Desesperados revirando o lixo
Para matar ou amenizar a fome
Olhar rasante vê o triste fato
E já não sabe quem é o bicho
Nem quem é o homem
Nilk Oliveira
Nilk Oliveira
543
Sou ateu
Creio em sina e carma
Tenho medo de fantasma, ectoplasma
Temo o castigo de Deus
Mas sou ateu
Acredito em má sorte
Tenho pavor da morte
Esse pé de coelho aí, é meu
Mas sou ateu
Eu oro quando adoeço
Repito mantra, rezo terço
Um xamã já me benzeu
Mas sou ateu
De coruja tenho medo
De vampiro e morcego
Uma cigana minha mão leu
Mas sou ateu
Fico longe de necrotério
Museu, macumba, cemitério
E trecos de quem já morreu
Mas sou ateu
Só entro com o pé direito
Pimenta na mão, não aceito
Sou a reencarnação de Pompeu
Mas sou ateu
Nilk Oliveira
Tenho medo de fantasma, ectoplasma
Temo o castigo de Deus
Mas sou ateu
Acredito em má sorte
Tenho pavor da morte
Esse pé de coelho aí, é meu
Mas sou ateu
Eu oro quando adoeço
Repito mantra, rezo terço
Um xamã já me benzeu
Mas sou ateu
De coruja tenho medo
De vampiro e morcego
Uma cigana minha mão leu
Mas sou ateu
Fico longe de necrotério
Museu, macumba, cemitério
E trecos de quem já morreu
Mas sou ateu
Só entro com o pé direito
Pimenta na mão, não aceito
Sou a reencarnação de Pompeu
Mas sou ateu
Nilk Oliveira
551
ABC do Amor
Acima de tudo sinceridade
Amizade não pode faltar
Aspirar e respirar felicidade
Assiduamente reconquistar
Brindar os momentos felizes
Buscando viver o apogeu
Batalhar nas horas de crise
Bastando quem o peito escolheu
Carinho, paz e compreensão
Diálogos são obras de arte
Cumplicidade e dedicação
Cada um cumprindo sua parte
Nilk Oliveira
Amizade não pode faltar
Aspirar e respirar felicidade
Assiduamente reconquistar
Brindar os momentos felizes
Buscando viver o apogeu
Batalhar nas horas de crise
Bastando quem o peito escolheu
Carinho, paz e compreensão
Diálogos são obras de arte
Cumplicidade e dedicação
Cada um cumprindo sua parte
Nilk Oliveira
636
Se fosse
Se fosse para publicar
Não te pediria segredo
Se fosse para encorajar
Não te faria medo
Se fosse para comandar
Não me discipularia
Se fosse para aventurar
Não investiria
Se fosse para bombardear
Não faria guerra
Se fosse para desmatar
Não araria a terra
Se fosse para me afogar
Não mergulharia
Se fosse para blefar
Jamais jogaria
Se fosse contigo
Eu toparia a cena
Lucro ou revés
Talvez valesse à pena
Se fosse para arriscar
Talvez valesse o risco
Se fosse para reamar
Talvez quisesse isso
Pois, antes da indignação
Pelo fim da paixão
Derrubam-se torres
Erguem-se obeliscos
Amorconspiração
Que a contradição trouxe
E se fosse mesmo amor?
Extirparia minha dor
Ah,se fosse!
Nilk Oliveira
Não te pediria segredo
Se fosse para encorajar
Não te faria medo
Se fosse para comandar
Não me discipularia
Se fosse para aventurar
Não investiria
Se fosse para bombardear
Não faria guerra
Se fosse para desmatar
Não araria a terra
Se fosse para me afogar
Não mergulharia
Se fosse para blefar
Jamais jogaria
Se fosse contigo
Eu toparia a cena
Lucro ou revés
Talvez valesse à pena
Se fosse para arriscar
Talvez valesse o risco
Se fosse para reamar
Talvez quisesse isso
Pois, antes da indignação
Pelo fim da paixão
Derrubam-se torres
Erguem-se obeliscos
Amorconspiração
Que a contradição trouxe
E se fosse mesmo amor?
Extirparia minha dor
Ah,se fosse!
Nilk Oliveira
615
Olha pra mim
Há um ente por trás desta armadura
Tira a tua venda e examina
Não sou apenas uma boca pra beijar
Nem tampouco um corpo que cai
A um simples estalar de dedos
Olha pra mim!
Tenho vontade própria e sonhos
Sonhos que pretendo compartilhar
Com quem acredite em mim
Com quem aposte em mim
Com quem construa e me acrescente
E finalmente me complete
Olha pra mim!
Mas antes...
Olha pra ti.
Nilk Oliveira
Tira a tua venda e examina
Não sou apenas uma boca pra beijar
Nem tampouco um corpo que cai
A um simples estalar de dedos
Olha pra mim!
Tenho vontade própria e sonhos
Sonhos que pretendo compartilhar
Com quem acredite em mim
Com quem aposte em mim
Com quem construa e me acrescente
E finalmente me complete
Olha pra mim!
Mas antes...
Olha pra ti.
Nilk Oliveira
542
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