nisinha

nisinha

n. 1969 -- --

n. 1969-09-08, Noruega

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Sinto-te

Sinto-te, mas não te penso
Ganho-te, ao te perder
Sinto-te e não te toco
E no pensar demente
Sinto-me vagamente
Num desejo insaciado
morrer....

Vibro, na alucinacão do teu Ser
Presente na ausencia de te querer
Do meu abandono a tudo
Quando nada alimenta a fome
Que tenho em te viver.

Penso-te , sem te pensar,
Vejo-te, sem te olhar,
Sinto-te...

és águia alimentando
Um ninho com pardais
Gritas na minha voz
E da minha Alma sais
E negando-te, eu arrisco
A sentir-te ainda mais.
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Poemas

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Insanidade

So posso sair da minha isanidade
Quando os rio correrem pela vida como torpedos
Bebendo do mar as aguas que não suas
So poderei sair do abismo desta insanidade
Quando segredos dispersos se encontrarem
Numa so boca, num so grito
E o mundo desabar em Colinas de raiva
Entendendo-se no prado vacuo dos meus olhos
So poderei compreender a minha insanidade
Quando o folego do horizonte me abrir seus bracos
E me embalar , como a uma crianca sem segredos
E me elevar aos cumes das mais altas esferas
E lá te encontrar esperando-me
Na tua paciencia quase miraculosa
No recheio do teu amor me prostrar
So poderei mergulhar na minha insanidade
Quando os ceus te abrirem para mim
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