Brasileiro, Nordestino (BA), PAULISTANO, SIGNO DE PEIXES, CASADO COM A ZENAIDE, PROF.Geo e Hist
Graduação: Licenciatura e Bacharelado em GEOGRAFIA pelo CENTRO UNIVERSITÁRIO SANTANNA (2004). CONCLUÍDO. Atualmente é professor de Educação Básica II - titular de cargo efetivo - Secretaria de Estado da Educação de São Paulo (E.E.PROFESSOR JOSÉ DO AMARAL MELLO) 2005 à 2016 e 2014 à 2016 (EE PEDRO ALEXANDRINO). concursado nos dois cargos. Atuou também na pmsp-sme nas emefs da zona norte 2010 a 2013 como contratado no cargo de Professor de Geografia. Tem experiência na área de EDUCAÇÃO (Geografia e História), com estágio na fundap - secretaria de estado da cultura - arquivo do estado (1995 a 1996) setor icnográfico. Possuo também curso de especialização - Lato-Sensu (Formação de Docentes Para o ensino Superior pela Universidade Nove de Julho), ano de 2006 a 2008 (400 H). Cursei 5 anos de Estudos Sociais sendo que optei no 3º ano pela área de História - pela FMU, mas não formado, ano (1992 a 1996).
Lista de Poemas
A CAATINGA E O SAARA
Mangaba e Tâmaras
Que sabor tem o beijo
de mangaba e de tâmaras!
Quando consumida por um sertanejo e um beduíno,
que querem matar a sede, a qualquer preço,
nesta região seca, desértica e de caatinga.
Numa seca de fazer inveja.
No Saara encontramos oásis e tâmaras
para saciar a sede dos beduínos do deserto;
louras e morenas andam pelos caminhos desgastados e erosivos,
por conta das intempéries,
mesmo assim a beleza não se perde
com o calor do sol em suas peles.
Um filete de água aqui
e outro no Saara
saciam a sede.
Mulheres guerreiras e fortes
matam a sede de seus maridos.
Quando chegam em suas tendas
e casas de pau a pique,
belas e majestosas recebem
com sabor de mangaba e de tâmaras
seus maridos!
A quentura nestas regiões
é como o amor de um homem
e de uma mulher.
A mangaba e as tâmaras
são insaciáveis
como um homem e uma mulher!
O VIAJANTE
O Viajante
Pelos caminhos que me levam além-mar,
enfrentarei batalhas, monstros, lendas e mitos.
Jamais me sentirei só; estarão comigo meus protetores e suas profecias,
guiando-me pelas estrelas, bússolas e sextantes!
Deparar-me-ei com ilhas e tripulantes perdidos e à deriva em suas naus,
procurando aquilo que sempre procurei: o tesouro e os pergaminhos dos aliens que aqui pousaram há milênios!
Em suas astronaves, viajantes entre galáxias,
procurando um lugar para se firmar.
Em meus sonhos eles apareceram, entre nuvens e pesadelos,
indicando o caminho a seguir!
Peguei minha nau e andei pelo mundo
à procura da profecia,
buscando o mundo perfeito, o verdadeiro caminho para o pergaminho da sobrevivência e da sabedoria.
NOSSO GRITO
NOSSO GRITO
Somos fruto de uma miscigenação entre continentes; europeu, africano e americano.
O espelho europeu refleti no Brasil sua politica e economia, divisão de classes, d'um lado, meia dúzia de ricos, a elite branca, a comandar desde a administração portuguesa, do outro a classe média mesclada e do outro, nós proletários,
oriundos desta miscigenação, escravos do mercantilismo, do capital pelo capital.
Foi dado o grito de independência no século dezenove, mas a elite vendida e exploradora não escutou! Não somos livres totalmente, nem libertos dos opressores! Os países desenvolvidos e conservadores nos exploram e ditam as regras do mercado.
Vivemos a mercê da política-econômica europeia e estadunidense.
Só seremos libertos desta escravidão moderna, quando o nosso povo se unir e ouvir o grito lá atrás, e desta fazer um instrumento de poder contra os opressores, nossa voz, nosso grito,
Nascemos livres antes de sermos Brasil,
nosso grito, nossa voz!
O campo e os perrengues
O campo e os perrengues
Homem, a cidade é logo ali,
queremos passar
e a estrada de chão batido não deixa —
um perrengue atrás do outro.
Oia, gente, tem mato, campo e vaca,
e esse cheiro no ar eu gosto.
É bom demais, sô!
Tô pensando até em fazer um som!
Deixa eu juntar
o homem do campo,
a roça,
o pequi
e os frangos!
Agora vai — abriram o caminho,
o perrengue passou,
o ônibus leva minha canção,
com vontade de comer e de cantar.
Oia, mãe, tô chegando pra almoçar,
não esquece de acender o fogo:
hoje a lenha vai comer.
VIRA CINCO E ACABA DEZ
Vira Cinco e Acaba Dez
Menino vem pra casa, sai da rua já é tarde
Amanhã você estuda bem cedo, tem escola!
Já vai mãe vira cinco e acaba dez, só falta um gol! Calma mãe
Se você não tomar banho, sujo de poeira da rua, e dormir deste jeito, ti dou uma surra.
Sujo mãe! tô não, meu time ganhou, nem me sujei.
Falou moçada amanhã tem mais
Todo dia essa mesma coisa, três dentro, três fora, vira cinco e acaba dez
Esse garoto acha que bola enche barriga de ninguém, enche nada.
Você vai trabalhar!
Sai da rua! entra logo, quer ver uma coisa,
espera que amanhã você vai jogar bola viu!
Nem a lição fez hoje.
Mãe amanhã o Corinthias joga, quero jogar no Corinthians, nós vamos ganhar do adversário, vira cinco e acaba dez!
Professor Antonio Raimundo Dias Dos Santos
Professor de Geografia
SILÊNCIO
Silêncio
Busco no silêncio e no meditar resoluções!
Busco no silêncio e no meditar uma fuga!
Busco! Procuro e reflito no silêncio!
Reflito sobre o meu silêncio, o silêncio!
Reflito e Busco o silêncio!
Silêncio por um instante!
Silêncio
Reflito
Busco o silêncio por um instante.
AUTOR: PROFESSOR ANTONIO RAIMUNDO DIAS DOS SANTOS
PROFESSOR DE GEOGRAFIA
TELECINÉTICA
TELECINÉTICA
Estou bloqueado, minha mente bloqueada, não consigo pensar em palavras ou frases boas!
Que me encheriam de alegria e o meu orgulho seria enriquecido
Não sei onde o controle por telecinética vai me levar, décadas de sofrimento e tortura.
Satélites e antenas a operarem no meu sistema cerebral sem permissão, estou sendo lobomotizado como se o meu cérebro fosse um aparelho de celular um androide
Não permiti, não permitirei, esta é minha luta contra o inimigo da tv que me controla por bases terrestres, satélites é antenas, invadem os meus pensamentos tentando destruir os meus neurônios, roubando sonhos e pensamentos! Em pró de uma sociedade perversa, cruel e mesquinha
Estou bloqueado por máquinas terrestres e e que se encontram no espaço!
Não sou Cristo, nem tampouco Sidartha Gautama! Guru já mais pensei, não tenho tino pra estas práticas
Professo minha crença e espiritualidade nas orações e pensamentos positivos pra combater e aliviar as dores que me causam
pela telecinética.
Professor Antonio Raimundo Dias dos Santos
Professor de Geografia
BELEZA ESTEREOTIPADA
Beleza estereotipada
A beleza do seu corpo, e dos seus olhos, é o que importa! Os sentimentos são secundários, e a sociedade, o que pensa, não importa!
Estereótipos são postos e criados na beleza do seu corpo.
Vistos com preocupação por uma camada social que enxerga o que os outros não querem enxergar.
Sentimentos são raros e meros sentimentos; nem toda beleza está posta!!! Se esconde dentro de um ser.
O mundo e a sociedade, mercantilizada pela indústria da beleza, a beleza um mero estereótipo, os sentimentos são secundários.....
Professor Antonio Raimundo Dias dos Santos
Professor de Geografia
NADA É EM VÃO
NADA É EM VÃO
Ouvi muitas vezes essa frase:
“Este cara vive de ilusão, pensa que é fácil, tudo é fácil.
Vai trabalhar, meu irmão, nada cai do céu.
Você vive de ilusão porque quer!
Põe os pés no chão e segue a luta, em frente, irmão, adiante!”
A minha resposta vem da natureza:
do céu caem aviões, meteoros, meteoritos, granizo, chuva e neve;
às vezes, doações em paraquedas,
para suprir necessidades.
Cai a noite em forma sombria.
Só não cai a minha esperança de um dia melhor.
E só não caio porque estou equilibrado, com os pés no chão,
e sempre tive Deus na mente e no coração,
aquilo que falta a muita gente.
Não sou mágico para ser ilusionista
nem para viver de ilusão.
Por isso, segura essa, meu irmão:
nada é em vão.
Autor:
PROFESSOR ANTONIO RAIMUNDO DIAS DOS SANTOS
Professor de Geografia
UMA PLUMA DANÇANTE
Uma pluma dançante
Danças como uma pluma entre os ventos quentes e frios que se encontram no céu,
levando o calor dos oceanos para o alto,
condensando-se na forma de chuvas d’amor, que caem feito pétalas coloridas sobre o continente,
espalhando pela terra suas cores, perfumes e seu cheiro de mulher.
Enlouquecendo o meu coração e o meu corpo.
Quando as pétalas caem sobre mim, o seu perfume também cai,
derrubando, com o vento, barreiras
e trazendo bons ares e boas-novas.
Tu és a verdadeira pétala, dançando ao som dos ventos.
Ventos, rosas e pétalas: tu és o perfume espalhado pela dança,
feito uma pluma.
Professor Antonio Raimundo Dias dos Santos
Professor de Geografia
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