sebastiao_xirimbimbi

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Tudo Que Eu Quero

Tudo que eu quero é lembrar sempre de agradecer a Deus pelas inúmeras bençãos recebidas,  
Pelo deitar e levantar, pelo fôlego de vida.

Tudo que eu quero é tentar ser feliz, 
E contribuir para o sucesso do meu país.

Tudo que eu quero é sorrir a cada Segundo, cada minuto, cada momento, 
E a cada batimento do meu coração;
Amar verdadeiramente e com intenção;
Intensamente sentir e viver cada emoção.

Tudo que eu quero é tentar ser um bom filho;
um bom irmão, um bom neto, um bom primo;
um bom tio, um bom sobrinho, um bom marido;
um bom cunhado, um bom vizinho, um bom amigo;
um bom estudante, um bom educador, um bom conhecido;
um bom colega, um bom funcionário, um bom chefe, um bom desconhecido;

Tudo que eu quero é ser um bom homem, um bom ser humano!

Tudo que eu quero é aprender mais e mais a Amar e a espalhar o Amor! 
Ser forte e firme em cada momento de dor!

Tudo que eu quero é tentar ser uma boa pessoa!
Que me julgue quem quiser me julgar, eu estou tentando viver da forma mais certa possível, eu não sou perfeito eu sou um simples errante tentando ser o melhor que eu possa ser!

Tudo que eu quero é honrar o peso que os meus pés exercem sobre a terra, 
Tudo que quero é alcançar a paz verdadeira.

quando for o meu dia de partir, quero olhar para trás e ver que fiz o que estava ao meu alcance para deixar o mundo um pouco melhor do que encontrei,

Quero olhar para trás e ver que realmente vivi a melhor vida que eu poderia ter vivido, e partir sem vontade de voltar pois o meu dever de um simples mero mortal estará cumprido!

Por enquanto vou vivendo humildemente, com o auxílio de Deus procurando ter saúde, ser feliz e se possível ter paz com todos.

É tudo que eu quero.

Por: Sebastião Xirimbimbi

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Poemas

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A Matemática da Vida

Na matemática da vida, os números não obedecem às regras dos livros.

As contas são feitas com afetos, ausências, encontros e despedidas.
Por isso, a soma pode resultar em uma divisão.

Somamos pessoas aos nossos dias, sonhos aos nossos planos, caminhos às nossas jornadas.
Mas nem toda chegada permanece.
Às vezes, aquilo que se acrescenta também separa, transforma, redistribui.
E o que parecia união revela novos rumos, novas distâncias, novas versões de nós mesmos.

A subtração pode ser uma multiplicação.

Há perdas que doem como páginas arrancadas da alma.
Há silêncios deixados por quem partiu, portas que se fecham, ciclos que terminam.
Mas é justamente no espaço vazio que a vida encontra lugar para florescer.
O que foi retirado abre caminho para aprendizados, forças e possibilidades que se multiplicam além do que imaginávamos.

A divisão pode ser uma soma.

Quando dividimos o pão, a mesa se torna mais farta.
Quando dividimos a dor, o peso se torna mais leve.
Quando dividimos o amor, ele não diminui; expande-se.
Há riquezas que só existem quando compartilhadas, e há alegrias que crescem ao encontrar outros corações.

E a multiplicação, muitas vezes, nasce das subtrações que tivemos coragem de fazer.

É preciso renunciar ao medo para multiplicar a liberdade.
É preciso abandonar velhas certezas para multiplicar horizontes.
É preciso deixar partir aquilo que já não nos serve para multiplicar a vida que ainda nos espera.

Assim segue a matemática da existência:
uma ciência sem fórmulas exatas,
onde os resultados são escritos pelo tempo,
corrigidos pela experiência
e iluminados pela esperança.

Porque, no fim, a vida não calcula apenas o que ganhamos ou perdemos.
Ela revela o que nos tornamos ao longo das contas que tivemos de aprender a fazer.

Por: Sebastião Xirimbimbi 

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Comentários (2)

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Miguel Luheto
Miguel Luheto

A perda de pai e mãe é imensurável.

José Xirimbimbi
José Xirimbimbi

Muito bom poema