Lista de Poemas
Moralidade
Minha mente acusa
Confusa em sua loucura,
difusa, rubra e escusa,
que dilata o ego, e se alimenta a cada verbo,
Um princípio inatural, Codificado,
pecado imoral, Utrajado
Remendado em sua Queda verbal.
Confusa em sua doçura,
Infusa, muda e impura,
Que ditada , preenchida,
Recitada em cada sílaba
Em Cada vida.
Confusa em sua loucura,
difusa, rubra e escusa,
que dilata o ego, e se alimenta a cada verbo,
Um princípio inatural, Codificado,
pecado imoral, Utrajado
Remendado em sua Queda verbal.
Confusa em sua doçura,
Infusa, muda e impura,
Que ditada , preenchida,
Recitada em cada sílaba
Em Cada vida.
1 001
Último
Essa canção
Em lagrimas legítimas
Derramadas a cada verso,
Sua tristeza líquida
Que percorre todo o corpo, cicatriza o nosso tempo!
torna-se do aveso
O reverso
O inverso
O inverno
O perverso
espelho na margem
Refletindo as amarguras
de uma Alma
Do seu último
Do seu íntimo suspiro.
Em lagrimas legítimas
Derramadas a cada verso,
Sua tristeza líquida
Que percorre todo o corpo, cicatriza o nosso tempo!
torna-se do aveso
O reverso
O inverso
O inverno
O perverso
espelho na margem
Refletindo as amarguras
de uma Alma
Do seu último
Do seu íntimo suspiro.
978
Suspiro do Amor
Somos a conexão do tempo, o amor no vento.
Sem direção somos a calmaria ..
a tempestade de noite,
o sorriso do dia,
Não importa se é no futuro ou no passado,
morremos sozinhos,
mais pelo amor sempre estivemos ligados...
Não sou tristeza, nem as mentiras,
sou o presente que ainda suspira,
sei que não acaba,
enquanto o amor tiver em nós a sua morada.
Sem direção somos a calmaria ..
a tempestade de noite,
o sorriso do dia,
Não importa se é no futuro ou no passado,
morremos sozinhos,
mais pelo amor sempre estivemos ligados...
Não sou tristeza, nem as mentiras,
sou o presente que ainda suspira,
sei que não acaba,
enquanto o amor tiver em nós a sua morada.
965
permissividade
O fim do verso
O fim mais trágico
A figura e seus sentimentos,
A Recolhi em minha alma
A esqueci na mesa
Como flores adormecidas
909
Abuso
A maçã finalmente foi mordida no edem,
Espinhos entrelaçaram nossos corpos nus,
A alma foi ferida com um verso de dor e tristeza !
Pálida e tímida,
Não houve clareza,
O animal se tornou mais humano,
Quando o ser humano se declarou inocente!
Espinhos entrelaçaram nossos corpos nus,
A alma foi ferida com um verso de dor e tristeza !
Pálida e tímida,
Não houve clareza,
O animal se tornou mais humano,
Quando o ser humano se declarou inocente!
386
A lua em Conversão!
Em uma noite
Voce apareceu no céu,
Estava tão oculta nas nuvens,
Mas derrepente ,
comecou a mudar!
Comecou a aparecer seu brilho,
Seu sorriso!
Isso foi lentamente tranformando os céus,
Sua luz artificial me fez
Desejar ficar na noite,
Mesmo que seja uma ilusão
No seu brilho, me sinto acordado
lua minha!.
340
Onze horas
Oia só,
Dona Sinhá!
Me pegou com carcanha
Na parede de estuque
Nos olhar do tapua.
Comecei a procrastinar
Essa tal acunhação,
meu coração de tal destreza
Se perdeu na beleza
Que reteu meu sertão.
Mais na próxima,
Venho montado na minha mula,
Com um buquê de onze-horas,
E um galhinho de arruda.
385
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