Amar é crime no entender delas Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las, Mas pertence-las não Por algumas horas sim, mais que isso não O percurso pertence as celas Duma prisão de prazeres permanentes Onde todo visitante, inocente é o que não é Dela, sair é possível, mas querer sair não Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas Pela sensação, são trituradas em moelas A fragmentação não é sentida por elas Só sentem dor quando não é proporcionada a elas O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia Famintas que são, nem com dez pratos saciam Sim….falo daqueles seres Ambulantes de prazeres.
Chitlhango, S53l89 de Chibuto
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flores que quer tê-las, mas não sê-las
Amar é crime no entender delas Bonitas que são, todo ser oposto quer tê-las, Mas pertence-las não Por algumas horas sim, mais que isso não O percurso pertence as celas Duma prisão de prazeres permanentes Onde todo visitante, inocente é o que não é Dela, sair é possível, mas querer sair não Obrigatório era entrar, mas permanecer é com elas Pela sensação, são trituradas em moelas A fragmentação não é sentida por elas Só sentem dor quando não é proporcionada a elas O privilégio de despedaçá-las, todo oposto aprecia Famintas que são, nem com dez pratos saciam Sim….falo daqueles seres Ambulantes de prazeres.
Chitlhango, S53l89 de Chibuto
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tempo, não é apenas o tempo (Realidades Ocultas)
O tempo passa Não importa como Sempre passa Para todos nós
De repente se esvai Não importa para aonde vai
Piscou. Passou um dia, um mês, uma década Talvez mais, para quem dá A vida pelo amante.
O tempo… O tempo é rápido, é lento Não!….é o que deveria ser Passante Em direcção do infinito
O tempo… O tempo ensina passando Voando no cós do vento Passando do coração após o roçamento De qualquer espécie vivente O tempo….ensina sobreviventes
O tempo, um comboio, um carro São o mesmo Não importa para aonde Sempre caminha, acompanha Discípulos do templo do amor Amadores…
O tempo… O tempo cura Não importa a idade Sempre sara Qualquer profundidade De dor
O tempo… É tudo Tudo que ensina e passa É o próprio despertar da massa Cinzenta
O tempo… O tempo é el-paciente universal Que tem todo tempo para observar O que divo criou, no alfa preliminar
Mais que o professor O tempo é O CRIADOR
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O meu fracasso (Ignorância Humana)
Quando criança, eu sonhava Em ser uma uva, eu sonhava Por sorte, tornei-me uva Em ser banhado pela chuva, Também sonhava
Quando adulto, de sonhar eu parei Sem locomoção, como arvore parei De produzir oxigénio, também parei Quando velho, eu me arrependi… Do parar eu me arrependi… Da covardia também me arrependi… E da vida miserável eu desisti
Quando morto, eu me perguntei… Será que a minha vida alguma coisa valeu? Em ter resposta, ávido fiquei E morri novamente
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O meu fracasso (Ignorância Humana)
Quando criança, eu sonhava Em ser uma uva, eu sonhava Por sorte, tornei-me uva Em ser banhado pela chuva, Também sonhava
Quando adulto, de sonhar eu parei Sem locomoção, como arvore parei De produzir oxigénio, também parei Quando velho, eu me arrependi… Do parar eu me arrependi… Da covardia também me arrependi… E da vida miserável eu desisti
Quando morto, eu me perguntei… Será que a minha vida alguma coisa valeu? Em ter resposta, ávido fiquei E morri novamente
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Sou poeta, por acidente (Identidades Ocultas)
Sou poeta porque sinto O que sente
Não por escolha Simplesmente sinto Amor…. Dor, fervor…. Ardor de algo que não sinto Completamente Apenas nacos de sentimentos - Manipuladores - Metamorfos
Que saiem de dentro para fora Como palavras Em versos Estruturados em estrofes Que as vezes nada dizem Literalmente
Metaforicamente descrevem tudo Tudo que sinto sem querer Fizeram de mim um poeta por acidente E ainda foi por acidente que escrevi este poema.
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Sou poeta, por acidente (Identidades Ocultas)
Sou poeta porque sinto O que sente
Não por escolha Simplesmente sinto Amor…. Dor, fervor…. Ardor de algo que não sinto Completamente Apenas nacos de sentimentos - Manipuladores - Metamorfos
Que saiem de dentro para fora Como palavras Em versos Estruturados em estrofes Que as vezes nada dizem Literalmente
Metaforicamente descrevem tudo Tudo que sinto sem querer Fizeram de mim um poeta por acidente E ainda foi por acidente que escrevi este poema.
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A flor divinal (Sentimentos Ocultos)
Aquela flor, não é uma flor Que murcha, que envelhece, que morre… Ela simplesmente Fulgura, rutila, tremula…. Estimula o sabor de odor
Aquela flor, não é uma flor Pois não tem pólen nem odor Mas abalos produzem olor
Aquela flor, não!....não pode ser uma flor Pétala – escura, estigma – negra, sépala – incolor Não!....ela só pode ser divinal