Quando o impossível se apresenta sem que ninguém o perceba, O tempo evapora. O tempo esse, este, serial killers, justiceiro, debochado, um inconsequente a serviço de Deus. Quantas terezas teremos matado eu, Deus e o tempo? Olhe o calor fazendo sexo oral nas poças! Lama seca trincada no céu de minha boca. Deixo? O porquinho Prático está embalado em minha geladeira. Cícero e Heitor? Tocam flauta na floresta. Olhe! O vento dança flertando com a poeira quase rente ao solo... Que humildade! Que venha um furacão! Por quê? C@r@lho! Basta de fingir e fugir sob o julgo de olhos vadios. E seu eu clonasse o passado? Bobagem! Eu preciso ser essa mulher pior a cada dia. Todas as drogas do mundo! Pretérito do futuro subjetivo. Cambaleante... Nada para adorar, pouco para amar. Se eu subisse me libertaria? Não, desgraçada! O inferno é logo ali. Deus não hesitaria em chutar seu traseiro nuvem abaixo. Cante comigo os Cânticos de Salomão. Não! E esse sol noturno? É doido! Sexista. Coisa de perseguição contra a lua e suas fases. Invejoso! Um velho morreu sufocado embaixo de suas cobertas. Julho? Sim, praia, piscina, férias, sorvete... Janeiro? Não, fevereiro. Tudo bem! Gente normal, morre assim: cai, se afoga, sufoca no verão sob cobertas de inverno, toma surra, tiro, paulada, veneno, nojo de viver. Morre vivendo... Morre vivendo. Edite morreu durante a extração de seus seios. Entrou no centro cirúrgico como Tito Basco só para ser devolvida morta, duas horas depois, como Edite mesmo. O pai de Edite agradeceu a Deus por se compadecer de sua reputação. Viva a morte de Edite! Gritou dançando no corredor do hospital. O hospital é aquele sustentado pelo povo e todo decorado com anjos e santos de olhos azuis? Simmmmmm! EEEEEEEEEEEEEEE... Você não dorme? Sim, estou esperando amanhecer. Gosta da lua? De que tamanho será o p@u do pai de Tito Bastos?... O quê?...
Eu o avistei em minha varanda: meu amante. Santo Daime me possui. Ó, suco leitoso direito de seu bulbo em minha boca: hul gil. Estou banhada, sedada, serena e vigorosa. Me mantive vigilante esperando a casa adormecer, Agora meu sexo pulsa com a aproximação do meu amado. Ele se aproxima da porta, Não o esperarei bater, meu adorável afrodisíaco, minha volúpia, meu caramanchão errante, Entre! Sua presença é um orvalho que umedece meus lábios. Meus lábios - gotas da noite. Ele me liberta de minhas roupas, e eu das suas. Avança sobre meu corpo; eu sobre o seu. Acaricia as frestas de minha intimidade. Estremeço e abro as portas de meu corpo para que penetre meus cômodos. Sinto seu doce aroma além das aldravas de minha libido. Sua respiração: Hálito do Diabo Minha alma desfalece. Onde está meu amor? Por que não me responde? Divago pela noite a sua procura, não o encontro; Sou encontrada, meus olhos são vendados, uma fita lacra meus lábios, sou espancada, ferida, estuprada, abandonada. "Oh, doce gazela, não somos nós melhores do que seu amado?". [...] Teria eu sido desagradável ao meu amor? Por que partiu? Quem eram aqueles soldados? Seriam eles seus enviados para fazer sua justiça contra minha insensatez? Me sinto enferma e confusa, meus ossos doem, Meu noivo acordará e procurará por mim. Pele clara, face rosada, cabelos crespos, Terá sido o ultimo após dez mil? Canteiro de bálsamo, flores perfumadas, lírio gotejante; Anéis de ouro e berilos, dentes de marfim, boca de safira; Colunas de mármore, bases de ouro, líbanos, cedros; Voz suave e sedutora, insaciedade, flama. O meu amigo, o meu amado, o meu amante... Necromancia.
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Sol Noturno
Quando o impossível se apresenta sem que ninguém o perceba, O tempo evapora. O tempo esse, este, serial killers, justiceiro, debochado, um inconsequente a serviço de Deus. Quantas terezas teremos matado eu, Deus e o tempo? Olhe o calor fazendo sexo oral nas poças! Lama seca trincada no céu de minha boca. Deixo? O porquinho Prático está embalado em minha geladeira. Cícero e Heitor? Tocam flauta na floresta. Olhe! O vento dança flertando com a poeira quase rente ao solo... Que humildade! Que venha um furacão! Por quê? C@r@lho! Basta de fingir e fugir sob o julgo de olhos vadios. E seu eu clonasse o passado? Bobagem! Eu preciso ser essa mulher pior a cada dia. Todas as drogas do mundo! Pretérito do futuro subjetivo. Cambaleante... Nada para adorar, pouco para amar. Se eu subisse me libertaria? Não, desgraçada! O inferno é logo ali. Deus não hesitaria em chutar seu traseiro nuvem abaixo. Cante comigo os Cânticos de Salomão. Não! E esse sol noturno? É doido! Sexista. Coisa de perseguição contra a lua e suas fases. Invejoso! Um velho morreu sufocado embaixo de suas cobertas. Julho? Sim, praia, piscina, férias, sorvete... Janeiro? Não, fevereiro. Tudo bem! Gente normal, morre assim: cai, se afoga, sufoca no verão sob cobertas de inverno, toma surra, tiro, paulada, veneno, nojo de viver. Morre vivendo... Morre vivendo. Edite morreu durante a extração de seus seios. Entrou no centro cirúrgico como Tito Basco só para ser devolvida morta, duas horas depois, como Edite mesmo. O pai de Edite agradeceu a Deus por se compadecer de sua reputação. Viva a morte de Edite! Gritou dançando no corredor do hospital. O hospital é aquele sustentado pelo povo e todo decorado com anjos e santos de olhos azuis? Simmmmmm! EEEEEEEEEEEEEEE... Você não dorme? Sim, estou esperando amanhecer. Gosta da lua? De que tamanho será o p@u do pai de Tito Bastos?... O quê?...
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Sol Noturno
Quando o impossível se apresenta sem que ninguém o perceba, O tempo evapora. O tempo esse, este, serial killers, justiceiro, debochado, um inconsequente a serviço de Deus. Quantas terezas teremos matado eu, Deus e o tempo? Olhe o calor fazendo sexo oral nas poças! Lama seca trincada no céu de minha boca. Deixo? O porquinho Prático está embalado em minha geladeira. Cícero e Heitor? Tocam flauta na floresta. Olhe! O vento dança flertando com a poeira quase rente ao solo... Que humildade! Que venha um furacão! Por quê? C@r@lho! Basta de fingir e fugir sob o julgo de olhos vadios. E seu eu clonasse o passado? Bobagem! Eu preciso ser essa mulher pior a cada dia. Todas as drogas do mundo! Pretérito do futuro subjetivo. Cambaleante... Nada para adorar, pouco para amar. Se eu subisse me libertaria? Não, desgraçada! O inferno é logo ali. Deus não hesitaria em chutar seu traseiro nuvem abaixo. Cante comigo os Cânticos de Salomão. Não! E esse sol noturno? É doido! Sexista. Coisa de perseguição contra a lua e suas fases. Invejoso! Um velho morreu sufocado embaixo de suas cobertas. Julho? Sim, praia, piscina, férias, sorvete... Janeiro? Não, fevereiro. Tudo bem! Gente normal, morre assim: cai, se afoga, sufoca no verão sob cobertas de inverno, toma surra, tiro, paulada, veneno, nojo de viver. Morre vivendo... Morre vivendo. Edite morreu durante a extração de seus seios. Entrou no centro cirúrgico como Tito Basco só para ser devolvida morta, duas horas depois, como Edite mesmo. O pai de Edite agradeceu a Deus por se compadecer de sua reputação. Viva a morte de Edite! Gritou dançando no corredor do hospital. O hospital é aquele sustentado pelo povo e todo decorado com anjos e santos de olhos azuis? Simmmmmm! EEEEEEEEEEEEEEE... Você não dorme? Sim, estou esperando amanhecer. Gosta da lua? De que tamanho será o p@u do pai de Tito Bastos?... O quê?...
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Sol Noturno
Quando o impossível se apresenta sem que ninguém o perceba, O tempo evapora. O tempo esse, este, serial killers, justiceiro, debochado, um inconsequente a serviço de Deus. Quantas terezas teremos matado eu, Deus e o tempo? Olhe o calor fazendo sexo oral nas poças! Lama seca trincada no céu de minha boca. Deixo? O porquinho Prático está embalado em minha geladeira. Cícero e Heitor? Tocam flauta na floresta. Olhe! O vento dança flertando com a poeira quase rente ao solo... Que humildade! Que venha um furacão! Por quê? C@r@lho! Basta de fingir e fugir sob o julgo de olhos vadios. E seu eu clonasse o passado? Bobagem! Eu preciso ser essa mulher pior a cada dia. Todas as drogas do mundo! Pretérito do futuro subjetivo. Cambaleante... Nada para adorar, pouco para amar. Se eu subisse me libertaria? Não, desgraçada! O inferno é logo ali. Deus não hesitaria em chutar seu traseiro nuvem abaixo. Cante comigo os Cânticos de Salomão. Não! E esse sol noturno? É doido! Sexista. Coisa de perseguição contra a lua e suas fases. Invejoso! Um velho morreu sufocado embaixo de suas cobertas. Julho? Sim, praia, piscina, férias, sorvete... Janeiro? Não, fevereiro. Tudo bem! Gente normal, morre assim: cai, se afoga, sufoca no verão sob cobertas de inverno, toma surra, tiro, paulada, veneno, nojo de viver. Morre vivendo... Morre vivendo. Edite morreu durante a extração de seus seios. Entrou no centro cirúrgico como Tito Basco só para ser devolvida morta, duas horas depois, como Edite mesmo. O pai de Edite agradeceu a Deus por se compadecer de sua reputação. Viva a morte de Edite! Gritou dançando no corredor do hospital. O hospital é aquele sustentado pelo povo e todo decorado com anjos e santos de olhos azuis? Simmmmmm! EEEEEEEEEEEEEEE... Você não dorme? Sim, estou esperando amanhecer. Gosta da lua? De que tamanho será o p@u do pai de Tito Bastos?... O quê?...
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Sol de Sangue
Quando o impossível se apresenta sem que ninguém o perceba, O tempo evapora. O tempo esse, este, serial killers, justiceiro, debochado, um inconsequente a serviço de Deus. Quantas terezas teremos matado eu, Deus e o tempo? Olhe o calor fazendo sexo oral nas poças! Lama seca trincada no céu de minha boca. Deixo? O porquinho Prático está embalado em minha geladeira. Cícero e Heitor? Tocam flauta na floresta. Olhe! O vento dança flertando com a poeira quase rente ao solo... Que humildade! Que venha um furacão! Por quê? C@r@lho! Basta de fingir e fugir sob o julgo de olhos vadios. E seu eu clonasse o passado? Bobagem! Eu preciso ser essa mulher pior a cada dia. Todas as drogas do mundo! Pretérito do futuro subjetivo. Cambaleante... Nada para adorar, pouco para amar. Se eu subisse me libertaria? Não, desgraçada! O inferno é logo ali. Deus não hesitaria em chutar seu traseiro nuvem abaixo. Cante comigo os Cânticos de Salomão. Não! E esse sol noturno? É doido! Sexista. Coisa de perseguição contra a lua e suas fases. Invejoso! Um velho morreu sufocado embaixo de suas cobertas. Julho? Sim, praia, piscina, férias, sorvete... Janeiro? Não, fevereiro. Tudo bem! Gente normal, morre assim: cai, se afoga, sufoca no verão sob cobertas de inverno, toma surra, tiro, paulada, veneno, nojo de viver. Morre vivendo... Morre vivendo. Edite morreu durante a extração de seus seios. Entrou no centro cirúrgico como Tito Basco só para ser devolvida morta, duas horas depois, como Edite mesmo. O pai de Edite agradeceu a Deus por se compadecer de sua reputação. Viva a morte de Edite! Gritou dançando no corredor do hospital. O hospital é aquele sustentado pelo povo e todo decorado com anjos e santos de olhos azuis? Simmmmmm! EEEEEEEEEEEEEEE... Você não dorme? Sim, estou esperando amanhecer. Gosta da lua? De que tamanho será o p@u do pai de Tito Bastos?... O quê?...
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Sol de Sangue
Quando o impossível se apresenta sem que ninguém o perceba, O tempo evapora. O tempo esse, este, serial killers, justiceiro, debochado, um inconsequente a serviço de Deus. Quantas terezas teremos matado eu, Deus e o tempo? Olhe o calor fazendo sexo oral nas poças! Lama seca trincada no céu de minha boca. Deixo? O porquinho Prático está embalado em minha geladeira. Cícero e Heitor? Tocam flauta na floresta. Olhe! O vento dança flertando com a poeira quase rente ao solo... Que humildade! Que venha um furacão! Por quê? C@r@lho! Basta de fingir e fugir sob o julgo de olhos vadios. E seu eu clonasse o passado? Bobagem! Eu preciso ser essa mulher pior a cada dia. Todas as drogas do mundo! Pretérito do futuro subjetivo. Cambaleante... Nada para adorar, pouco para amar. Se eu subisse me libertaria? Não, desgraçada! O inferno é logo ali. Deus não hesitaria em chutar seu traseiro nuvem abaixo. Cante comigo os Cânticos de Salomão. Não! E esse sol noturno? É doido! Sexista. Coisa de perseguição contra a lua e suas fases. Invejoso! Um velho morreu sufocado embaixo de suas cobertas. Julho? Sim, praia, piscina, férias, sorvete... Janeiro? Não, fevereiro. Tudo bem! Gente normal, morre assim: cai, se afoga, sufoca no verão sob cobertas de inverno, toma surra, tiro, paulada, veneno, nojo de viver. Morre vivendo... Morre vivendo. Edite morreu durante a extração de seus seios. Entrou no centro cirúrgico como Tito Basco só para ser devolvida morta, duas horas depois, como Edite mesmo. O pai de Edite agradeceu a Deus por se compadecer de sua reputação. Viva a morte de Edite! Gritou dançando no corredor do hospital. O hospital é aquele sustentado pelo povo e todo decorado com anjos e santos de olhos azuis? Simmmmmm! EEEEEEEEEEEEEEE... Você não dorme? Sim, estou esperando amanhecer. Gosta da lua? De que tamanho será o p@u do pai de Tito Bastos?... O quê?...