AINDA JUNTOS!
Dormiste, dizem que paraa sempre, e não mais vês o céu azul ou as ondas dos mares, e não mais vens, de quando em quando, trazer-me um beijo e uma flor, para enfeitar a sala de nossa casa, e não mais vens de onde estás, pois há só há sóis apagados, onde combimamos de nos reencontrarmos, um dia, para reacendermos nosso amor e nossas chamas por toda a eternidade!
MORTO ANDANTE
No fim da balalha, a mais terrível que já enfrentei, naquele louco amo; ela morreu e foi se abriga, junto aos anjos, no eterno paraíso, eu também morri e continuei jogado neste mundo de imagens feito pelos homens e mulheres da terra, que nunca levam meu andante cadáver lugar algum!
ALIMENTA-ME!
... tira minha dor, tira a saudade e a angústia que me sufocam, tira a tensão nervosa que não me deixa ficar apaziguado, dá-me uma sinfonia inédita para que eu enxugue minhas lágrimas, abrasça-me, beija-me explora meu corpo acariciando-me ama-me, tira-me do deserto e me dá uma nova casa em meio a algum jardim secreto; e eu serei absurdo, (de corpo, coração e alma) enquanto não me reclamar a sublime morte!
QUANDO ELA ME DESNUDOU!
Tenho medo, ainda me assustam os ecos de meus fantasmas passados; entre eles, a imagem dela, toda vestida de preto, saindo nua do meio de raios de luz e vindo beber de meu amor, de meus desejos e de meus mais devassos segredos!
A CONDENAÇÃO NASCE NO PRIMEIRO CHORO
Sou as glórias dos passados
frustrados,
sou as esperanças inconcreta
dos porvires projetados,
sou um sapiens
a pensar que é sublime filho
de Deus,
que sonha,
que bebe das águas de todos os rios
e de todos os infinitos,
que se autoilatra
com mascaras, mesmo que de modo
inconsciente
e que defeca
no momento a que chamamos
presente!
O PREÇO POR TE AMAR!
Custou caro,
paguei cada riso que me deste
com dolorosas lágrimas,
afoguei-me
em tuas chuvas de amor, de fogo
e de eternas águas,
gozei rios
vendo teus banhos nus
sob a lua e as estrelas que arregalavam
os olhos:
quando a soube ferida,
em gravidade, a morte veio me anunciar
a vitória solitário neste mundo
cheio de vazios e nadas!
AMO EM SILÊNCIO
Não peças mais para eu definir o que sinto: antes, permita-me tão somente viver contigo o sonho, sentir, pela primeira vez na vida, algo nobre no coração e te incendiar o corpo e a alma às noites nossas; porque, quando eu souber dar resposta a tuas perguntas e elucubrações, é prenúncio de que, com o verbo dissimulado, não te ame mais.
SAUDADE E SOLIDÃO
Eu esquecerei os rumores dos ventos, das chuvas e das pedras ___ musgas, eu esquecerei quando teu ego se partia ao meio, qual uma frontosa árvore na ponta de machados ___ leiteiros, eu esquecerei todos aqueles dias petrificados nas sombras, em que colhíamos pedaços de asas e de genitálias espalhados ___ pelos chãos dos teatros; mas eu não esquecerei da espuma noturna onde plantávamos nosso sonho impossível entre as humanas ___ encruzilhadas!
ELA IRRADIAVA!
Um dia sentei-me ao chão a te observar tão bela às nuvens; depois de um tempo, assim tão perdidamente fascinado e apaixonado, te tornaste meu mais sublime sonho e minha mais séria esperança de um amor sublime. Eu só não sabia ainda que, vez em quando, tu descias ao chão; e foi numa dessas vezes que pisoteaste tão severamente meu cristalizado coração.
SONHO ADIADO
Ela se vestia pura
e influenciou minhas sombras,
a tal ponto
que seu sol começou a iluminar
minhas noites mais frias
e escuras.
Eu tentei
acompanha-la e me despojar
de minhas protetoras
máscaras,
mas,
quando me dei conta,
só me sobravam destruição
e ruínas!
Quero, sim....
Olá poeta Thor Menkent, boa noite! im te visitar neste site tão agradável. Linda tua poesia, amei! ¨¨¨¨¨¨Beijo da Flor*