Rafael Ramos

Rafael Ramos

n. 0000-00-00, Delfim Moreira- Minas Gerais

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No fundo, bem lá no fundo

No fundo, bem lá no fundo
Escondemos nossas dores.
Tem amores que vivemos,
Saudades que sentimos,
Lugares e seus primores.

A vida nos permite guardar
Mas ela nos impõe continuar.

Todo coração atormentado
Anda perdido no passado.
Não cabe nesse mundo
Aquele homem apaixonado
Que vive para o pecado.

Aquele que tem um amor
Sabe bem o que é sentir dor.

A vida não quer ouvir seu pranto
No fundo, bem lá no fundo
Ela grita: _ Quero te amar,
Abra seus olhos para o mundo
Sinta-se metamorfosear!


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Poemas

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No fundo, bem lá no fundo

No fundo, bem lá no fundo
Escondemos nossas dores.
Tem amores que vivemos,
Saudades que sentimos,
Lugares e seus primores.

A vida nos permite guardar
Mas ela nos impõe continuar.

Todo coração atormentado
Anda perdido no passado.
Não cabe nesse mundo
Aquele homem apaixonado
Que vive para o pecado.

Aquele que tem um amor
Sabe bem o que é sentir dor.

A vida não quer ouvir seu pranto
No fundo, bem lá no fundo
Ela grita: _ Quero te amar,
Abra seus olhos para o mundo
Sinta-se metamorfosear!


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Noite de Amor

A nudez do nosso amor

O pulsar do meu desejo.

Embriaguei dos olhos seus.

Banhei-te dos beijos meus.


Me escondi em teus abraços

Senti a força do seu calor


Eu corri das horas do dia.

E esperei a noite acordar.


As estrelas, lá no alto,

Ofuscam-se ao nosso olhar.

Pois até mesmo elas sabem

Que nós vamos nos amar.

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Preferências


Prezo sorrisos que se abraçam
Olhares que se declaram e
Gestos que tiram os meus pés do chão.

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