Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

Prof,Me,Dr.Gilmar da Silva Paiva

n. 1988 BR BR

Hiperpoliglota,tradutor,poeta,contista, cronista.psicológo,psicanalista

n. 1988-06-07, Santos Dumont

Perfil
193 677 Visualizações

A causa de nossa bitola,loucura e folia

A causa é bem simples.
Não é só pai e mãe.
Nem nossas indignações.
É a loucura que nos inebria.
E sendo assim loucura 
e folia.
Sem trabalho mais mansidoes.
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Biografia
Hiperpoliglota, escritor, psicanalista e psicólogo

Poemas

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Poesias

La vida loka.

Poesia sociológica

Em meio a gays e prostitutas.
Drogas legais e ilegais.
Normal.
Um barraco um casebre.
Mesmo casas e apartamentos.
Para morar.
E assim seguir lá.
A busca do dinheiro.
E o crime corre solto.
Mesmo para manter essa vida.
Para manter essa vida alegre.
E os louco todos tentando uma vida diferente dessa.
Se debatendo com estes traumas,estas confusões.
Por isso a sociedade era considerada anormal.

18

Poesia

Cada um cada um.

Poesia psicológica.

Aprendi a ver cada um em sua existência e essência.
Todos são ou devem ser mortais.
Enquanto ser.
E mendigo é mendigo.
Traficante é traficante.
Artista é artista.
E cientista é cientista.
Roceiro é roceiro.
E homem da cidade é homem da cidade.
Cada um com aquilo que produziu para transformar sua identidade.
Todos são mais o menos.
Digo do humano.
Não a medida dos seus errps ou acertos.
Maiso que representam.

20

Poesias

La vida Loka II.

Poesia sociológica

A vida de prostitutas.
De drogados.
De criminosos.
De traficantes.
De homossexuais.
Tem sua inteligibilidade assaz.
Tal como a vida das famílias dos trabalhadores.
E ainda como tal.
Deve ser considerada fato social.
E o louco.
Se esforça e não entende.
Como o caso dos Lobos ¹.

Nota: ¹ - Mençâo a obra O homem dos lobos de Sigmund Freud.

19

Contos Estórias

Marcos em Silêncio.

Estória

Contos escolhidos.

Nessa história Marcos e o capitão conversam com seu amigo filósofo e não sobre a lei do silência e sobreva poluição sonora mais quando devemos fazer silêncio ante as circunstâncias da vida ou seja quando já não nos cabe a palavra não somente por falta de compreensão mais de reflexão que nãodeve ser dada a ninguém tal como averdade que escolhe os ouvidos mais aptos dizia e foi assim que tomaram suas resoluções e descobriram mesmo o correr dos fatos ainda não somente os próprios a nós.

21

Contos Estórias

Rosalinda em Trabalho.

Estória

Contos escolhidos

Rosalinda depois de se separar voltou ao estudos e concluiu a faculdade agora como meta ela pretende criar seu filho até certa idade e autonomia sem trabalhar em dedicação exclusiva a essa luz em seu caminho e assim poder posteriormente se aprimorar e buscar um trabalho para se fazer valer mulher e também mesmo com sua parte dos bens do casamento e seu filho herdeiro de um uma modesta quantia em dinheiro será a vez dela de ganhar sua autonomia como sua irmã9 professora que ensina bem o português como idioma.

44

Contos Estórias

Marcos em silêncio.

Continuação

Estória

Contos escolhidos

Ainda sobre o mesmo assunto com o filósofo seu amigo este explica um pouco do voto de silêncio em algumas religiões o mauna  e assim ficam cientes da profundidade com que o silêncio que nos rodeia tem mais palavras ou seja é passivel de compreensão como o silêncio de alunos em uma classe ouvintes e expectantes de um professor.

63

Poesias

Traficante ruim.II.

Poesia sociológica

Esse cidadão.
Ainda vendo sua droga ser vendida.
E em quantidade.
Malha.
Vende misturada.
Vende em menor quantidade.
E ainda é verdade alícia seus compradores.
Com poder.
E os faz viciados.
Como dito.

19

Poesias

Pela ordem.

Poesia psicosociólogica

Pela ordem.
O traficante sai da prisão.
A droga é liberada então.
E isso se torna negócio.
Pela ordem o ambiente é preservado.
Mesmo o urbano danado.
E todos ganham seu pão.
Pela ordem que tem milhões faz mais.
E quem tem pouco controi sua vida.
Assim ninguém fica.
No prejuízo não.

32

Poesias

Dia a dia de prostituta ou A burla III.

Poesia

E faz isso.
Com quem não é cliente assíduo.
Para não ser criminosa.
Ou ladra.
Mais trabalhadora.

32

Poesias

Dia a dia de prostituta ou A burla.

Poesia sociológica.

Tem prostituta quenão respeita a profissão.
E em bordel movimetado ou não.
Rouba clientes com seus bolsos cheios.
Sem que eles percebam.
Ou se bebados.
E depois ficam comentando do órgão viril que fez como fez.
E o dia a dia dessa meretriz.

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