profgeoardds64

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n. 1964 BR BR

PROFESSOR DE GEOGRAFIA<br />ATUO NA REDE ESTADUAL DE SP<br />

n. 1964-02-24, RIBEIRA DO POMBAL - BAHIA

Perfil
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CLIENTE DO BRASIL NO DIVÃ DO ANALISTA

Agonia é sempre terapia mesmo que seja pra contar besteira, inventa uma história e diz que é mentira.
Faço uma terapia no final do dia, acordo pra viver, hoje é meu dia,
não tenho medo mais da vida,
procuro um pouco mais de alegria no divã do analista.
Vejo a vida de cadeira cativa, acordo pra viver mais um dia ,
tudo é uma aventura mesmo que seja uma revista de mulher nua, pode ser sua vida,
tudo bem, tudo bom a gente se sente refém, cliente do Brasil.
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Biografia

Brasileiro, Nordestino (BA), PAULISTANO, SIGNO DE PEIXES, CASADO COM A ZENAIDE, PROF.Geo e Hist
Graduação: Licenciatura e Bacharelado em GEOGRAFIA pelo CENTRO UNIVERSITÁRIO SANTANNA (2004). CONCLUÍDO. Atualmente é professor de Educação Básica II - titular de cargo efetivo - Secretaria de Estado da Educação de São Paulo (E.E.PROFESSOR JOSÉ DO AMARAL MELLO) 2005 à 2016 e 2014 à 2016 (EE PEDRO ALEXANDRINO). concursado nos dois cargos. Atuou também na pmsp-sme nas emefs da zona norte 2010 a 2013 como contratado no cargo de Professor de Geografia. Tem experiência na área de EDUCAÇÃO (Geografia e História), com estágio na fundap - secretaria de estado da cultura - arquivo do estado (1995 a 1996) setor icnográfico. Possuo também curso de especialização - Lato-Sensu (Formação de Docentes Para o ensino Superior pela Universidade Nove de Julho), ano de 2006 a 2008 (400 H). Cursei 5 anos de Estudos Sociais sendo que optei no 3º ano pela área de História - pela FMU, mas não formado, ano (1992 a 1996).

Poemas

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MÃE PORQUE CHORAS

Por que choras, Mãe? Por que ris?
Quantas vezes subi esta rua íngreme,
cansado e exausto, alegre e contente...
Quantas vezes cheguei em casa,
e Mãe à espera.
Perguntava:
— Por que choras, Mãe? Por que ris?
Mãe chorava e ria
toda vez que eu chegava em casa à tarde.
Perguntei um dia, outra vez:
— Por que choras, Mãe?
— Estou aqui, essa é sua casa.
— Não! Esta casa não é minha,
quero ir para a minha casa!
— Não, Mãe... essa casa é sua!
Esse fato era um aviso.
Mãe estava a partir
para um outro mundo.
Só nós não sabíamos,
pobres de espírito,
desconhecedores dos sinais.
Mãe profetizava,
tinha garra e força.
Guerreira do agreste,
da vida urbana,
sempre a amparar os filhos.
Por que choras, Mãe?
Por que ris, Mãe?
Nossa força, nossa garra
vêm de ti,
Mãe guerreira e valente!
Por que choras?
Por que ris?
Mãe está a partir...
Quem está a chorar
e a sentir saudades
somos nós.
— Por que chorais, filhos meus...?

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OCIDENTAL TROPICAL

Ocidental Tropical

Depois de muitos olhares e desencontros
Me encontrei em você! E acho que te conheço melhor que a palma da minha mão 
Mostra me o seu lado ocidental 
Provoca me com seu corpo tropical
Beija me agora feito uma abelha  quando capta o necta das flores
Lembra me que não estou sozinho
Só apenas saí de mim por alguns segundos
Mostra me o seu lado tropical, o seu corpo com sabores experimental! 
Voltei ao meu corpo, e sinto que estou vivo e mais ocidental! Toca me, e prove o meu sabor e o gosto da doçura do homem tropical ocidental...!!!!!!
Depois de muitos olhares e desencontros
Me encontrei em você! E acho que te conheço melhor que a palma da minha mão.....!!!!!!
 

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CARTA DE CONSCIÊNCIA

CARTA DE CONSCIÊNCIA
Minhas cartas contêm meus direitos.
Cartas minhas são respostas e solicitações!
Soltem os presos de consciência no mundo.
Onde houver um preso de consciência e torturado, soltem-no.
É nosso direito à consciência, amigo.
Não faça das minhas cartas uma arma para o seu poder.
As cartas são minhas e dos presos de consciência,
consciência essa que você não tem
e tenta me oprimir.
Um dia ouvirá falar de mim
e estarei a lhe entregar minhas reivindicações na empresa.
Pobre de consciência,
acha que é dono do poder.
Nós, conscientes, não lhe outorgamos nenhum poder.
O poder está na carta de consciência.
Minhas cartas contêm meus direitos.
Cartas minhas são respostas e solicitações!
Soltem os presos de consciência no mundo!
Autor:
Professor Antonio Raimundo Dias dos Santos
Professor de Geografia

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Fruto Proibido

FRUTO PROIBIDO
Nada de novo no meu cantar!
Sempre estar aberto para conversar.
Filmes que assisti e livros que li
traziam histórias, romances e dramas,
com finais felizes e, às vezes, trágicos.
Proporcionavam delírios
e viagens por páginas perfumadas.
Hum... que cheiro bom!
Quais serão as próximas frases?
Conheci mundos desconhecidos,
sociedades longínquas
que talvez ainda vá conhecer.
Imagens coloridas
que nos remetiam
a lugares inalcançáveis.
Nada de novo no meu cantar,
sempre estar aberto para conversar.
Embebedar-me-ei em palavras e frases
e comerei cada uma delas
feito um fruto proibido.
Páginas perfumadas...
Hum, que cheiro bom.
Professor Antonio Raimundo Dias dos Santos
Professor de Geografia

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