PHPM2002

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n. 2002 BR BR

Pedro Henrique Panza, autor do livro “Visão além da Tinta”. Foi revelado com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) em 2017. Ele retratar a visão do seu passado de uma forma que possa dialogar com seu presente, em busca do verdadeiro eu.

n. 2002-09-10, 10/09/2002

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O Pássaro sem cor!

Era uma vez um pássaro sem cor.
Sem amor.
Vivendo atrás de galhos.
Se perguntando;
Por que das asas?
Se não pode voar,
Se não pode viver.
O momento em que as toca, ele não as sente.
O verdadeiro questionamento?
Ou o fato de não voar?
Tentando entender o que é viver.
Tempos e tempos sem viver
Tempos em tempos sem pensar
Só olhando para o passado
Que não irar mais voltar!

 

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Biografia
Pedro Henrique Panza, autor do livro “Visão além da Tinta”. Foi revelado com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) em 2017. As artes visuais se ampliam a partir de 2019. Ele retratar a visão do seu passado de uma forma que possa dialogar com seu presente, em busca do verdadeiro eu. A crítica envolvente de obras criar um desconforto, e um protesto de ensinamentos e perguntas que podem refletir sobre a ação de um ser humano sobre a vida em que foi inserida. Não sabe onde e quando isso terminará as ações do homem, porém ele tenta retratar a arte de uma forma simbolista com traços específicos de crítica.

Poemas

2

Sorriso de cinzas

Em um respingo de tinta;
para e percebo.
Essa tinta tão cinza, quanto essa sociedade.
Em que um falso arco-íris se tinge nos cabelos.
porém com  falsas ideais e sim plágios de pensamento.
Arca com as dores.
Arca com a máscara.
A falsa liberdade que nos prega como animais;
Com anestesia presos em jaulas.
Diz que é pelo povo.
Mas na verdade pelo seu bolso
A corrupção usa vários anjos
Nessa maré de arrogância.
Isso é ruim
O bem que se faz o mal dizendo que 
é pelo bem.
No final é assim.
Tintas sombrias que dilatam
tentando se torna algo inexistente.
No fim, aspectos de dor se distorce.
E uma cara de um falso sorriso 
se passa nesse pincel.

16

O Poço

Olhando ao fundo do poço.
Olho para o que já fomos um dia
Erguendo as mãos para uma memória
Fecho esse tabu .
Mas como fechar um poço de sentimentos
Com fantasmas reprimidos?
Penso no dia que os vejo;
Olho para o demônio.
Que se forma em seu semblante;
 No espelho.
Pergunto pelo meu nome.
Ainda tentando pertencer a um padrão;
Mas o padrão me consome.
E para você , não se lembrar da angústia?
Você coloca uma máscara.
Posso estar feliz, por fora.
Mas o poço ainda está lá !
E o fantasma?
Sim o fantasma, ainda está lá. 
Se fomentando do que já fui um dia 
até meu último respiro.
O sorriso de angústia fomentado
 Em mais um poço .
Porém, ainda luto.

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