Simone Costa

Simone Costa

n. 1966 BR BR

n. 1966-11-22, São Paulo

Perfil
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(AUTO) BIOGRAFIA

Desde criança tive curiosidade no outro lado da história. No como seria se não tivesse sido…

Sempre quis inventar – ou propor – outros finais, outras soluções, outros caminhos, outros olhares. Acredito que tenha sido ai o meu primeiro encontro com “esta escritora” que desde sempre esteve aqui.

Percebi, bem mais tarde, que “esse interagir” com a vida, com as pessoas, com os escritores, com personagens – reais ou não, poderia me render prazer. Este foi o meu segundo – e definitivo – encontro comigo mesma.

Desde então brinco de escrever com seriedade.

Existe algum valor literário em meus escritos?

Também não sei.

Sei apenas que escrevendo permito-me dar vasão a criatividade, interagir e experimentar o “como seria se não tivesse sido”.

Não pretendo ser decifrada.

Quero apenas ser lida e criticada.

“Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando…”. E…mais uma vez Clarice (Lispector) fala por mim.

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Poemas

3

Manuel - minha - Bandeira

Pernambuco literatura

Teu Recife cidade natal

Foi-se embora pra Passárgada?

Ou embalou o Carnaval?

Ficar aqui mais um pouco

A Branca deixou afinal

Foram-se os seus pouco a pouco

Teresópolis – solidão letal

Estrela da vida inteira

Cinza das horas

Madrigal

Sousa-Carneiro-Bandeira

Manuel és imortal!

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(AUTO) BIOGRAFIA

Desde criança tive curiosidade no outro lado da história. No como seria se não tivesse sido…

Sempre quis inventar – ou propor – outros finais, outras soluções, outros caminhos, outros olhares. Acredito que tenha sido ai o meu primeiro encontro com “esta escritora” que desde sempre esteve aqui.

Percebi, bem mais tarde, que “esse interagir” com a vida, com as pessoas, com os escritores, com personagens – reais ou não, poderia me render prazer. Este foi o meu segundo – e definitivo – encontro comigo mesma.

Desde então brinco de escrever com seriedade.

Existe algum valor literário em meus escritos?

Também não sei.

Sei apenas que escrevendo permito-me dar vasão a criatividade, interagir e experimentar o “como seria se não tivesse sido”.

Não pretendo ser decifrada.

Quero apenas ser lida e criticada.

“Escrevo porque encontro nisso um prazer que não consigo traduzir. Não sou pretensiosa. Escrevo para mim, para que eu sinta a minha alma falando e cantando, às vezes chorando…”. E…mais uma vez Clarice (Lispector) fala por mim.

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AVENIDA PAULISTA

No coração de São Paulo
O meu pulsa

Já não tão forte e descompassado

O passeio é proura
Assim o passo passa apressado

Paro no Café
Escrevo
Não perco a Fé

De Metro até a Sé
Subo e desço

Na multidão
Desapareço

Tudo na vida
Tem preço

OBS: ESTA POESIA GANHOU UM NOVO FORMATO E É UMA VÍDEO POESIA - AVENIDA PAULISTA FOI AGRACIADA COM O QUARTO LUGAR NO PRÊMIO INTERNACIONAL DE POESIA AO VÍDEO/FLIPORTO 2009 PARA ASSISTIR AO VÍDEO NO YOUTUBE: http://www.youtube.com/watch?v=hXsRv73imBg
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