Richard Teixeira

Richard Teixeira

n. 1999 BR BR

Meu nome é Richard Teixeira, atualmente sou estudante de mecatrônica pelo CEFET-MG. Sou um tipo de pessoa que acredita na vida. Gosto muito de brincar com as palavras de modo a descrever o "tempo". Vejo nos poemas, uma forma de desabafo! Os poemas são os lixos da alma.

n. 1999-03-04, Divinópolis

Perfil
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Bi, bi, bi... Eu ouvi greve?!

Bi, bi, bi ... Eu ouvi greve!?

E para quem pensava que as "formiguinhas" eram burrinhos de cargas, elas estão causando um grande estrago!
De tanto trabalharem para sustentar a "cigarra", chegou a hora que as algemas foram quebradas.
E aos poucos tudo vai parando, como num efeito dominó...
Pararam-se os caminhões e depois os carros. Lotam-se os postos em filas de quilômetros... E aos poucos tudo lá vai parando...
E para ônibus, para!
E para escola, para!
E para indústria, para!
E supermercados? Também para!
Param-se ricos, pobres, crianças e idosos. As cidades param!
E quem é contra ... Ou quem é a favor, também são obrigados a parar.
E ao passar dos dias uma coisa vai parando.
Para daqui, para dali e para acolá.

De certo modo, trazendo o caos ou a solução.

E de repente... Tudo para!

Ouvi-se somente os berros de um povo clamando palavras de ordem!

E junto dessa vez, não ouvi-se o bater das panelas. Só um bi, bi, bi e o povo a gritar!

[...]

E assim vamos vendo a força que as "formiguinhas" têm.
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Poemas

8

Poema a um professor

Desde cedo até tarde,
dos primeiros passos até as primeiras palavras.
Profissão privilegiada,
única em que ensina o que aprende,
transmite sinceridade.
Arte inegável de ser indiferente ao artista,
irreverente ao palco,
quando ensina o bem desintegra o mal abstendo o incomparável.

Desde os primórdios da vida
es seu o mérito de se fazer seres complexos,
racionais, íntegros da vossa sabedoria,
ouvintes da fossa essência,
arte de fazer gente.
523

E foi assim...

No balanço dos teus olhos
Me deixei perder
Entre as maresias
Que me engolia de corpo e alma.
Naquele doce balanço
No bailar da dança
Vi em ti o meu amor.
Mas, naquele mesmo instante
Me vi sozinho entre os escombros
Daquele que uma dia
Me deixei levar.
No balanço do teu olhar.
427

Nesse chão!

O que tinha nesse chão?
Um mar de rosas,
Rio de lágrimas!
O que fez ele assim?
Desilusões de amor,
Felicidades inócuas!
291

Pensamento

A poesia dos sonhos é viver!
287

Pensamento

Nós somos, nada mais e nada menos, do que as excretas do universo!
438

idas

O que é a vida perante aos olhos juvenis?
Só farra e diversão!
Ninguém nunca imagina o que está por acontecer.
Morte ou tragédia,
Tudo não passa de frações de segundos.
Sonhos que agora são cinzas.
E agora, o que ouvimos?
Só choro!
Lágrimas solitárias a pingar ...
453

Liber(idade)

Como é bom se libertar
Dá penas às asas,
cortar as algemas
Rumo a um mundo vago e disperso.

Como és bom poder viver
aceitar seus instintos
Aceitar que quem nasce presa
Jamais será predador.

Como é bom ter ação e poder reagir
Tornar - se submisso à submissão.
425

Um dia qualquer...

A vida a cada dia sabe me surpreender!
A cada detalhe que deixo escapar,
Em cada segundo a se passar,
A cada batida a palpitar...
Sinto que algo se vai.
Da existência sobra somente as lembranças.
Sinto-me um estranho neste vasto universo
Nada faz sentido, exatamente nada.
Tantas coisas acontecem em segundos,
Piscar de olhos,
Uma lágrima a cair
Uma ferida a sangrar
Um eterno que se acaba
Um fim que recomeça...
Confusão, muita bagunça,
Gritos, berros, choro!
Risadas, palmadas, socos e pauladas.
Finais e recomeços.
Guerra e paz!
Amor e ódio, muito ódio!
Triste, me sinto infeliz.
Causa e consequência,
Ação e reação,
Raio e trovão.
Silêncio!
E volta a pulsar...
E começa a chorar...
E retorna a amar...
Confuso, muito confuso!
Amar, viver, sobreviver, morrer
Fim, término e acabou.
Pensar, agir e observar
Flutuar, sim flutuar!
Nas ondas dos sonhos...
Nas expectativas de ser feliz...
Na intenção de amar...
Na vontade de viver,
Perco tempo em detalhes
Preocupo com o tempo
Mas no final sempre esquecemos do básico
A coisa mais simples
Simplesmente... ser feliz!
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Comentários (2)

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Richard Teixeira

Obrigado!

boa poesia, os meus parabéns