PAULO PANTOJA

PAULO PANTOJA

n. 1994 BR BR

o dobro de ontem, e a metade de amanhã, vivendo a cada dia evoluindo, a cada dia crescendo. PANTOJA

n. 1994-05-13, boa vista

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JARDIM DO AMOR

Eu vivia a vida feliz,

Tinha eu a mais bela flor,

Era o de mais belo do viver,

Tinha um grande amor.



As pétalas de seu corpo eu vivia a cuidar,

Toda a sua elegância era deslumbrante,

Tal semelhança era sereníssima,

Sendo ela a mais doce e picante.



Em meio ao jardim de meu ser,

Fui eu, ela plantar,

Com tal raiz que era difícil de arrancar,

E por um simples descuido,

Arrancou-se de seu lugar,

E sua raiz funda em meu coração,

Deixou apenas uma marca,

A cicatriz de um machucar.
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Poemas

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JARDIM DO AMOR

Eu vivia a vida feliz,

Tinha eu a mais bela flor,

Era o de mais belo do viver,

Tinha um grande amor.



As pétalas de seu corpo eu vivia a cuidar,

Toda a sua elegância era deslumbrante,

Tal semelhança era sereníssima,

Sendo ela a mais doce e picante.



Em meio ao jardim de meu ser,

Fui eu, ela plantar,

Com tal raiz que era difícil de arrancar,

E por um simples descuido,

Arrancou-se de seu lugar,

E sua raiz funda em meu coração,

Deixou apenas uma marca,

A cicatriz de um machucar.
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