profgeoardds64

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n. 1964 BR BR

PROFESSOR DE GEOGRAFIA<br />ATUO NA REDE ESTADUAL DE SP<br />

n. 1964-02-24, RIBEIRA DO POMBAL - BAHIA

Perfil
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O QUINTAL DA MINHA SOGRA

O QUINTAL DA MINHA SOGRA

O quintal da minha sogra é mágico, maravilhoso e nos proporciona sonhar!

Ele nos faz voltar à infância, quando subíamos em árvores frutíferas e apreciávamos aquela paisagem repleta de plantas, insetos, pássaros e outros animaizinhos.

Inventávamos brincadeiras, subíamos nos pés de árvores, nos dependurávamos nos galhos até cair no chão. Dentre as histórias, contávamos sobre a mula sem cabeça.

Corríamos entre uma árvore e outra, pegávamos escondidos doces na cozinha, sem o pai e a mãe verem nossas traquinagens! Isso era coisa de criança.

Vamos fazer uma cabana e brincar de indígena! Vamos fazer brinquedos de madeira e de barro!

Depois de sonharmos com o passado, percebi que o quintal da minha sogra traz memórias e fotografias que fazem parte da nossa história. Ali, as raízes e a identidade da família ainda permanecem preservadas.

O pé de jaqueira do quintal, com aproximadamente 70 anos de idade, já existia muito antes de nascermos e continua presente, assim como os coqueiros, as amoreiras, as laranjeiras e tantas outras plantas que fazem parte desse lugar especial.

Agora, já adultos, voltamos à casa da sogra!

Revisitamos o passado e, no presente, ficamos proseando e jogando conversa fora no quintal.

O quintal da sogra é a memória e a fotografia de uma família.

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Biografia

Brasileiro, Nordestino (BA), PAULISTANO, SIGNO DE PEIXES, CASADO COM A ZENAIDE, PROF.Geo e Hist
Graduação: Licenciatura e Bacharelado em GEOGRAFIA pelo CENTRO UNIVERSITÁRIO SANTANNA (2004). CONCLUÍDO. Atualmente é professor de Educação Básica II - titular de cargo efetivo - Secretaria de Estado da Educação de São Paulo (E.E.PROFESSOR JOSÉ DO AMARAL MELLO) 2005 à 2016 e 2014 à 2016 (EE PEDRO ALEXANDRINO). concursado nos dois cargos. Atuou também na pmsp-sme nas emefs da zona norte 2010 a 2013 como contratado no cargo de Professor de Geografia. Tem experiência na área de EDUCAÇÃO (Geografia e História), com estágio na fundap - secretaria de estado da cultura - arquivo do estado (1995 a 1996) setor icnográfico. Possuo também curso de especialização - Lato-Sensu (Formação de Docentes Para o ensino Superior pela Universidade Nove de Julho), ano de 2006 a 2008 (400 H). Cursei 5 anos de Estudos Sociais sendo que optei no 3º ano pela área de História - pela FMU, mas não formado, ano (1992 a 1996).

Poemas

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O QUINTAL DA MINHA SOGRA

O QUINTAL DA MINHA SOGRA

O quintal da minha sogra é mágico, maravilhoso e nos proporciona sonhar!

Ele nos faz voltar à infância, quando subíamos em árvores frutíferas e apreciávamos aquela paisagem repleta de plantas, insetos, pássaros e outros animaizinhos.

Inventávamos brincadeiras, subíamos nos pés de árvores, nos dependurávamos nos galhos até cair no chão. Dentre as histórias, contávamos sobre a mula sem cabeça.

Corríamos entre uma árvore e outra, pegávamos escondidos doces na cozinha, sem o pai e a mãe verem nossas traquinagens! Isso era coisa de criança.

Vamos fazer uma cabana e brincar de indígena! Vamos fazer brinquedos de madeira e de barro!

Depois de sonharmos com o passado, percebi que o quintal da minha sogra traz memórias e fotografias que fazem parte da nossa história. Ali, as raízes e a identidade da família ainda permanecem preservadas.

O pé de jaqueira do quintal, com aproximadamente 70 anos de idade, já existia muito antes de nascermos e continua presente, assim como os coqueiros, as amoreiras, as laranjeiras e tantas outras plantas que fazem parte desse lugar especial.

Agora, já adultos, voltamos à casa da sogra!

Revisitamos o passado e, no presente, ficamos proseando e jogando conversa fora no quintal.

O quintal da sogra é a memória e a fotografia de uma família.

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CLIENTE DO BRASIL NO DIVÃ DO ANALISTA

Agonia é sempre terapia mesmo que seja pra contar besteira, inventa uma história e diz que é mentira.
Faço uma terapia no final do dia, acordo pra viver, hoje é meu dia,
não tenho medo mais da vida,
procuro um pouco mais de alegria no divã do analista.
Vejo a vida de cadeira cativa, acordo pra viver mais um dia ,
tudo é uma aventura mesmo que seja uma revista de mulher nua, pode ser sua vida,
tudo bem, tudo bom a gente se sente refém, cliente do Brasil.
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O cotidiano

O Cotidiano

Levanta, homem! É hora de trabalhar.

Toma um banho e desperta.
O café está na mesa.
Vai uma fatia de pão com manteiga.

Corre! Corre para a porta, está na hora de sair.

Vum, vum, vum...
O motor do carro a roncar.
Quem dera eu estivesse roncando na minha cama!

Mas é preciso cumprir o ritual e trabalhar.

Trabalhar é um verbo forte e mecânico.
Trabalhar, homem! Trabalhar nessa essência.
Na essência do trabalhar.

Corre, trabalha.
Corre, trabalha.

Vum...
O motor ronca.
O carro e o coração acelerados.

É o trabalho!

Onde está o trabalho mesmo?
Lembrei... à alguns quilômetros daqui.

É a essência da vida...
O trabalho.

15

A lua pousou sobre nós

A Lua pousou sobre Nós 
A Lua pousou sobre o mar como se estivesse deitada numa cama. A Lua pousou na palma da minha mão como se tivesse descansando no entardecer!
A Lua e o seu amor são como um vinho tinto ao entardecer! Saboreando a energia do Sol refletida no seu corpo! Luz, ouro, calor dos corpos, entorpecedor, o vinho há de  fazer efeito neste final de tarde,  é inverno!
Pra evitar a inveja e negativismo e o frio do mundo, coloquei ao nossos pés, azaleia, pimenta pra afastar dos nossos caminhos o outro. Para não dar azar! Tomaremos uma taça de vinho e pediremos para Deus e pra Lua que permaneçam com sua beleza no entardecer! A Lua pousou sobre o mar, como se estivesse  deitada numa cama!

PROFESSOR ANTONIO RAIMUNDO DIAS DOS SANTOS 
PROFESSOR DE GEOGRAFIA

15

Zero à esquerda

ZERO À ESQUERDA
Acordei com vontade
de não sair da cama,
um sono para não acordar.
Lavei meu rosto
com vontade de não lavar.
Um pouco de dor na nuca
e depressão,
com olhos marejados.
Mesmo com algumas pessoas
na sala dos professores,
sinto-me só.
Ligo o celular:
nenhuma notícia me interessa
ou me satisfaz.
Sinto-me um zero à esquerda.
Percebo que, para alguns,
passo despercebido.
Zero à esquerda, de fato.
Tenho vontade de voltar para casa
e ficar na cama
até o corpo cansar
e pedir para levantar.
Não tenho interesse em nada.
Estou com o ego
e as entranhas feridas.
Meu cérebro parece
um vaso vazio,
sem água
e sem flores.
Todos os dias,
a mesma situação:
um vazio em mim.
Estou vazio.
Sinto-me
um zero à esquerda.

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Zero à esquerda

ZERO À ESQUERDA
Acordei com vontade
de não sair da cama,
um sono para não acordar.
Lavei meu rosto
com vontade de não lavar.
Um pouco de dor na nuca
e depressão,
com olhos marejados.
Mesmo com algumas pessoas
na sala dos professores,
sinto-me só.
Ligo o celular:
nenhuma notícia me interessa
ou me satisfaz.
Sinto-me um zero à esquerda.
Percebo que, para alguns,
passo despercebido.
Zero à esquerda, de fato.
Tenho vontade de voltar para casa
e ficar na cama
até o corpo cansar
e pedir para levantar.
Não tenho interesse em nada.
Estou com o ego
e as entranhas feridas.
Meu cérebro parece
um vaso vazio,
sem água
e sem flores.
Todos os dias,
a mesma situação:
um vazio em mim.
Estou vazio.
Sinto-me
um zero à esquerda.

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PSICOPATAS BEBEM PETRÓLEO

PSICOPATAS BEBEM PETRÓLEO
Acordei pensando na geopolítica...
Por que os homens guerreiam tanto e dividem territórios, querendo criar novos mapas políticos?
E por que bebem petróleo, gasolina no café da manhã?
Os caras estão se lixando para a humanidade: matam inocentes e ferem pessoas com suas armas poderosas.
O que importa é a economia e a política — quem vai comandar e quem tem mais poder.
Nos cassinos da vida, em Las Vegas,
e nos cassinos europeus,
a vida está em jogo.
Poderosos brincam de engatinhar, feito bebês,
e se agridem como dois cães, lutando por um pedaço de filé.
Para onde vamos? E onde chegamos?
Psicopatas se tornam políticos e bebedores de energia líquida.
Os dinossauros — restos de outros animais e vegetais — reclamam seu legado.
Psicopatas bebem petróleo na Casa Branca e na Europa.
Pobres dinossauros, pobres animais, pobres vegetais...
Pobre de nós.
Amanheci pensando...

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MÃE PORQUE CHORAS

Por que choras, Mãe? Por que ris?
Quantas vezes subi esta rua íngreme,
cansado e exausto, alegre e contente...
Quantas vezes cheguei em casa,
e Mãe à espera.
Perguntava:
— Por que choras, Mãe? Por que ris?
Mãe chorava e ria
toda vez que eu chegava em casa à tarde.
Perguntei um dia, outra vez:
— Por que choras, Mãe?
— Estou aqui, essa é sua casa.
— Não! Esta casa não é minha,
quero ir para a minha casa!
— Não, Mãe... essa casa é sua!
Esse fato era um aviso.
Mãe estava a partir
para um outro mundo.
Só nós não sabíamos,
pobres de espírito,
desconhecedores dos sinais.
Mãe profetizava,
tinha garra e força.
Guerreira do agreste,
da vida urbana,
sempre a amparar os filhos.
Por que choras, Mãe?
Por que ris, Mãe?
Nossa força, nossa garra
vêm de ti,
Mãe guerreira e valente!
Por que choras?
Por que ris?
Mãe está a partir...
Quem está a chorar
e a sentir saudades
somos nós.
— Por que chorais, filhos meus...?

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OCIDENTAL TROPICAL

Ocidental Tropical

Depois de muitos olhares e desencontros
Me encontrei em você! E acho que te conheço melhor que a palma da minha mão 
Mostra me o seu lado ocidental 
Provoca me com seu corpo tropical
Beija me agora feito uma abelha  quando capta o necta das flores
Lembra me que não estou sozinho
Só apenas saí de mim por alguns segundos
Mostra me o seu lado tropical, o seu corpo com sabores experimental! 
Voltei ao meu corpo, e sinto que estou vivo e mais ocidental! Toca me, e prove o meu sabor e o gosto da doçura do homem tropical ocidental...!!!!!!
Depois de muitos olhares e desencontros
Me encontrei em você! E acho que te conheço melhor que a palma da minha mão.....!!!!!!
 

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Fruto Proibido

FRUTO PROIBIDO
Nada de novo no meu cantar!
Sempre estar aberto para conversar.
Filmes que assisti e livros que li
traziam histórias, romances e dramas,
com finais felizes e, às vezes, trágicos.
Proporcionavam delírios
e viagens por páginas perfumadas.
Hum... que cheiro bom!
Quais serão as próximas frases?
Conheci mundos desconhecidos,
sociedades longínquas
que talvez ainda vá conhecer.
Imagens coloridas
que nos remetiam
a lugares inalcançáveis.
Nada de novo no meu cantar,
sempre estar aberto para conversar.
Embebedar-me-ei em palavras e frases
e comerei cada uma delas
feito um fruto proibido.
Páginas perfumadas...
Hum, que cheiro bom.
Professor Antonio Raimundo Dias dos Santos
Professor de Geografia

55

Livros

1

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