Paulo Jorge

Paulo Jorge

n. 1970 PT PT

A poesia fatalista e decadentista é um exemplo sublime da exaltação da morte em todo o seu esplendor, e desde sempre eu retiro satisfação pessoal deste saborear tétrico da vida.

n. 1970-07-17, Lisboa

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Nascido





Jamais me esquecerei,

Que me fizeram,

Nascer um Dia,

Simplesmente,

Infindável.



Lx, 18-7-2000
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“ Poesia Eterna Parte I”
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A poesia fatalista e decadentista é um exemplo sublime da exaltação da morte em todo o seu esplendor, e desde sempre eu retiro satisfação pessoal deste saborear tétrico da vida.

Poemas

3

Nascido





Jamais me esquecerei,

Que me fizeram,

Nascer um Dia,

Simplesmente,

Infindável.



Lx, 18-7-2000
1 027

Felicidade





Felizes os ignorantes,



Pois Eles,



Encarnaram o Mundo.





Lx, 20-7-2000

970

Dualidade





O "Eu" brilha mais que o "Ser",



Porque o "Eu" é Livre,



E o "Ser" amordaçado,



O "Ser" é Mundo,



O "Eu" Infinito.







Lx, 19-7-2000



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