steliochitlhango

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Filho do DEUS Humano

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O pedaço meu poético

O pedaço meu poético

Veste-se de rã, lagarto, lagartista
Explora a camuflagem ao máximo, é artista
O meu eu poético é assim....

É fome que flameja, que dorme faminto
É sede de ar, diante a floresta
É firme, por dentro sinto
É eixo do sol

É a potência a cima do frenético
So quer sair, e ir, pra fora de mim
Sim!!!
O meu eu poético é assim...

(*O meu eu falando)
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Poemas

9

As flores que quer tê-las, mas não sê-las


As flores que quer tê-las, mas não sê-las 

Amar é crime no entender delas
Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las,
Mas pertence-las não
Por algumas horas sim, mais que isso não
O percurso pertence as celas
Duma prisão de prazeres permanentes
Onde todo visitante, inocente é o que não é
Dela, sair é possível, mas querer sair não
Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas
Pela sensação, são trituradas em moelas
A fragmentação não é sentida por elas
Só sentem dor quando não é proporcionada a elas
O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia
Famintas que são, nem com dez pratos saciam
Sim….falo daqueles seres
Ambulantes de prazeres.

Chitlhango, S53l89 de Chibuto
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flores que quer tê-las, mas não sê-las


flores que quer tê-las, mas não sê-las 

Amar é crime no entender delas
Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las,
Mas pertence-las não
Por algumas horas sim, mais que isso não
O percurso pertence as celas
Duma prisão de prazeres permanentes
Onde todo visitante, inocente é o que não é
Dela, sair é possível, mas querer sair não
Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas
Pela sensação, são trituradas em moelas
A fragmentação não é sentida por elas
Só sentem dor quando não é proporcionada a elas
O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia
Famintas que são, nem com dez pratos saciam
Sim….falo daqueles seres
Ambulantes de prazeres.

Chitlhango, S53l89 de Chibuto
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flores que quer tê-las, mas não sê-las

Amar é crime no entender delas
Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las,
Mas pertence-las não
Por algumas horas sim, mais que isso não
O percurso pertence as celas
Duma prisão de prazeres permanentes
Onde todo visitante, inocente é o que não é
Dela, sair é possível, mas querer sair não
Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas
Pela sensação, são trituradas em moelas
A fragmentação não é sentida por elas
Só sentem dor quando não é proporcionada a elas
O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia
Famintas que são, nem com dez pratos saciam
Sim….falo daqueles seres
Ambulantes de prazeres.

Chitlhango, S53l89 de Chibuto
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tempo, não é apenas o tempo (Realidades Ocultas)



O tempo passa
Não importa como
Sempre passa
Para todos nós

De repente se esvai
Não importa para aonde vai

Piscou.
Passou um dia, um mês, uma década
Talvez mais, para quem dá
A vida pelo amante.

O tempo…
O tempo é rápido, é lento
Não!….é o que deveria ser
Passante
Em direcção do infinito

O tempo…
O tempo ensina passando
Voando no cós do vento
Passando do coração após o roçamento
De qualquer espécie vivente
O tempo….ensina sobreviventes


O tempo, um comboio, um carro
São o mesmo
Não importa para aonde
Sempre caminha, acompanha
Discípulos do templo do amor
Amadores…

O tempo…
O tempo cura
Não importa a idade
Sempre sara
Qualquer profundidade
De dor

O tempo…
É tudo
Tudo que ensina e passa
É o próprio despertar da massa
Cinzenta

O tempo…
O tempo é el-paciente universal
Que tem todo tempo para observar
O que divo criou, no alfa preliminar

Mais que o professor
O tempo é O CRIADOR
130

O meu fracasso (Ignorância Humana)

Quando criança, eu sonhava
Em ser uma uva, eu sonhava
Por sorte, tornei-me uva
Em ser banhado pela chuva,
Também sonhava

Quando adulto, de sonhar eu parei
Sem locomoção, como arvore parei
De produzir oxigénio, também parei


Quando velho, eu me arrependi…
Do parar eu me arrependi…
Da covardia também me arrependi…
E da vida miserável eu desisti

Quando morto, eu me perguntei…
Será que a minha vida alguma coisa valeu?
Em ter resposta, ávido fiquei
E morri novamente
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O meu fracasso (Ignorância Humana)

Quando criança, eu sonhava
Em ser uma uva, eu sonhava
Por sorte, tornei-me uva
Em ser banhado pela chuva,
Também sonhava

Quando adulto, de sonhar eu parei
Sem locomoção, como arvore parei
De produzir oxigénio, também parei


Quando velho, eu me arrependi…
Do parar eu me arrependi…
Da covardia também me arrependi…
E da vida miserável eu desisti

Quando morto, eu me perguntei…
Será que a minha vida alguma coisa valeu?
Em ter resposta, ávido fiquei
E morri novamente
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Sou poeta, por acidente (Identidades Ocultas)

Sou poeta porque sinto
O que sente

Não por escolha
Simplesmente sinto
Amor….
Dor, fervor….
Ardor de algo que não sinto
Completamente
Apenas nacos de sentimentos
- Manipuladores
- Metamorfos

Que saiem de dentro para fora
Como palavras
Em versos
Estruturados em estrofes
Que as vezes nada dizem
Literalmente

Metaforicamente descrevem tudo
Tudo que sinto sem querer
Fizeram de mim um poeta por acidente
E ainda foi por acidente que escrevi este poema.
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Sou poeta, por acidente (Identidades Ocultas)

Sou poeta porque sinto
O que sente

Não por escolha
Simplesmente sinto
Amor….
Dor, fervor….
Ardor de algo que não sinto
Completamente
Apenas nacos de sentimentos
- Manipuladores
- Metamorfos

Que saiem de dentro para fora
Como palavras
Em versos
Estruturados em estrofes
Que as vezes nada dizem
Literalmente

Metaforicamente descrevem tudo
Tudo que sinto sem querer
Fizeram de mim um poeta por acidente
E ainda foi por acidente que escrevi este poema.
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A flor divinal (Sentimentos Ocultos)



Aquela flor, não é uma flor
Que murcha, que envelhece, que morre…
Ela simplesmente
Fulgura, rutila, tremula….
Estimula o sabor de odor

Aquela flor, não é uma flor
Pois não tem pólen nem odor
Mas abalos produzem olor

Aquela flor, não!....não pode ser uma flor
Pétala – escura, estigma – negra, sépala – incolor
Não!....ela só pode ser divinal

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