Riz de Ferelas

Riz de Ferelas

Riz de Ferelas é um escritor de frases, poemas e versos que escreveu e publicou livros de poesia. Riz de Ferelas escreve e publica poemas e versos sobre amor, saudade, sonhos e redenção.

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Perfil
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Assim como o sol tem a lua eu tenho a poesia

Assim como o sol tem a lua
eu tenho a poesia
eu e você
nos veremos algum dia.

Riz de Ferelas

Livro de poesia Renascença

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Biografia

Riz de Ferelas é um escritor de frases, poemas e versos que escreveu e publicou livros de poesia. Riz de Ferelas escreve e publica poemas e versos sobre amor, saudade, sonhos e redenção.

Riz de Ferelas escreveu seus primeiros poemas quando era criança. Nesta época, um de seus poemas foi publicado em um livro de antologia de poesias de sua cidade natal. Enquanto crescia, ficava impressionado com a beleza das poesias de autores consagrados, e buscava na arte uma forma de se expressar, escrevendo poesias e fazendo desenhos.

Riz de Ferelas passou cerca de dez anos publicando seus poemas e versos em diversos lugares, de maneira informal, enquanto treinava a poesia e construía seu próprio estilo literário, alcançando seus primeiros leitores e observando a experiência que sua poesia causava nas pessoas. Durante esta jornada, Riz de Ferelas construiu seu estilo e sua identidade artística, antes de publicar seus poemas em livros e alcançar mais leitores.

Riz de Ferelas é o nome artístico de Rodrigo Haetinger dos Santos.

Riz de Ferelas escreve poesias desde criança, e publicou seus versos de maneira informal ao longo de mais de uma década. Apesar de ter centenas de poemas publicados, a maioria de seus versos está centrada nos mesmos assuntos: amor e saudade.

Apesar de ter sido na verdade um desenhista quando criança, escrevendo poesias esporadicamente, Riz de Ferelas mais tarde começou a escrever versos e literatura com maior frequência como uma forma de se expressar e expressar seus sentimentos, especialmente as coisas que não conseguia dizer. Com o passar dos anos, observou como os leitores reagiam a seus poemas e, desde então, o escritor passou a publicar seus versos com o objetivo de fazer as pessoas entrarem em contato com seus próprios sentimentos.

Riz de Ferelas acredita que a arte e a poesia têm o poder de contar histórias, de fazer as pessoas se entenderem e se comunicarem, e de dizer muito mesmo com poucas palavras. Por isso, escreve e publica seus versos para seus leitores.

Poemas

20

Vejo as linhas do horizonte

Vejo as linhas do horizonte
parece que saem de mim
qual o tamanho de um sonho?
foi feito para não ter fim

Riz de Ferelas
14

Debaixo das Macieiras

Só você consegue olhar para meus olhos
como se fossem o mais puro cristal
e refletissem todas as minhas emoções
você olha para meus olhos
e consegue enxergar meu coração

Só você consegue ver através do meu rosto
E meus olhos
Consegue enxergar meu coração

E num dia de chuva
eu penso em você
na chuva que está caindo
eu posso te ver

Que sempre estará lá para mim
como o céu sempre estará lá para que eu o olhe
como o céu sempre estará lá para eu olhá-lo
para ser olhado

Enquanto você viver
nas páginas de uma lembrança
(nas cinzas de uma lembrança)
Nós estaremos lá
E será sempre primavera
E os pássaros vão todos cantar

No meu coração será sempre primavera
em vez de chuva

E sempre que paro pra pensar, acho
que me perdi só para ser encontrado
por você, por você

E o teu doce hálito de cereja
quando nos beijamos debaixo das macieiras
como se escrevesse numa página do livro da minha vida
“nunca me esqueça”

Riz de Ferelas

Livro de poesia Renascença

26

a estrada é longa, mas se fosse fácil, qualquer um faria

a estrada é longa
mas se fosse fácil
qualquer um faria

Riz de Ferelas

Livro de poesia Renascença

18

me apego às fotografias porque são a única coisa que restou

me apego às fotografias
porque são a única coisa que restou

Riz de Ferelas
15

Se todas minhas lágrimas virassem estrelas

Se todas minhas lágrimas virassem estrelas
então ao menos eu deixaria o céu mais bonito

Riz de Ferelas

Livro de poesia Renascença

17

viver e amar é uma guerra

viver e amar é uma guerra

Riz de Ferelas
15

E que no meu coração seja sempre primavera

E que no meu coração
seja sempre primavera

Riz de Ferelas

Livro de poesia Renascença

23

rascunhei o dia inteiro tentando achar verso perfeito

rascunhei o dia inteiro
tentando achar verso perfeito
que lembrasse um pouco seu jeito

Riz de Ferelas
15

ficou vendo as oportunidades irem embora

ficou vendo as oportunidades irem embora
como libélulas em uma tarde de verão

Riz de Ferelas
17

eu não insisti em andar pelos campos da saudade

eu não insisti em andar
pelos campos da saudade

Riz de Ferelas

Livro de poesia Renascença

30

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