Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

n. 1988 BR BR

Hiperpoliglota,tradutor,poeta,contista, cronista.psicológo,psicanalista

n. 1988-06-07, Santos Dumont

Perfil
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A causa de nossa bitola,loucura e folia

A causa é bem simples.
Não é só pai e mãe.
Nem nossas indignações.
É a loucura que nos inebria.
E sendo assim loucura 
e folia.
Sem trabalho mais mansidoes.
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Biografia
Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo

Poemas

2739

Ladrão de fé

Ladrão  de fé  não  é  o.ladrão  arrependido apenas e o ladrão  que na fé  te mata por ter o que o seu mais nem tão somente isso eis que no disatino nem em verdade ou mentira em seu intimo pode ser você,ter o que voce tem e possuir o que possuis esta em verdade e o.ladrão  de fé  embora tenha os ladrões  que roubam sem perdões  por outras questões,não  são  como o ladrão  de fé.
78

Dos deveres

Dos deveres.
Do soldado.
Tenente ou capitão.
Almirante ou não .
E proteger e isso sim é  resultado.
Ver tudo ao bom grado.
Na ordem  e progresso.
Na importa se fora de sua pátria  dentro ou em regresso.
38

Engenho de dentro

O engenho de dentro não  era só  coisa do coração  era a produção  da benesse onde se ganhava e certo mais nunca só  da fabricação era o tilintar então do homem no trabalho  e se nunca o ago sempre aplausos no estádio  engenhao.
119

Alunos da zona da zona rural

Os alunos da zona.
Tinham seu bater queixo.
E iam longe.
E sem deanorteio.
No festim promoviam.
Com a lida.
O jantar das luzes.
Que de noite alumia.
47

Como nada é nada

Como nada e nada eta um cara que vicia por ai é  como nada é nada por era nada é  nada em um mundo de iguais em um mundo onde os sóis  são  como luas e como a iguadade anda por aí  nunca o nada esquecendo de agir como nada é  nada.E invertendo como sexologos o nada vira nada a esquerda redondo mais nem todo o nada.
123

Televisão

Como um circo.
Um palhaçi.
A mulher caniço.
A caniço feita mulher.
Um espetáculo  qualquer.
Tinha até  homem fantasiado.
Com capacete feito mulher.
Uma luta com um casal.
Traseuntes e tal.
Mais não  na rua naquele momento.
Ele sabe e ela sabe o momento.
Muitos fazendo a cabeça.
Com coisa qualquer.
Para fazer qualquer.
São  os queima filme.
79

O massacre


Queriam deatruir.
Eis o massacre.
Porte de suá no açougue.
O massacre.
Colocarte com excremento.
Na cabeça.
O massacre.
Do excremento.
E no excremento.
Pensar nele com clareza.
O massacre.
E nunca ver com clareza.
O massacre.
Até  que você  faleça.
O massacre.
E mesno sabendo que você tem.
O massacre.
Para o arrimo e a edificação.
Nunca completar.
O massacre.
E dessa não  sairae bem.
O massacre.
E assim te tirar do jogo compadre.
107

Antonio quebra mato nopeito

Antpnio quebra mato no peito era solicito em quebrar mato nao podia ver um mato que ia logo quebrar no peito,e ia pelos campos,capoeiras,e serras  quebrando mato feito onça quebrando mato e quando o mais bobo ria dizendo  ce ja viu onz onça no dialeto se cê  vê  cê  inte peida,ele sorria de lado e por seus caminhos no mato de peito quebrando sem parar.
43

O guardião cego

O guardião cego.
Continua a batalha.
E sem ver nada.
No tempo ou espaço.
Sua ação  não  o move.
Sua fala não  fala e ainda.
Sem temer ele corre pra ver.
O que lhe resulta sua empreitada.
84

Mendinguinha Ladrona

Mendinguina não  é  a cachorrinha de uma senhorita que conheci em Lavras,Minas Gerais é  uma pessoinha que roubando e dizendo isso faço termina em grande embaraço pois por não  ter espelho em casa não  consegue se perceber olhando para ele e quer ser senhora sendo pior que uma caozinha latindo.E enxiridadando com o alheio que não  lhe pertence como medinguinha tem muitos mendinguinhos.
109

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