Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

n. 1988 BR BR

Hiperpoliglota,tradutor,poeta,contista, cronista.psicológo,psicanalista

n. 1988-06-07, Santos Dumont

Perfil
194 001 Visualizações

A causa de nossa bitola,loucura e folia

A causa é bem simples.
Não é só pai e mãe.
Nem nossas indignações.
É a loucura que nos inebria.
E sendo assim loucura 
e folia.
Sem trabalho mais mansidoes.
Ler poema completo
Biografia
Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo

Poemas

2739

Crime e doença

Dizem que pobres nas tem direito.
Mais pensem no roubo do alheio.
O homicídio é bom.
Se não tem e quer roube.
Se não pode mate.
E se os dois envene.
Assim se vão em drogas em roubos.
E até em corrupcoes.
E não faça sermões.
Cadeias e hospitais existem.
E até ruas existem.
E fome também.
Então mergulhe nas drogas e roubos.
E pague o dobro a vítima que tem.
83

Esse riso

Esse povo ri da desgraça.
E se caem de risada 
No infortúnio alheio.
Assim vai-se a valha.
Aquele que acreditar que uma pancada mal dada.
Não faz risada do alheio.
117

Inferno

Muitos vivem de corromper.
E nessa sabem ser.
Mas não como Lúcifer.
Que foi anjo caído.
E se muito sabido.
O mal e o bem saiba.
E do inferno com sua tralha.
Não espere ser bem recebido.
121

Barracão de Madeirite

Viva no barracão se puder
E melhor que a rua.
Mais na alegria tua 
Faça guris como puderes.
E na fome coma
Até do lixo.
E não espere trabalho rico.
Se não cuidar do seu barracão.
115

Lei de vagabundos

Ganhe fácil.
E destrua seu oponente.
E fique contente.
Em gastar com rompantes.
Com homens e mulheres.
Com drogas como queres.
E finja ser de bem.
De traições viva.
E na inveja.
Não te preocupes.
Humilhe se puder e seja rude.
Afinal o vagabundo é você.
86

Surrupiar

Se estes pobres pebleus.
Querem seu negócio o que é seu.
Mais sua capacidade não se levou.
Se rico ou pobre horror.
Essa gente que vive encostada.
E na vida se você confiar levam.
E mesmo que não possam levam.
O que para eles e de valor.
Surrupiador, hipócrita.
Nadam na bosta.
Se houver cartas na manga.
Esse punga ladrãozinho marido a bacana.
Pode levar tudo o que é seu no tempo.
Só não terá o empenho.
Que é todo seu.
Não confie seus segredos.
O que é público e notório,
Não dá medo.
Somente a desesperados em viver a vida.
180

Espírito Natural

Essa lê de faça o mal,
E receba o mal.
E coisa que acontece.
Nosso espírito se enobrece 
Do bem.
E se quiseres o mal
Pague e receba.
Até no inferno 
Atormentado pelo mal.
Nossa vida em Deus 
E juízo nunca foi pesado.
Com má fé sem igual.
92

Combate a pobreza

A pobreza é contramão.
Mais quanto mais,
Se ganha mais se gasta em vão.
Assim vai em butecos butiquins e boates.
Vai se na zona e na boca de fumo é verdade.
Vai em forró e risca faça.
Vai na mão ou na garrafa.
E o pouco ou muito que você gasta.
Termina como pobre sem um feijão.
Ou pior na rua então.
E o crack barato ou a pinga ousada.
Ainda no fumo e na virada.
99

A vila

A vila é lugar conhecido.
Só tem sapatao gente traía e bichas.
A vila tem gente com ar de grandeza.
Como arrotos e peidos na certeza.
Ainda os que preferem ficar loucos.
E o tempo todo em seu juízo e pensamento 
Sensações para aliviar malandro maroto.
Esquecer.
194

Ladrões e violência

Violência gera violência,
E disso cuida o estado.
Quem atacou e brigou saia culpado e não se dê de injustiçado.
Ladrões ninguém gosta.
Nem os próprios.
Não existe lealdade entre está tipos de criminosos.
E no julgo dá lei,saiam encarcerados.
143

Comentários (0)

Partilhar
Iniciar sessão para publicar um comentário.

Ainda não há comentários. Sê o primeiro a comentar.