Pedro Henrique Paixão

Pedro Henrique Paixão

n. 1994 BR BR

n. 1994-09-19, Rio de Janeiro

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A MORTE DA FADA

A MORTE DA FADA

Uma das treze ervilhas dentro de uma caixa de presentes.

Surpresa contida dentro do estômago da baleia.

Oh minha Fada Azul-Escuro, por onde tu andas?

Meu primeiro desejo é sair dessa caixa de presentes.

Por não querer ser objeto que a outro pertence.

Meu segundo desejo é ser um menino de verdade.

Para saber se algum dia tive coração como ervilha.

Quanto ao meu desejo final, entrei em um dilema.

Tirar doze amigas de uma caixa ou escapar da baleia?

Ervilhas têm sentimentos, finalmente o sei.

Mas agora o que me diferencia como gente?

Desejei saber a verdade por detrás de fantasias.

E descobri que nunca deixei de ser a ervilha número 5.
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Poemas

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A MORTE DA FADA

A MORTE DA FADA

Uma das treze ervilhas dentro de uma caixa de presentes.

Surpresa contida dentro do estômago da baleia.

Oh minha Fada Azul-Escuro, por onde tu andas?

Meu primeiro desejo é sair dessa caixa de presentes.

Por não querer ser objeto que a outro pertence.

Meu segundo desejo é ser um menino de verdade.

Para saber se algum dia tive coração como ervilha.

Quanto ao meu desejo final, entrei em um dilema.

Tirar doze amigas de uma caixa ou escapar da baleia?

Ervilhas têm sentimentos, finalmente o sei.

Mas agora o que me diferencia como gente?

Desejei saber a verdade por detrás de fantasias.

E descobri que nunca deixei de ser a ervilha número 5.
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