Taylor Düreinst

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Procure ver além, não há certo ou errado apenas o que você quer entender

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Velhos Novos Medos

Me mostre o que não posso ver sozinho

O que o medo escondeu de mim

Não que deve dar-me teu carinho

Somente me tire deste infinito fim


O que a dor não diz, é impossível saber

Pois a única força real é a que destrói

E isso, senti, ao momento de te conhecer

A bela realidade nua que corrói


De fato, a alma não tenho mais

Pois com teu ósculo de demônio

Toda minh'aura angelical se esvai

E sinto queimar a luxúria em sabor de hormônio


Sem dor nem sabor, o medo, de mim, tiraste

Formando em mente e corpo teu reflexo

Assim se dá, a antes vida morna, contraste

Mostrando te, no espelho de tua face, perplexo
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Poemas

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Gabaritos de Mudanças

Talvez o necessário seja não dizer ou dizer de uma vez.

Eu só não posso, com toda certeza, ver o que um dia me foi de alta nitidez .

A culpa não se pode colocar em alheios

Mas sim deve ser vista como o resultado de meus anseios

Sem choros nem gritos, muito menos abraços e sorrisos

Somente teus pertencidos velhos gabaritos de como me fazer feliz

Talvez, hoje, não sejam mais de tanta serventia como me diz

Porque de certo , após o ponto me refiz como uma nova oração

Sem o mesmo significado ou conexão apenas uma nova frase de uma nova canção
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Velhos Novos Medos

Me mostre o que não posso ver sozinho

O que o medo escondeu de mim

Não que deve dar-me teu carinho

Somente me tire deste infinito fim


O que a dor não diz, é impossível saber

Pois a única força real é a que destrói

E isso, senti, ao momento de te conhecer

A bela realidade nua que corrói


De fato, a alma não tenho mais

Pois com teu ósculo de demônio

Toda minh'aura angelical se esvai

E sinto queimar a luxúria em sabor de hormônio


Sem dor nem sabor, o medo, de mim, tiraste

Formando em mente e corpo teu reflexo

Assim se dá, a antes vida morna, contraste

Mostrando te, no espelho de tua face, perplexo
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