Rodrigo Fercost

Rodrigo Fercost

n. 1981 BR BR

n. 1981-08-26

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Isabela

Vento que conduz ao mar
Sopra o meu barco à vela
Traz as cores pra minha vida
Tal qual uma aquarela

Estrela no céu radiante
Meu olhar é só por ela
Utopia dos meus sonhos
Oh minha Vênus moderna

Isabela é o nome dela
Flor tão linda e singela
Que me espera na janela
Isabela sempre bela
Amizade tão sincera
Obra prima, prima à vera

Beleza do meu jardim
Minha rosa amarela
Doce cheiro de jasmim
Cravo da minha lapela

Alegria dos meus dias
Cura pra minhas mazelas
Como vou viver agora
Minha vida é só por ela
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Poemas

4

Isabela

Vento que conduz ao mar
Sopra o meu barco à vela
Traz as cores pra minha vida
Tal qual uma aquarela

Estrela no céu radiante
Meu olhar é só por ela
Utopia dos meus sonhos
Oh minha Vênus moderna

Isabela é o nome dela
Flor tão linda e singela
Que me espera na janela
Isabela sempre bela
Amizade tão sincera
Obra prima, prima à vera

Beleza do meu jardim
Minha rosa amarela
Doce cheiro de jasmim
Cravo da minha lapela

Alegria dos meus dias
Cura pra minhas mazelas
Como vou viver agora
Minha vida é só por ela
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Sobre o Tempo

O tempo dá, o tempo tira
Com o tempo passa, o mundo gira

Somos visitantes desse momento
Tentando entender se é perda de tempo

O tempo não para, às vezes passa lento
Ainda há horas que corremos contra o tempo

A hora é agora, o hoje um presente
Não olhe pra trás, siga sempre em frente

Relógio ligeiro, agora fugaz
Ainda dá tempo, não é tarde demais
55

Temporal

Se houvesse sol depois do anoitecer
Poderia encontrar o que o escuro fez perder

Se não chovesse só sobre seu guarda-chuva
Poderia continuar em tempestade ou pouca chuva

Mas não é tão fácil ser compreensivo
Tentar entender que para tudo há sentido

Que para nascer é preciso chover
E noites chuvosas sempre irão acontecer

Pra umidecer, pra trovejar, tentar vencer
Enquanto chover não há lugar que consiga se esconder

Não há sombras para luz esclarecer
O que a água não levou ainda pertence à você

Se o pior já passou melhor ter precaução
O universo é um ciclo e frentes frias voltarão

Pra umidecer, pra trovejar, tentar vencer
Enquanto chover não deixe a chuva lhe vencer
60

Sono Paradoxal

Sinto pesar os cílios e a exaustão
Me leva a repousar e as luzes se vão
Levando toda minha preocupação
Guiando-me a sonhos que apenas são 
Formas de desabafar ou de virtualizar
O que quero e não posso ter
Maneiras de me mostrar, um modo de incentivar
Que a esperança não pode morrer
Mas nem sempre quero acordar e ver tudo em seu lugar
Às vezes prefiro sonhar, tentar me exilar
Na fantasia a utopia me diz
A vida é um sonho faça o que sempre quis
Sonhar o tempo todo me faz feliz
Consigo extravasar e um jeito de fugir
60

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