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Saulo Dourado é escritor e professor. Mestre em Filosofia pela UFBA, publicou livros de contos

Perfil
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O Mar e Seus Descontentes

capa do livro

Com o título inspirado em A Civilização e Seus Descontentes, de Sigmund Freud, tradução portuguesa para o ensaio conhecido como O Mal-estar na Civilização, o volume de contos de Saulo Dourado possui um eixo temático: o embate entre a liberdade e os desejos individuais ante a moral e as regras coletivas.

Desde histórias biográficas, como as de Pierre e Marie Curie, ou as fantasiadas, como a de Glauber Rocha, passando por textos em forma de carta, de relato, de roteiro ou de artigo, as questões sobre o destino, os impulsos, a criação e a sexualidade sustentam uma base comum. Será possível mesmo conciliar a natureza original e livre que cada um carregaria com a civilização presente, repleta de padrões e de pressões?

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Biografia
Saulo Dourado é escritor e professor. Mestre em Filosofia pela UFBA, publicou os livros de contos O autor do leão (Ed. Domínio Público, 2014) e O mar e seus descontentes (Via Litterarum, 2016), além dos infantis O que não se fala em Kenakina (2015) e Cada nome é uma estrela (2016), pela Coleção Pacto de Leituras da Secretaria de Educação do Estado da Bahia, distribuídos em escolas públicas de alfabetização, e o infanto-juvenil "Mailon, o cão que late para o espelho" (FB, 2016). Venceu prêmios literários infanto-juvenis em Portugal e colabora com o caderno A Tardinha, do Jornal A Tarde, desde 2010.

Poemas

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O Mar e Seus Descontentes

capa do livro

Com o título inspirado em A Civilização e Seus Descontentes, de Sigmund Freud, tradução portuguesa para o ensaio conhecido como O Mal-estar na Civilização, o volume de contos de Saulo Dourado possui um eixo temático: o embate entre a liberdade e os desejos individuais ante a moral e as regras coletivas.

Desde histórias biográficas, como as de Pierre e Marie Curie, ou as fantasiadas, como a de Glauber Rocha, passando por textos em forma de carta, de relato, de roteiro ou de artigo, as questões sobre o destino, os impulsos, a criação e a sexualidade sustentam uma base comum. Será possível mesmo conciliar a natureza original e livre que cada um carregaria com a civilização presente, repleta de padrões e de pressões?

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